Vinho, Luxo e Pequenos Pecados

Um conto erótico de Suzane
Categoria: Heterossexual
Contém 554 palavras
Data: 08/06/2024 11:15:12
Última revisão: 15/03/2026 18:46:28

Três anos após a partida do meu marido, decidi que era hora de voltar ao jogo. Conheci o César: um homem educado, amável e extremamente respeitador. Acreditem, ele nunca me mandou um único nude! Mas, apesar da postura de cavalheiro, ele jamais escondeu sua real intenção: me chupar, me comer e me pegar com vontade. Suas mensagens eram serenas, sempre no limite da elegância, o que confesso que me deixava em dúvida, já que eu, Suzane, sou uma mulher de instintos fortes.

​Eu sou safada, gosto do jogo bruto. Gosto de ser dominada, maltratada no bom sentido e, claro, de dominar também. Gosto de sentir o peso da mão, de ser explorada em cada centímetro e, acima de tudo, de gozar até perder o fôlego. Só de imaginar um encontro quente, meu corpo inteiro pulsa. Adoro mamar e faço questão de que o homem despeje todo o seu leite na minha boca.

​Ajustamos nossos horários e ele, um lorde, mandou um carro me buscar. Eu não sabia o destino, mas meu corpo já previa: um motel de luxo. Quando entrei na suíte, lá estava ele, me esperando apenas de sunga e com uma taça de vinho na mão. Ele atingiu meu ponto fraco em cheio. A suíte era deslumbrante, o clima estava perfeito e o meu cabelo escovado? Bom, esse foi pro caralho no primeiro beijo. O vinho me deixa solta, elétrica, e o César soube jogar pesado.

​Ele foi extremamente carinhoso no início, e eu até gosto disso... às vezes. Tirou minha roupa com calma e começou um oral que, vou te contar, foi divino. O homem chupa maravilhosamente bem! Claro que houve retribuição imediata, e foi aí que veio a descoberta — uma surpresa um tanto "desanimadora". O pau dele era minúsculo. Para masturbá-lo, eu precisaria apenas do indicador e do polegar. Mistério resolvido: agora eu entendi por que ele nunca enviou nudes.

​Mas eu não estou morta e desafios existem para serem superados. Chupei com vontade. Depois, ele me colocou de quatro. Embora eu não sentisse aquele preenchimento que tanto amo, minha mente voava. Eu imaginava como seria o sexo anal com ele; como gosto de ser penetrada com força, até ficar marcada, pensei que com ele eu seria uma "eterna virgem", um verdadeiro anestesista. Ele, no entanto, nem tocou no assunto e eu não fiz questão.

​Partimos para o clássico papai e mamãe. Nessa posição, finalmente senti algo mais intenso, pois o corpo dele roçava com força no meu clitóris enquanto ele se esforçava para chegar lá. Ele gozou e fizemos uma pausa.

​Enquanto ele se recompunha, eu continuava em chamas, embalada pela minha taça de vinho. Recomeçamos as carícias e ele voltou a me chupar. O oral dele realmente compensava qualquer falta de centímetro. Decidi que, se não havia tamanho, haveria entrega: assumi o comando. Comecei a mamar com uma voracidade que o deixou louco. Forcei o ritmo, usei a língua, a garganta, até sentir que ele ia explodir. Eu queria o prêmio final.

​Ele gozou farto. Amo o contraste do sabor do leite de macho com o requinte do vinho. Ele me trouxe em casa logo depois, pois tinha seus compromissos, mas deixei a porta aberta. Afinal, entre a cortesia, o vinho de qualidade e o sabor daquele leite, a noite valeu cada segundo.

​Beijos e até a próxima!

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