O Sogro Me Comeu Melhor Que O Filho.

Um conto erótico de Hanna
Categoria: Heterossexual
Contém 771 palavras
Data: 27/06/2024 12:07:41
Última revisão: 14/03/2026 13:33:32

Quando o Sogro Assume o Comando

Casada há 14 anos com o Mateo, sou a Hanna Cristiane: profissional liberal, branca, alta, de bunda pequena, mas compensada por seios enormes e fartos. Tenho um rosto angelical emoldurado por cabelos longos, mas por trás da aparência de "boa esposa", bate um coração que pulsa pelo hoje. Curto vinhos, cervejas artesanais e uma boa resenha; afinal, a vida é curta demais para não ser vivida.

​O que me leva a escrever estas linhas é a forma como meu sogro, um português nato, vem me cercando. Sr. Joaquim, além de estar em uma situação financeira invejável, é um solteiro cobiçado. Aos sessenta anos, ele é mais ativo, firme e atraente que o próprio filho. Enquanto Mateo se afunda no sedentarismo, no videogame e no ronco alto, Joaquim brilha na natação e na academia. Ele exala um perfume que me deixa mole, uma fragrância que bagunça minha mente sempre que ele se aproxima com aqueles olhares que parecem me desnudar.

​Recentemente, Mateo viajou a trabalho. Joaquim, aproveitando a ausência do filho, apareceu na minha porta sem aviso, trazendo um vinho português caríssimo e uma bacalhoada. Eu estava de baby doll, desprevenida. Quando abri a porta, ele já estava entrando — ele tem a chave do portão. Ao dar as costas para ir me trocar, senti o peso do olhar dele nas minhas curvas; dava para sentir o calor da sua cobiça.

​Coloquei uma saia jeans curtinha, sem calcinha, um cropped que realçava meus seios e prendi o cabelo em um rabo de cavalo. Caprichei na make e no perfume. Quando voltei, ele me abraçou. Aquele cheiro de homem decidido me deixou tonta. Ele elogiou minha beleza e, ao me entregar o vinho, deslizou a mão pelo meu braço, um toque demorado, carregado de intenção.

​O telefone dele tocou. Era Mateo, pedindo ao pai para "dar uma olhadinha" em mim. Joaquim, com um sorriso de pilantra no rosto, confirmou que cuidaria de tudo. Quando ele desligou, eu provoquei: "Além de cheiroso, o senhor está muito elegante. Vai a algum lugar?". A resposta veio rápida: "Só vou onde você quiser".

​Finjo que não entendo, mas a tensão é palpável. Monto a mesa com o melhor cristal e porcelana. Ele se senta perto, perto demais. Sua mão encontra minha coxa, acariciando a pele macia. Eu não recuo. O arreio sobe, o calor aumenta e ele se aproxima do meu rosto. Olho bem nos olhos dele e pergunto:

— "O senhor quer comer a esposa do seu filho?"

— "Sim", ele responde, seco e incisivo. "Estou com um tesão acumulado em você. Meu filho não te possui como você merece."

​A mão dele subiu pela parte interna da minha coxa, buscando o epicentro do meu desejo, que já estava úmido pelo feitiço daquele perfume. Ele começou a beijar meu pescoço enquanto apalpava meus seios com urgência. De repente, ele levantou, empurrou a mesa com o quadril e me puxou pelo cabelo, virando-me de costas.

​Sem aviso, sem preliminares românticas, ele levantou minha saia. Debruçada sobre a mesa, entre os pratos de bacalhau e as taças de vinho, senti o impacto. Joaquim abriu a calça e revelou um pau mais duro do que eu jamais vira em Mateo. Ele não pediu licença. Simplesmente o enterrou no meu rabo, sem cuspe, sem carinho, apenas a força bruta de um homem que sabe o que quer.

​Eu me senti uma puta, e o prazer foi absoluto. Gemendo baixo, olhando para trás, eu via o rosto dele transfigurado pelo desejo.

— "Tá gostando, sua vadia? Sua piranha?", ele rosnou.

— "Soca mais forte!", eu pedi entre suspiros. "Seu filho é fraco demais, ele não sabe o que faz."

​Ele me maltratou como eu precisava. Gozou no meu rosto, deixando minha pele quente e meu cu em chamas. Quando fiz menção de ir ao banheiro, ele me puxou pelo cabelo novamente e deu um tapa estalado na minha cara:

— "A puta só sai daqui depois que limpar meu pau com a boca."

​Submissa, ajoelhei e limpei cada gota. Ele me deu outro tapa, selando nosso pacto: agora eu sou a puta dele, e ele é o meu macho. Enquanto eu estava no banho, ele limpou a mesa, deixando apenas a garrafa de vinho. Bebi o restante direto no gargalo, sentindo o álcool queimar.

​No celular dele, uma mensagem: "Amanhã vou te pegar mais, minha puta". E no meu, o babaca do meu marido escreveu: "Saudades, mo. Volto em dois dias". Respondi que o amava, enquanto já sentia o latejar entre minhas pernas, antecipando o momento em que daria o rabo novamente para o pai dele, desta vez, na nossa cama.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 36 estrelas.
Incentive Negão_RJ a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Negão_RJNegão_RJContos: 343Seguidores: 125Seguindo: 8Mensagem Gosto de Ler, Gosto de Escrever

Comentários

Foto de perfil genérica

Adorei o seu conto e gostaria de saber se gostou desta pegada forte, eu amo bater numa bunda, no rosto e chamar de todos os nomes, vamos converar? euamoavida2020@gmail.com

0 0

Listas em que este conto está presente

Negao_RJ
Os melhores