Uma Rapidinha no Hospital

Um conto erótico de Rosane
Categoria: Heterossexual
Contém 494 palavras
Data: 05/06/2024 09:31:09
Última revisão: 15/03/2026 19:28:13

Sou a Rô: solteira, branca, dona de seios médios e, acima de tudo, apaixonada por sexo. Tive um envolvimento intenso com um "cachorro" chamado Marcos — um negro alto, lindo e imponente que conheci pelas redes sociais. No início, ele achou que eu era um fake ou uma pegadinha, mas o tempo tratou de mostrar que eu era bem real e muito mais perigosa do que ele imaginava.

​Vivemos várias loucuras, mas esta, ocorrida há sete anos, foi especial. Meu filho precisava de seringas de insulina que estavam em falta, e o Marcos, que trabalha na área da saúde, conseguiu o material para mim. Ele marcou o encontro no próprio hospital onde trabalhava. Vesti meu melhor vestido amarelo, fiz uma maquiagem leve e fui até lá, movida pela necessidade das seringas e pela fome que sentia dele.

​Fui recepcionada e levada até a porta do setor dele. Ele ainda atendia um paciente, então sentei e esperei minha vez, fingindo uma calma que não existia. Quando a porta se abriu e ele me viu, Marcos me percorreu com o olhar de cima a baixo, um escaneamento que fez meu corpo vibrar. Pediu que eu aguardasse só mais um pouco.

​Assim que o último paciente saiu e eu entrei, a porta se trancou e o mundo lá fora deixou de existir. Ele não perdeu tempo: atacou meu pescoço, levantou meu vestido com urgência e começou a devorar meus seios. Em segundos, eu já estava de joelhos, fazendo o que mais amo: chupando aquele pau maravilhoso até quase deixá-lo sem fôlego.

​Eu já sabia do que ele gostava. No nosso primeiro encontro, após um boquete audacioso em uma praça perto de casa, eu perguntei direto: "Você gosta de comer cu?". A resposta, claro, foi um "sim" retumbante que já tinha rendido sessões intensas no meu banho, no meu quintal (com o risco do vizinho fofoqueiro ver) e até enquanto eu cozinhava uma sopa de ervilhas. Na sala de exames, não seria diferente.

​Ele trouxe o assunto à tona enquanto me virava de costas. Apoiei as mãos com força na mesa de exames, empinei minha bunda e senti o Marcos invadir meu cuzinho com uma força que me fez perder o chão. Haviam pessoas do lado de fora, o silêncio era obrigatório, o que tornava tudo ainda mais excitante. Tomei no cu lindamente, caladinha, sentindo cada estocada profunda daquele negão. Foi uma rapidinha marcante, finalizada com ele gozando fundo dentro de mim.

​Me arrumei às pressas, peguei as seringas e saí de lá com o sorriso no rosto e o rabo cheio de leite. No caminho de volta, a sensação do sêmen dele escorrendo me deixava em chamas. Assim que cheguei em casa, mandei uma mensagem desejando um bom final de plantão e, para torturá-lo um pouco mais, enviei nudes de frente e de costas, exibindo o estrago que ele tinha feito.

​Ele ficou louco! Se pudesse atravessar a tela do celular, o segundo round teria sido ali mesmo.

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