Era março de 2012. Eu trabalhava em uma clínica de saúde da família que atendia pacientes com tuberculose. O povo aparecia lá com cada história, entre consultas e a distribuição de medicamentos na farmácia. Eu estava apenas no meu terceiro mês, mas já conhecia todo mundo, pois vinha da UPA que ficava colada ao local — parede com parede.
Mas quem realmente prendia meu olhar era a Raquel. Ela era uma morena de traços marcantes, mas muito fechada, sisuda e de poucas palavras. Não soltava um sorriso nem para os colegas de trabalho, e confesso que esse ar de "difícil" me instigava. Sou o Marcos, um negão que chegou querendo fazer amizades, mas com ela eu joguei o jogo de quem sabe comer mingau quente: pelas beiradas.
Fui conquistando sorriso após sorriso com elogios pontuais, até que ela, direta, disparou que meu interesse era puramente sexual. Aproveitei o gancho na hora: "Com certeza é!". O start estava dado. A partir dali, o assunto sexo não morria mais. Eu trabalhava a autoestima dela, que era baixa; elogiava sua inteligência, sua elegância e sua beleza de mulher de trinta anos. Lembro do dia em que ela chegou de cabelo escovado e eu a exaltei na frente de todos. Ela florescia com o meu interesse.
Certo dia, a clínica parou para uma reunião de metas com a gestora. Todos seriam obrigados a ficar horas ouvindo palestras, mas, por sorte, nem eu nem a Raquel fomos convocados. Vi ali a oportunidade de ouro. Pela manhã, já mandei a real: "Raquel, hoje eu vou comer seu cu na hora da reunião. Esteja na minha porta".
Às 14h em ponto, ouvi as batidas discretas. Coloquei-a para dentro, dei uma conferida rápida no corredor — o silêncio era total, todos trancados na reunião. Voltei para a sala, tranquei a porta e parti para cima. Beijei-a com fome, dizendo o quanto ela estava linda, mas a Raquel, objetiva como sempre, cortou o clima romântico: "Vai comer meu cu ou não?".
Puxei a cadeira de escritório, arriei a calça de trabalho dela e a posicionei de quatro, com as mãos apoiadas no assento. Ela pediu para ir devagar. Não vou ser hipócrita: na urgência do momento, nem lembrei de camisinha. Cuspi generosamente naquele botãozinho moreno e posicionei o "Luluzinho", que já estava grosso e pulsando de vontade.
Empurrei com força. Ela se contorcia na cadeira, soltando suspiros abafados enquanto eu vencia a resistência daquela portinha. Quando entrou tudo, ela olhou por cima do ombro com um prazer evidente. Ficamos naquele vai e vem rítmico, prolongando o que deveria ser uma rapidinha, mas estava gostoso demais para parar.
No exato momento em que eu ia gozar, batem na porta com insistência. Pensei: "Fudeu!". Raquel com o cu transbordando o meu leite, eu com o pau exposto... Vesti-me às pressas enquanto ela corria para trás da porta aberta. Abri apenas uma fresta e dei de cara com o Medeiros, meu antigo colega da UPA.
— Fala, negão! Deixa eu entrar aí — disse ele, tentando forçar a passagem.
Com a porta entreaberta e a Raquel escondida a centímetros dele, eu disse que estava ocupado e que ligaria depois. O fdp insistia, e eu precisei ser firme pela terceira vez até ele desistir. Quando ele saiu, limpei meu pau com papel toalha e ela saiu logo em seguida, disfarçando com sua vassoura e seu balde como se estivesse apenas limpando o setor.
Mais tarde, encontrei o Medeiros na saída. Ele, malandro, já tinha matado a charada: "Você estava comendo alguém lá dentro, né, safado?". Só dei um sorriso de canto de rosto.
Na semana seguinte, Raquel confessou que o cu ainda estava ardido, mas que tinha adorado a sensação de ser possuída daquele jeito. Disse que agora queria a revanche, mas no motel. Como sou um homem obediente, atendi o desejo dela: fomos para o motel e nos perdemos em posições diversas, explorando o anal, o oral e aquela ppk quente e apertada que ela escondia sob o uniforme.
Quem nunca viveu uma loucura dessas no local de trabalho não sabe o que é adrenalina pura!
Até a próxima!
