Placa de Interditado e Sexo Liberado: Minha Loucura no Fast Food

Um conto erótico de Mel
Categoria: Heterossexual
Contém 611 palavras
Data: 01/06/2024 17:25:12
Última revisão: 15/03/2026 19:53:05

Olá, sou a Mel. Sou morena, dona de peitões fartos e, modéstia à parte, muito gostosa. Já contei em outro relato sobre o carma que carrego, mas hoje quero registrar mais uma dose da minha loucura — da qual não me arrependo nem por um segundo. Isso aconteceu em maio de 2021 e me faz sentir mais viva do que nunca.

​Trabalho por conta própria vendendo de tudo: cosméticos, bijuterias, lanches e Tupperware. Nessa luta diária, meu círculo de conhecidos só cresce, e alguns acabam virando cúmplices. Na época, eu vivia uma aventura sexual intensa com um "cretino" maravilhoso. Como meu ex conhece muita gente no bairro, tínhamos um medo constante de sermos flagrados. Por isso, tive a ideia ousada de marcar com meu crush na loja de fast food do bairro. Lugares públicos não levantam suspeita, e minha amiga, que trabalhava lá, deu o empurrão final: sugeriu que usássemos o banheiro e que ela colocaria a placa de "Interditado" na porta.

​Aceitei na hora. Troquei a academia por aquele encontro. Poucos minutos após eu chegar, a porta automática se abriu e ele entrou. Elegante, com aquela cara de safado e um perfume que se sentia de longe. Conforme o combinado, ele cumprimentou os atendentes e foi direto para o banheiro da esquerda. Meu coração acelerou, minhas mãos suaram e um calafrio percorreu meu corpo. Minha amiga fez sinal para eu ir logo. Entrei na cabine já interditada e, antes que eu pudesse dizer "oi", ele me prensou naquele ambiente estreito. O beijo foi voraz, parecia que ele ia me engolir enquanto suas mãos exploravam cada curva do meu corpo por baixo da blusa.

​Eu estava atordoada entre o tesão e o medo. Minha nécessaire ficou em cima da descarga e meu telefone começou a tocar sem parar. Parece que o mundo adivinha quando não podemos atender! Com a visão turva e sem óculos, atendi o celular enquanto o negão já estava atrás de mim, me bolinando com vontade. Foi a coisa mais louca que já fiz: era o meu pesadelo, meu ex-marido, perguntando onde eu estava e por que ainda não tinha aberto nossa lanchonete.

​Enquanto eu tentava controlar a voz e a respiração, o cafajeste arriou meu short de academia e enfiou o piru sem pena, com uma força que quase me fez derrubar o aparelho. "Estou na academia, já terminando a série e já vou para aí", eu disse, lutando para que a ligação abafada não revelasse o ritmo frenético das estocadas dele. Desliguei e ele, nem aí para a "Hora do Brasil", me colocou sentada no vaso e enfiou aquele pauzão na minha boca.

​Queimei mais calorias ali do que em um mês de esteira! Transar em um banheiro público, com o outro sanitário ao lado e sem poder soltar um gemido sequer, é uma experiência transcendental. Quando finalmente fomos para a pia do lavabo nos recompor, vi gente entrando na loja. Mesmo assim, com a porta entreaberta e o tesão nas alturas, ele colocou o pau para fora, ainda teso, e me desafiou. Não resisti: caí de boca ali mesmo, sugando o negão com toda a minha vontade até ele gozar.

​Dei aquela ajeitada rápida no visual diante do espelho e saí. Para minha surpresa, um fornecedor que me atendia estava sentado lanchando. Fingi que não o vi, peguei minha bike e pedalei rápido ao encontro do meu "carma". Afinal, ele já tinha ligado pela segunda vez e eu, satisfeita e com as pernas bambas, não o atenderia de novo tão cedo.

​Quem nunca fez uma loucura dessas não tem história para contar. Se você já viveu algo assim, deixe seu relato. Vou adorar saber!

​Beijos, Mel.

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