Há cerca de um ano, passei por uma situação complicada. Vamos ao conto verídico:
Saí de casa em um sábado de julho de 2023, informando aos moradores da casa onde resido que iria trabalhar. Uniforme na bolsa e lá vou eu. Trabalhei muuuuuito! Como trabalhei na piroca do negão pilantra que me come... e o canalha me maltratou muito sexualmente naquele dia. Sem exagero, foi o encontro em que mais fui "estuprada" de prazer. Somando a essa loucura, bebemos dois baldes de cerveja e, após o motel, ainda fomos a um restaurante e bebemos mais cervejas na hora do almoço.
Cheguei em casa completamente destruída, "pra lá de Marrakesh" no quesito álcool e exausta. Além disso, estava toda robotizada das porradas e pauladas; perdi as forças já no motel. Não estou acostumada a essa sequência de pirocadas — geralmente é só uma "mal dada" e dormir —, mas encarar um negão com raiva a manhã toda... haja energia!
Na minha casa, rolava um churrasco com quem se intitula meu esposo. Já mandei ele seguir o baile, mas ele não aceita o fim; então, que seja corno. Eu cheguei — posso imaginar como, rs — e deitei no chão da varanda com o intuito de descansar. O corno ficou me olhando; deve ter sentido o cheiro de outro macho, e o da bebida com certeza sentiu.
Eu apaguei e o babaca pegou meu celular. Foi direto na última conversa do WhatsApp — a conversa que eu, por azar, esqueci de apagar. Era o diálogo onde eu falava de sexo anal, porque o cretino, depois que me destrói, fica enviando mensagens indagando como estou, se estou sentando direitinho... Na verdade, ele tem tesão em saber como eu fico no dia seguinte; excita-o saber que estou desconjuntada, destruída e com marcas evidentes. Ele adora saber que tenho dificuldade até para as necessidades básicas.
Como eu peguei no sono, o corno leu tudo e começou a gritar dentro de casa que eu tinha dado o cu. Acredito que todos os vizinhos ouviram, já que o idiota gritava e me acordou aos berros, perguntando por que ele não tinha chance, mas "o da rua" tinha. Ligou para o rapaz, fez ameaças... tive que tomar o telefone da mão dele. Foi um enredo!
Na madrugada, ele entrou no meu quarto querendo comer meu cuzinho. Imagine a cena: meu anel completamente combalido e o "sem chances" querendo... nem fodendo eu daria! Não aguentava nem tocar para lavar, então o expulsei do meu quarto.
Pela manhã, fui acordada com um belo café da manhã na cama. Confesso que fiquei assustada com a gentileza: algumas horas antes ele queria me matar e, depois, café na cama? Agradeci e pensei: "Só pode ser corno mesmo". Conversamos bastante, uma DR afiada. Como já disse, ele não aceita que terminamos; comentou que só pegou meu celular porque nunca tinha me visto tão cansada, achava impossível eu ter vindo do trabalho. Continuou dizendo que cheguei destruída, deitei e apaguei.
Neguei tudo o que ele leu e ainda fui agraciada, à tarde, com um almoço que ele também fez. Liguei para o meu "carrasco" e nos acertamos. Até hoje ele me maltrata, e com louvor. Agora sou obrigada a dar a cara para apanhar, engolir seu esperma, andar como cachorra na suíte, fazer golden shower... fora as marcas no pescoço. Eu peço porque gosto de ver no espelho; eu amooooooo ser a puta dele.
Como sempre digo: ele não presta, mas sabe me comer e me faz gozar horrores. Relato verídico. Sou a Nata, uma mulher negra, linda e gostosa. Espero que o meu cuckold continue trazendo café na cama depois da surra de piroca que eu levo. É difícil ficar andando ardida, então prefiro a comodidade em casa e os maus-tratos na rua. Adoroooooo!
