Jogo da Verdade - Parte 1

Um conto erótico de Alexandre
Categoria: Grupal
Contém 837 palavras
Data: 11/06/2024 08:58:16
Última revisão: 15/03/2026 19:20:09

Já brincou do jogo da verdade?

​Acredito que sim. Mas quem conhece sabe que esse entretenimento quase sempre surge após doses generosas de álcool ou quando alguém quer obter informações que a sobriedade não permite. Esta história é sobre um verdadeiro confessionário regado a muita bebida. O idealizador? Eu mesmo, Alexandre. Queria ver o circo pegar fogo e, com toda a certeza, o fósforo estava aceso.

​Éramos três casais em uma casa cinematográfica com piscina na Região dos Lagos, no Rio. Sempre que podemos, nos reunimos para uma resenha.

Renata é uma preta linda, dona de uma raba monumental, casada com o Marcos, um negão alto com aquela cara de pilantra que as mulheres adoram. Marcela, minha esposa há dez anos, é uma loira de seios fartos, olhos claros e corpo esguio. Eu sou o moreno de baixa estatura, cara de santo e uma lábia altamente articulada. Completando o grupo, Wellington, branco e alto, casado com Wanderson, um homem moreno de traços orientais e visivelmente tão safado quanto eu. Wanderson adora "manjar" uma rola e tem uma bunda que, confesso, eu comeria com gosto. Minha maior qualidade física? A safadeza.

​Às 22 h, o churrasco já tinha virado história e o álcool dominava a sala. Ainda estávamos em trajes de banho. O biquíni da Renata simplesmente sumia naquela bunda; a sunga do Marcos lutava para conter o volume nítido da sua anaconda; e os "air bags" da minha esposa hipnotizavam todos os olhares.

​Propus o jogo. As regras eram claras:

​Nada de gravações. O que acontece em Nárnia, morre em Nárnia.

​Quem gira escolhe quem pergunta. O escolhido é obrigado a responder.

​Se omitir a resposta, o cônjuge paga a prenda sugerida.

​Sentamos em círculo. Girei a garrafa e, após três voltas, ela apontou para o Wellington.

— Wellington, meu caro... o Wanderson já te chupou logo cedo e te fez chegar atrasado no trabalho?

Ele, todo serelepe, respondeu rindo:

— Sim! E bem atrasado, porque o meu amor mama gostoso demais! — Selou a resposta com um beijo no parceiro sob aplausos.

​Wellington girou a garrafa e ela parou no Marcos. A pergunta foi direta:

— Você empurra essa anaconda toda na Renata?

Renata riu; a resposta estava na cara. Marcos foi enfático:

— Com certeza. Ela ama quando a pego de quatro e eu enterro tudo, até as bolas. Respondido?

Wanderson soltou um suspiro: — Que inveja da Renata!

​Marcos girou e a garrafa parou para mim. A pergunta foi o xeque-mate:

— Alexandre, já transou com outro homem?

O silêncio foi absoluto. Me recusei a responder. Disse que qualquer resposta seria recebida com descrença. Marcos não perdoou: aplicou a regra. Marcela, visivelmente chateada pela minha omissão, teve que pagar o pato.

— Marcela, já que seu marido fugiu, sua obrigação é mostrar esse belo par de seios para a turma.

​Ela não hesitou. Tirou a parte de cima e exibiu suas joias. O clima pesou de tesão. Renata se aproximou: — Miga, que seios lindos... posso tocar?

Marcela permitiu. Renata acariciou, elogiou e, com a permissão da minha esposa, lambeu os mamilos dela, finalizando com uma chupadinha que os deixou eretos e pulsantes. A sala pegou fogo.

​Marcela, ainda nua, girou a garrafa para o Wanderson:

— Seja sincero: você admirou o volume na sunga do Marcão?

Wanderson virou o resto da bebida e confessou:

— Renata, tenho muita inveja. Eu e meu mozão já sonhamos em ter seu marido na nossa cama.

Renata, em um lance de ousadia, disse que deixava eles tocarem. Mandou Marcos levantar. Wanderson passou a mão de boca aberta; Wellington virava os olhos enquanto apertava a piroca de Marcos por cima da sunga.

​Wanderson girou a garrafa para Marcos novamente:

— Você deixaria sua mulher transar com outro enquanto você assiste, de voyeur?

Marcos disse que sim, que era mente aberta. Eu brinquei: — Eis-me aqui!

Renata não perdeu tempo. Levantou, sentou no meu colo e me deu um beijo de tirar o fôlego. Chamou Marcela para um beijo triplo. Eu já estava com a "barraca armada" de forma incontrolável. Renata também tirou o biquíni a pedido da minha esposa. Estávamos quase todos nus, a pele brilhando de suor e desejo.

​Marcos girou a garrafa para o Wellington:

— Lamberia os seios da Renata e da Marcela?

Wellington se deliciou. Enquanto ele trabalhava nos mamilos das duas, elas se beijavam com língua e trocavam carícias nas partes íntimas por cima dos biquínis molhados. Wanderson, impulsivo, soltou: — Tudo que eu quero é chupar o Marcos!

Wellington emendou: — E eu quero mamar o Alexandre!

​As meninas concordaram. Independente da garrafa, o desejo agora ditava as regras. Marcos ficou de pé e Wanderson, agachado, colocou a anaconda para fora da sunga e caiu de boca. O pau do negão era assustadoramente grande. Wellington fazia o mesmo comigo; minha rola, mais modesta que a do Marcão, mas pulsando de prazer na boca dele. Depois de alguns minutos, eles ainda trocaram de "ferramenta" após um beijo intenso entre os dois.

​Quando a primeira onda de luxúria acalmou, voltamos para o círculo. O próximo a girar a garrafa foi...

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