O grupo de amigos estava reunido para celebrar o aniversário do Marcos. Ele estava chegando à metade do século e a turma decidiu que a comemoração oficial seria na "casa das primas". Éramos oito no total. O Leandro, nosso promoter oficial e frequentador assíduo do Amarelinho’s Bar, era o mais animado; levou a trupe garantindo que a diversão seria histórica.
Na entrada, o Leandro já era cumprimentado por todos. Já o Antônio, o mais retraído do grupo, tentava puxar o freio de mão, colocando empecilhos, enquanto o aniversariante, Marcos, apenas se deixava levar pela correnteza da diversão, como diz a música. No meio da bagunça, o Anderson precisou atender o celular fora do "inferno" para falar com a esposa; lá dentro, o som estava alto demais. Ele garantiu que estávamos todos bem, apenas celebrando o "negão".
Era plena segunda-feira, dia 3 de junho. Aproveitando a promoção de dose dupla, pedíamos chopp de quatro em quatro para suprir a mesa de oito marmanjos. As canecas chegavam estupidamente geladas. Leandro insistia: "Vamos subir para os quartos ou não?". O Evandro, então, sugeriu o trato: um sorteio. Os quatro sorteados subiriam para o prazer, mas em troca pagariam a conta da mesa inteira. Quem não fosse sorteado, bebia de graça. O coro foi unânime: "Fechado!". A única regra? O que acontece em Nárnia, fica em Nárnia. O aviso foi direto para o Wallace, o linguarudo do grupo.
Nomes na sacola: Marcos, Leandro, Anderson, Antônio, Wallace, Carlos, Evandro e César. "Que rufem os tambores!", gritou Leandro após virar uma caneca trincando. As meninas do bar já faziam torcida organizada, dando o tom da paquera. Meus olhos não saíam da Aparecida: uma preta maravilhosa, corpo esculpido, sorriso envolvente e aquele olhar de quem sabe ser safada. Tinha uma flor no cabelo e um rabo que, a cada passo, parecia hipnotizar o ambiente. A purpurina no corpo dela brilhava menos que o meu desejo por ela.
Os nomes saíram: Antônio (o primeiro, para sair do atraso!), Wallace, Marcos e César.
Antônio subiu com a japinha sexy; Wallace escolheu a morena bronzeada; César foi com a Gisa, uma loirinha de 22 anos; e eu, claro, só apontei para a Aparecida e sussurrei: "Quero você". Subimos sob os gritos do Leandro: "Tragam o cardápio, que hoje eu como de graça!".
Trinta minutos depois, a realidade apareceu. Eu desci radiante, com a Aparecida grudada em mim, sentando no meu colo e recusando bebida porque estava "de dieta". Já o Antônio desceu com a cara fechada, quase tropeçando nos próprios pés, enquanto a japa atrás dele não parava de gargalhar. O Wallace desceu feliz, mas a acompanhante dele cochichou algo para a Aparecida que eu consegui captar: "Soca fofo". E o César? Bom, a Gisa desceu fazendo sinal de "joinha" para baixo. A desculpa dele foi a clássica: "Fiquei nervoso".
O Carlos e o Evandro passavam mal de tanto rir das histórias. No fim, a japa do Antônio ainda trouxe um bolo com vela, cantamos parabéns e a conta foi paga pelos "felizardos". Mas a noite não acabou ali para mim.
Antes de ir embora, voltei para os aposentos com a Aparecida. Ela merecia um date exclusivo. Aquela preta gostosa se entregou com uma força absurda. Quando a coloquei de quatro, penetrei o seu cuzinho apertado com vontade, sentindo cada centímetro daquela raba incrível. Ela gemia alto, pedindo mais, e quando a coloquei para mamar, fiz com tanto vigor que a deixei sem fôlego, quase a ponto de gorfar de tanto prazer. Que mulher cheirosa, que pele quente!
Aquilo foi só o começo. O segundo encontro, fora do Amarelinho’s, foi ainda mais intenso, e eu faço questão de contar os detalhes no próximo conto.
Até a próxima!
