Três anos após a partida do meu marido, decidi que era hora de voltar ao jogo. Conheci o César: um homem educado, amável e extremamente respeitador. Acreditem, ele nunca me mandou um único nude! Mas, apesar da postura de cavalheiro, ele jamais escondeu sua real intenção: me chupar, me comer e me pegar com vontade. Suas mensagens eram serenas, sempre no limite da elegância, o que confesso que me deixava em dúvida, já que eu, Suzane, sou uma mulher de instintos fortes.
Eu sou safada, gosto do jogo bruto. Gosto de ser dominada, maltratada no bom sentido e, claro, de dominar também. Gosto de sentir o peso da mão, de ser explorada em cada centímetro e, acima de tudo, de gozar até perder o fôlego. Só de imaginar um encontro quente, meu corpo inteiro pulsa. Adoro mamar e faço questão de que o homem despeje todo o seu leite na minha boca.
Ajustamos nossos horários e ele, um lorde, mandou um carro me buscar. Eu não sabia o destino, mas meu corpo já previa: um motel de luxo. Quando entrei na suíte, lá estava ele, me esperando apenas de sunga e com uma taça de vinho na mão. Ele atingiu meu ponto fraco em cheio. A suíte era deslumbrante, o clima estava perfeito e o meu cabelo escovado? Bom, esse foi pro caralho no primeiro beijo. O vinho me deixa solta, elétrica, e o César soube jogar pesado.
Ele foi extremamente carinhoso no início, e eu até gosto disso... às vezes. Tirou minha roupa com calma e começou um oral que, vou te contar, foi divino. O homem chupa maravilhosamente bem! Claro que houve retribuição imediata, e foi aí que veio a descoberta — uma surpresa um tanto "desanimadora". O pau dele era minúsculo. Para masturbá-lo, eu precisaria apenas do indicador e do polegar. Mistério resolvido: agora eu entendi por que ele nunca enviou nudes.
Mas eu não estou morta e desafios existem para serem superados. Chupei com vontade. Depois, ele me colocou de quatro. Embora eu não sentisse aquele preenchimento que tanto amo, minha mente voava. Eu imaginava como seria o sexo anal com ele; como gosto de ser penetrada com força, até ficar marcada, pensei que com ele eu seria uma "eterna virgem", um verdadeiro anestesista. Ele, no entanto, nem tocou no assunto e eu não fiz questão.
Partimos para o clássico papai e mamãe. Nessa posição, finalmente senti algo mais intenso, pois o corpo dele roçava com força no meu clitóris enquanto ele se esforçava para chegar lá. Ele gozou e fizemos uma pausa.
Enquanto ele se recompunha, eu continuava em chamas, embalada pela minha taça de vinho. Recomeçamos as carícias e ele voltou a me chupar. O oral dele realmente compensava qualquer falta de centímetro. Decidi que, se não havia tamanho, haveria entrega: assumi o comando. Comecei a mamar com uma voracidade que o deixou louco. Forcei o ritmo, usei a língua, a garganta, até sentir que ele ia explodir. Eu queria o prêmio final.
Ele gozou farto. Amo o contraste do sabor do leite de macho com o requinte do vinho. Ele me trouxe em casa logo depois, pois tinha seus compromissos, mas deixei a porta aberta. Afinal, entre a cortesia, o vinho de qualidade e o sabor daquele leite, a noite valeu cada segundo.
Beijos e até a próxima!
