Sogro Não Perdeu A Oportunidade

Um conto erótico de Hanna
Categoria: Heterossexual
Contém 599 palavras
Data: 28/06/2024 21:23:24
Última revisão: 14/03/2026 13:38:22

O Pós-Almoço com Joaquim

Mateo chegou de viagem por volta do meio-dia. Mal cruzou a porta e já me cobriu de abraços, narrando as vitórias do trabalho e as decisões tomadas. Sinceramente, fiquei feliz em revê-lo, mas o clima mudou quando ele saiu do banho cheio de graça, querendo "tirar o atraso". Eu ainda estava ardendo, sentindo cada centímetro dos maus-tratos que o pai dele havia me dado minutos antes. Consegui me desvencilhar com jeitinho, alegando que já passava da hora do almoço e que não podíamos deixar o pai e o irmão dele esperando.

​Na churrascaria, o encontro foi digno de um roteiro perverso. Os "príncipes" chegaram com trinta minutos de atraso. Abraços protocolares, perguntas sobre a viagem... e eu ali, com uma dificuldade imensa de sentar por causa do meu rabo castigado. Cumprimentei Joaquim com um beijo no rosto, sentindo aquele perfume maldito que me desarma. Já meu cunhado, Manoel, mal sentou e começou a chorar.

​O choro evoluiu para uma crise de histeria, chamando a atenção de toda a churrascaria. Mateo, preocupado e cego, tentava acalmá-lo, enquanto eu pedia que ele respirasse fundo, observando aquele espetáculo de fraqueza. O gerente ofereceu ajuda para levá-lo ao hospital. Mateo me perguntou se eu me importava se ele fosse acompanhar o irmão. "Claro que não, querido", respondi com a maior cara de anjo do mundo. Joaquim se prontificou a me levar para casa depois. Trocamos um olhar que dizia tudo: o banquete estava apenas começando.

​Eles saíram e eu, obviamente, não ia passar fome por causa de um mané. Almocei com calma, pedi o vinho mais caro da carta e deixei o fdp do Joaquim pagar cada centavo. No caminho de volta, dentro do carro, o ritual recomeçou: ele me obrigou a mamá-lo até chegarmos em casa.

​Assim que entramos, o desejo explodiu. Sentei no colo dele ali mesmo na sala. Eu estava de vestido, então bastou puxar a calcinha para o lado. Joaquim apertava meu pescoço, puxando meu vestido tomara que caia e deixando meus seios enormes pularem a cada quicada selvagem que eu dava naquela piroca deliciosa.

​Ele ainda teve tempo de me colocar de quatro no sofá. Foi nesse momento que o celular tocou. Atendi a ligação enquanto era penetrada com fúria. Era Mateo, avisando que o irmão tinha melhorado após um calmante. Eu, sentindo as estocadas profundas de Joaquim, respondia com a voz pausada, lutando para não gemer: "Sim, amor... seu pai acabou de me deixar em casa... ele está muito preocupado com vocês, liga para ele, mo... ele deve estar chegando na casa dele agora". E o velho ali, me maltratando, rindo da minha cara enquanto me possuía.

​Meu cu já não aguentava mais nada, estava combalido, ardido e destruído, mas Joaquim ainda descarregou uma última paulada no meu botão para selar o dia. Ele gozou na minha boca e sentenciou: "Essa é a sobremesa". Foi embora, deixando-me exausta para esperar o pamonha do meu marido.

​Quando Mateo chegou, fingi um cansaço extremo para não ter que tocá-lo. Deixei que ele ficasse na sala conversando com o irmão pelo telefone e fui para o quarto curtir minha ardência na cama. Antes de apagar, ainda fiz uma siririca rápida para relaxar; afinal, um prazer extra nunca é demais. Tive que dormir ouvindo os relatos do hospital, sabendo que a crise de Manoel era puro nervosismo de quem perdeu a virgindade para a mulher do irmão sob os olhos do próprio pai.

​Definitivamente, o Sr. Joaquim é um macho de verdade. Uma pena que os filhos não tenham herdado nem uma gota da virilidade daquele coroa.

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