​A Mesa do Pecado: Entre o Sal Grosso e a Traição

Um conto erótico de Hanna
Categoria: Heterossexual
Contém 716 palavras
Data: 30/06/2024 04:37:31
Última revisão: 14/03/2026 14:59:24

​Sr. Joaquim, além de viril, é um homem dotado de uma persuasão diabólica. Sem trocar uma palavra com o filho, ele simplesmente apareceu na nossa porta carregado de vinhos, carnes nobres e queijos, exatamente na hora em que Mateo chegava. Mais cedo, ele já havia selado meu destino com uma mensagem curta e imperativa: "Esteja de vestido e sem calcinha. Vou te comer na sua casa enquanto meu filho faz o churrasco".

​A nossa área gourmet é impecável, mas o frio serviu como a desculpa perfeita para ficarmos na parte interna. O velho cafajeste, com uma naturalidade assustadora, mandou o filho "bocó" para a churrasqueira. Enquanto Mateo se ocupava com o fogo, Joaquim aproveitou o vai e vem dos preparativos para me dominar. No meio da sala, ele me prensou contra a mesa. Me debrucei por instinto, e ele me possuiu em uma rapidinha furiosa, ritmo nível cinco, enquanto a voz do meu marido ecoava a poucos metros de distância.

​O medo de ser flagrada misturado ao perfume hipnotizante dele criou um coquetel de adrenalina que fez meu coração quase saltar pelo peito. Joaquim estava sem cueca, apenas de bermuda e camisa, exibindo aquele corpo sarado que humilha a flacidez do filho. Sentir o pau dele invadindo minha buceta úmida sob o risco do escândalo foi a coisa mais excitante que já vivi.

​Depois do primeiro round, sentamos no sofá como se nada tivesse acontecido. Olhei para ele e balbuciei que ele não prestava, mas minha pele gritava por mais. Exigi que ele me comesse pelo rabo; o orgasmo anal com ele é uma experiência de outro mundo. O infeliz, com um cinismo invejável, ainda perguntou ao filho se precisava de ajuda ou de algo do mercado.

​Mateo, o anfitrião ingênuo, disse que o carvão estava no fim e que iria buscar no sacolão ali perto. Joaquim até tentou disfarçar, dizendo que não precisava, mas o coió insistiu que também faltava sal grosso. Bastou o portão bater para que eu me jogasse sobre a mesa novamente. Puxei o vestido, exibi minha bunda branca e provoquei:

— "Fode com força, seu velho fdp! Se não tiver pressão, nem encosta no meu cuzinho."

​Ele não disse uma palavra. Apenas posicionou a cabeça do pau e, em uma estocada brutal, entrou meio caminho. Vi estrelas. A dor era deliciosa. Ele me agarrou pelos cabelos, descarregou tapas pesados nas minhas nádegas e rosnou o quanto eu era piranha, vadia, puta. Respondi à altura, dizendo que ele me transformou nisso, que o filho dele é um amador perto do mestre. Tentei descobrir o nome do perfume que me deixa mole, mas o canalha se recusou a revelar o segredo do seu feitiço.

​Antes de Mateo voltar, Joaquim saiu de dentro de mim e se agachou por trás. Senti a língua dele me explorando com uma voracidade que me fez gozar na sua boca ali mesmo, olhando fixamente para o portão. O risco era o tempero principal. Para fechar, levei um tapa na cara que estalou no meu focinho. Adoro a sensação de submissão total que ele exerce sobre mim. Como prêmio pelo risco, ainda mamei seu pau rapidamente antes que o marido cruzasse a sala.

​Mateo chegou, me beijou com seus lábios inocentes, enquanto Joaquim se recompunha no banheiro com a calma dos vitoriosos. O resto da noite foi um teatro de absurdos: o sogro cobrando netos do filho, lembrando com saudade de quando fui apresentada à família, enquanto eu o observava e pensava no nível de sua canalhice.

​Quando finalmente fomos para o quarto, Mateo começou a exaltar as qualidades do pai. Eu estava nua, com o corpo ainda pulsando, querendo transar de verdade, mas o "pamonha" mandou eu colocar uma camisola para não resfriar. Ele virou para o lado e começou a roncar.

​Sobrou para mim a masturbação e a leitura da mensagem que chegou no celular: "Você é a puta mais vadia que eu já comi". Respondi que ele ressuscitou a mulher que estava adormecida em mim. Agora, meus planos mudaram: vou retribuir as visitas e ir até a casa dele enquanto Mateo trabalha. Só espero que o Manoel não tenha outro colapso ao ver a cunhada nos braços do pai.

​Termino este relato aqui, no escuro do quarto, gozando sozinha enquanto o marido dorme o sono dos ignorantes.

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Corrigindo email: Adoranodo o seu conto e quero ler todos outros, estou amando fazer da minha namorada também de submissa, vamos conversar? queria ver uma foto sua para também gozar gostoso, da próxima manda ela bater e beixar sua bunda vermelha de tapas, senta no pau dele e manda ele bater na sua cara e puxar seus seos que vai amar: euamoavida2020@gmail.com

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Adoranodo o seu conto e quero ler todos outros, estou amando fazer da minha namorada também de submissa, vamos conversar? queria ver uma foto sua para também gozar gostoso, da próxima manda ela bater e beixar sua bunda vermelha de tapas, senta no pau dele e manda ele bater na sua cara e puxar seus seos que vai amar: euamoavida2020@gmaiç.com

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