Rapidinha No Posto de Gasolina, Esperando os Atrasados

Um conto erótico de Cibele
Categoria: Heterossexual
Contém 534 palavras
Data: 10/06/2024 22:18:53
Última revisão: 14/03/2026 23:09:19

Tarde de sábado no Rio de Janeiro. O plano era uma resenha com a nossa trupe de sempre, mas, quando eu já estava na Avenida Brasil, veio o aviso: os atrasados de plantão ainda estavam enrolados em casa. Como meu crush era o motorista da vez e passaria para buscá-los, sugeri que encostássemos em um posto de gasolina. Afinal, esperar em certas áreas daquela via expressa é pedir para ser assaltado.

​Ele estacionou em um canto do pátio. Eu, a Cibele — uma morena de curvas generosas, baixinha e assumidamente deliciosa —, já tinha calibrado o juízo com algumas cervejas em casa. Quem me conhece sabe: meu fogo é um evento à parte, e quando eu bebo, ele se torna um incêndio incontrolável.

​Comecei a instigar o meu boy. Beijos quentes, mordidas no pescoço e palavras obscenas sussurradas no pé do ouvido. Minha mão boba logo encontrou o volume rígido sob a calça dele; apertei com vontade, sentindo a pulsação do desejo dele. Enquanto as pessoas transitavam entre as bombas de combustível e o vai e vem da Avenida Brasil seguia seu ritmo frenético, eu deixava meus seios escaparem pelo decote. O exibicionismo me excitava, mas a dúvida me segurava... até que ele confirmou: "O insulfilm é pesado, Cibele. Ninguém vê nada aqui dentro".

​Foi o sinal verde que eu precisava. Caí de boca na hora. Pensa em um negão de tirar o fôlego: alto, sarado, careca de cavanhaque e com aquele jeito de "cachorro" que faz qualquer mulher perder a racionalidade. Fiz um vai e vem frenético naquela piroca pulsante; o risco de alguém bater no vidro a qualquer segundo era o tempero que faltava. Eu não era um ioiô, eu era uma possessão.

​Eu estava de vestido, o que facilitou tudo. Afastei a calcinha para o lado e montei no colo do Carlos. Ele, tentando manter um pingo de sanidade, me chamou de louca. Minha resposta foi curta e grossa: "Cala a boca e chupa meus peitos". Arriei as alças, oferecendo meus mamilos rígidos à boca dele enquanto rebolava com uma luxúria que faria o carro balançar como se estivesse em uma estrada de terra.

​Não sei se alguém notou o balanço rítmico do veículo sob o sol escaldante do Rio. Se viram, foram omissos ou estavam ocupados demais com a própria pressa. Se não viralizamos em nenhuma rede social, é porque o crime foi perfeito. Gozamos juntos, uma explosão que inundou minha grutinha. Quando recuperei o fôlego, ajeitei o vestido — sentindo a buceta melada de porra — e peguei o celular: centenas de mensagens do povo perguntando onde estávamos.

​Minha desculpa foi clássica: "O trânsito deu um borogodó danado, mas já chegamos".

​Na resenha, cercada de gente, eu olhava para o meu "cachorro" e balbuciava apenas para ele ouvir: "Quero mais. Quando chegarmos em casa, quero você me pegando por trás, sem piedade". Ele, sempre obediente aos meus desejos mais intensos, apenas sorriu, confirmando que eu seria atendida.

​Nada foi planejado. Foi o acaso, o perigo e o cheiro de asfalto que criaram uma das fodas mais memoráveis da minha vida. Minha ppk ainda pulsa só de lembrar. E você? Já transformou um imprevisto em uma loucura inesquecível?

​Beijos, e até o próximo relato!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 15 estrelas.
Incentive Negão_RJ a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Negão_RJNegão_RJContos: 343Seguidores: 125Seguindo: 8Mensagem Gosto de Ler, Gosto de Escrever

Comentários

Foto de perfil genérica

Não tem sensação melhor que trepar em lugares com alto risco de flagrante.

Já transei dirigindo e motorista do carro da frente assistindo tudo, enquanto a gata kikava no meu colo.

Sou viciado em transar nos acostamentos de estrada e 90% das mulheres que já sai sempre aceitaram.

0 0

Listas em que este conto está presente