Sou a Rô: solteira, branca, dona de seios médios e, acima de tudo, apaixonada por sexo. Tive um envolvimento intenso com um "cachorro" chamado Marcos — um negro alto, lindo e imponente que conheci pelas redes sociais. No início, ele achou que eu era um fake ou uma pegadinha, mas o tempo tratou de mostrar que eu era bem real e muito mais perigosa do que ele imaginava.
Vivemos várias loucuras, mas esta, ocorrida há sete anos, foi especial. Meu filho precisava de seringas de insulina que estavam em falta, e o Marcos, que trabalha na área da saúde, conseguiu o material para mim. Ele marcou o encontro no próprio hospital onde trabalhava. Vesti meu melhor vestido amarelo, fiz uma maquiagem leve e fui até lá, movida pela necessidade das seringas e pela fome que sentia dele.
Fui recepcionada e levada até a porta do setor dele. Ele ainda atendia um paciente, então sentei e esperei minha vez, fingindo uma calma que não existia. Quando a porta se abriu e ele me viu, Marcos me percorreu com o olhar de cima a baixo, um escaneamento que fez meu corpo vibrar. Pediu que eu aguardasse só mais um pouco.
Assim que o último paciente saiu e eu entrei, a porta se trancou e o mundo lá fora deixou de existir. Ele não perdeu tempo: atacou meu pescoço, levantou meu vestido com urgência e começou a devorar meus seios. Em segundos, eu já estava de joelhos, fazendo o que mais amo: chupando aquele pau maravilhoso até quase deixá-lo sem fôlego.
Eu já sabia do que ele gostava. No nosso primeiro encontro, após um boquete audacioso em uma praça perto de casa, eu perguntei direto: "Você gosta de comer cu?". A resposta, claro, foi um "sim" retumbante que já tinha rendido sessões intensas no meu banho, no meu quintal (com o risco do vizinho fofoqueiro ver) e até enquanto eu cozinhava uma sopa de ervilhas. Na sala de exames, não seria diferente.
Ele trouxe o assunto à tona enquanto me virava de costas. Apoiei as mãos com força na mesa de exames, empinei minha bunda e senti o Marcos invadir meu cuzinho com uma força que me fez perder o chão. Haviam pessoas do lado de fora, o silêncio era obrigatório, o que tornava tudo ainda mais excitante. Tomei no cu lindamente, caladinha, sentindo cada estocada profunda daquele negão. Foi uma rapidinha marcante, finalizada com ele gozando fundo dentro de mim.
Me arrumei às pressas, peguei as seringas e saí de lá com o sorriso no rosto e o rabo cheio de leite. No caminho de volta, a sensação do sêmen dele escorrendo me deixava em chamas. Assim que cheguei em casa, mandei uma mensagem desejando um bom final de plantão e, para torturá-lo um pouco mais, enviei nudes de frente e de costas, exibindo o estrago que ele tinha feito.
Ele ficou louco! Se pudesse atravessar a tela do celular, o segundo round teria sido ali mesmo.
