Tirei A Virgindade Do Meu Cunhado E Recebi Por Isso

Um conto erótico de Hanna
Categoria: Grupal
Contém 563 palavras
Data: 28/06/2024 11:33:06
Última revisão: 14/03/2026 13:35:49

Educação de Macho: O Sogro no Comando

Como relatei anteriormente, meu sogro me possuiu com uma maestria que meu esposo jamais sonhou ter. Sr. Joaquim prometeu voltar para mais, e cumpriu. As formalidades morreram naquele primeiro encontro na mesa de jantar. Eram nove da manhã de um final de semana quando ele entrou na minha casa e foi direto para o meu quarto. Eu estava nua, entregue ao sono tardio, mas despertei com a presença dele. No automático, virei de bruços; meu corpo clamava para ser invadido novamente por aquele macho viril e de verdade.

​Ele abriu o cinto da bermuda, o som do metal ecoando no quarto silencioso. "Está se virando porque quer o meu pau, não é?", ele rosnou. Apenas olhei para ele e assenti. Joaquim reforçou o que sempre soube: que eu sou uma puta, que meu cheiro exala a essência de uma vadia, de uma piranha. Com os braços estendidos ao longo do corpo, comecei a me masturbar, sentindo o perfume dele impregnar os lençóis. O tesão era insuportável.

​O velhote me puxou pelas pernas com força bruta, me arrastando até a beira da cama, e enterrou-se no meu rabo sem piedade. Quando levantei a cabeça, arquejando, vi que o canalha não viera sozinho. Na porta estava Manoel, meu cunhado de 25 anos, assistindo a tudo enquanto se masturbava. O pau dele era grande, mas fino, denunciando a inexperiência. Joaquim, o mestre de cerimônias, ordenou que eu o mamasse.

​Obedeci prontamente. Enquanto eu devorava o mastro do meu cunhado, Joaquim ditava as regras: mandava Manoel bater na minha cara e puxar meu cabelo com força. O sogro continuava maltratando meu cu por trás, em um ritmo implacável. Eu amava aquela posição, amava ser dominada e reduzida à minha verdadeira natureza. Ele estava certo: eu nasci para ser a puta dele.

​Joaquim saiu do meu rabo e entregou uma camisinha ao filho, ordenando que ele "comesse a piranha". Ajudei o garoto, que estava trêmulo e atrapalhado. Coloquei a proteção com a boca, chupei-o até que estivesse pronto e o guiei para dentro da minha bucetinha melada. Ele não durou muito; a inexperiência o traiu e ele gozou rápido. Joaquim, furioso, gritou que só criara filhos fracos — e ele não estava errado.

​O coroa colocou o moleque sentado na poltrona como voyeur. "Preste atenção em como se trata uma puta", sentenciou. Ele me pegou com fúria. Encheu minha cara de tapas, fez-me engasgar no seu pau, cuspiu no meu rosto e me usou de todas as formas possíveis, alternando entre cu e buceta. Ele me xingava, deixava marcas roxas no meu corpo e, por fim, gozou na minha cara, selando sua soberania.

​Mas ele não parou por aí. Puxando-me pelos cabelos, levou-me até o banheiro. Ordenou que eu ficasse com a boca aberta e urinou no meu rosto, sob o olhar atônito do meu cunhadinho. Após o "batismo", tomei um banho demorado. Quando saí, encontrei duzentos reais sobre a cama e uma mensagem no celular: "Pagamento pelo seu trabalho de tirar a virgindade do meu filho, puta".

​Sorri, vitoriosa. O telefone tocou: era Mateo. Ele adiantou o voo e estava chegando. "Saudades, mo... Vou chamar meu pai e meu irmão para almoçarmos todos juntos". Respondi com alegria e concordei imediatamente. Afinal, nada como uma tarde em família para celebrar a minha nova função.

​Espero ansiosamente pela próxima visita do meu dono.

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Comentários

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Que conto horrível

Percebe-se a visão masculina tentando passar ideia de segunda pessoa.

Horriel

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