A Morena que Não Sabia Esperar - O Abuso de Deby

Um conto erótico de Marcos
Categoria: Heterossexual
Contém 535 palavras
Data: 05/06/2024 06:29:46
Última revisão: 15/03/2026 19:35:09

Recém-admitido e sem conhecer absolutamente ninguém no plantão, vivi uma história em 2018 que mudou minha percepção sobre o "momento de descanso". Era logo após o jantar; eu buscava um refúgio para curtir minha pausa em um local destinado aos funcionários. Sentei-me em um banco longo, estilo praça, e em poucos minutos uma moça e um rapaz aproximaram-se, conversando baixo.

​A moça, que depois descobri chamar-se Deby, era uma técnica de enfermagem morena, de baixa estatura, mas com um corpo que parava o hospital: uma bunda monumental e um rosto de quem nasceu para a safadeza. Sem qualquer aviso, ela esticou a mão e começou a alisar meu pênis por cima da calça, sem pressa. Com um sorriso cínico, justificou que o volume chamava atenção demais para ser ignorado.

​Tomei um susto genuíno, mas ela, com a palma da mão espalmada no meu peito, pediu calma. Disse que o colega ao lado era gay, discreto e que ali não havia câmeras. Estava tentada, e ponto. Antes de sair, deixou um papel com seu número. Eu, atônito, apenas guardei o bilhete e me retirei.

​Mais tarde, naquele mesmo plantão, fui atender um paciente em outro setor. Para minha "surpresa", lá estava a demônia para me auxiliar. Ao passar por mim, ela não apenas esbarrou; ela se esfregou, deixando o calor daquela bunda gigante gravado na minha coxa. Pediu desculpas com um olhar de quem estava me devorando viva. Respondi na mesma altura: "Não tem problema, Deby... pode esbarrar quantas vezes quiser".

​Com o tempo, a conversa evoluiu e a verdade apareceu. Ela vivia uma frustração em casa: o marido sofria de ejaculação precoce, recusava tratamento e tentava compensar com próteses frias. Ela gritava por algo quente, real e pulsante. Confessou que, desde o refeitório, o que ela queria era o vigor de um negão com o meu porte.

​Fomos ao motel, mas o auge da loucura aconteceu em um sábado, no meu segundo emprego. Eu estava no setor quando o telefone tocou. Era ela, perguntando onde eu estava. Quando respondi, ela simplesmente disparou: "Estou na porta do seu setor".

​Abri a porta e lá estava ela, uniformizada e ofegante. Assim que entrou, a porta se trancou e o mundo lá fora silenciou. Ela me beijou com fúria, arriou as calças e a calcinha em um movimento só. Apoiou as mãos na mesa de exames, empinou aquele rabo magnífico e ordenou: "Me come pelo cu, sem pena. Quero voltar para casa marcada". Ela nunca escondeu que o prazer dela morava ali, no sexo anal bruto. Atendi a exigência com o vigor que o momento pedia, enquanto o risco de alguém bater na porta só aumentava o meu tesão.

​Infelizmente, o marido acabou descobrindo. O homem ficou transtornado, passou a persegui-la e até tentou me encontrar no trabalho para causar escândalo. Graças a Deus, nunca nos cruzamos.

​Hoje, nosso contato limita-se ao estritamente profissional. Mas sempre que nossos olhos se cruzam no corredor, as lembranças voltam: as loucuras nas ruas, os encontros rápidos atrás de postes, a urgência das madrugadas de descanso e o calor proibido dentro do ônibus. Deby era uma mulher que sabia exatamente o que queria — e ela queria o meu melhor.

​Até a próxima.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 14 estrelas.
Incentive Negão_RJ a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Negão_RJNegão_RJContos: 344Seguidores: 125Seguindo: 8Mensagem Gosto de Ler, Gosto de Escrever

Comentários

Listas em que este conto está presente