Trabalhamos como atendentes em uma grande loja de utilidades para o lar. Sou a Mariana, negra, 26 anos, proativa e com apenas noventa dias de casa. Logo na primeira semana, percebi que minha colega Regina — uma mulher lindíssima, com porte de rainha de bateria e curvas que hipnotizam — tinha um hábito peculiar: ela desaparecia em determinados horários.
Embora tivéssemos o mesmo cargo, Regina gozava de privilégios que ninguém mais tinha. Intrigada e movida por uma curiosidade que superava qualquer medo de demissão, decidi investigar o paradeiro da minha "mentora". Aproveitei uma tarde movimentada, peguei um material como desculpa e subi as escadas em direção ao terceiro andar, onde fica a sala da gerência.
Degrau por degrau, meu coração acelerava. Diante da porta fechada do Sr. José Luiz, não bati. Simplesmente abri, fingindo uma urgência que não existia:
— Regina? Você está aqui? Preciso de ajuda...
A frase morreu na minha boca. A cena era digna de um filme proibido. Minha amiga estava sentada sobre a mesa de mogno, com as pernas completamente abertas e os cotovelos apoiados para dar sustentação ao prazer. O Sr. José Luiz, sentado de costas para a porta, estava com o rosto mergulhado entre as coxas dela, devorando sua intimidade com um vigor impressionante. Os seios da Regina — volumosos e firmes — estavam desnudos, e a mão direita do chefe os apertava com desejo enquanto ela, de olhos fechados, implorava para que ele não parasse.
O flagrante foi um choque térmico. O chefe tentou recuperar a pompa, perguntando com arrogância por que eu não havia batido. Menti com naturalidade: disse que bati e, pela demora, julguei que não houvesse ninguém. Regina, sem demonstrar qualquer vergonha, deslizou da mesa. Vi cada detalhe daquele corpo escultural enquanto ela vestia a calcinha e o sutiã. Quando ela se virou para vestir a calça, aquele bumbum magnífico pareceu um convite silencioso.
— Amiga, por favor, me espera lá fora. Já saio — disse ela, com a voz ainda levemente rouca.
Minutos depois, ela saiu com um sorriso enigmático. Quando a questionei sobre a loucura de transar no escritório, ela apenas riu e pediu segredo.
— Ele chupa divinamente, Mariana — confessou, sem rodeios.
— Eu percebi pelo seu rosto — respondi, ainda processando a imagem dela entregue àquele prazer.
Perguntei se já havia rolado penetração e há quanto tempo aquilo durava. Regina parou na escada, olhou-me nos olhos e soltou um "Claro!" vibrante.
— Ele mete gostoso, amiga. Temos uma química carnal de outro mundo. E se você quiser... posso te levar para provar também.
Voltei para casa com a mente em chamas. No final do expediente, recebi uma mensagem dela: uma proposta indecente, picante e terrivelmente envolvente. Amanhã é sábado. O "não" está na ponta da língua, mas o desejo de aceitar percorre todo o meu corpo.
Acho que vou aceitar. E vocês saberão de tudo no próximo capítulo.
