Patrícia e eu, Cristiane, somos comissárias de bordo e trabalhamos juntas há cerca de dez anos. Já cruzamos os céus do Brasil e do exterior inúmeras vezes. Somos um casal sem rótulos, mas nos hotéis e nas folgas estamos sempre ligadas, seja nas resenhas com a tripulação ou na nossa intimidade deliciosa.
Patrícia é uma morena de traços orientais, alta, magra e dona de uma safadeza sem limites. Ela adora me provocar, passando a mão na minha bunda em lugares públicos. Eu sempre fico sem graça, mas, no fundo, esse perigo me excita. Eu sou o oposto físico: baixinha, branca, peituda e com uma bunda que cuido com muito agachamento e alimentação — "gostosa", como ela faz questão de repetir.
Quero relatar o que aconteceu em um voo do Sul para o Nordeste. Passageiros acomodados, serviço de bordo finalizado e o lixo recolhido. A viagem seguia tranquila para todos, exceto para nós. Patrícia estava "atacada" naquele dia. Da poltrona dela, fazia gestos obscenos e olhares que me despiam. Eu tentava manter a postura, pedindo para ela parar, afinal, estávamos em pleno serviço.
Ela não aguentou. Levantou-se, pegou-me pelo braço com firmeza e, sem dizer uma palavra, abriu meu cinto e me conduziu até o minúsculo banheiro da aeronave. Entramos e o espaço ficou pequeno para tanto tesão. Como ela é mais alta, sentou-se no vaso sanitário e me puxou para um beijo faminto. Suas mãos desceram rápidas, abriram minha calça e invadiram minha calcinha.
Quando ela começou a me masturbar, o mundo lá fora desapareceu. O som das turbinas era o fundo perfeito para os meus gemidos abafados. Eu pedia para ela parar, mas meu corpo dizia o contrário, rebolando contra seus dedos que agora trabalhavam freneticamente na minha bucetinha encharcada. Ela intensificou o ritmo, enfiando mais um dedo, explorando cada milímetro do meu prazer. Eu estava entregue, com a voz arrastada, sentindo um arrependimento delicioso por estar fazendo aquilo ali.
Gozzei. Gozei forte, a ponto de molhar os dedos dela por completo. Foi então que aquela cadela puxou a mão e, sem desviar o olhar devorador daqueles belos olhos azuis, começou a chupar cada dedo que tinha acabado de me levar ao orgasmo. A expressão dela era clara: ela iria me devorar assim que saíssemos do serviço.
Ela me ajudou a me recompor, trocamos um último beijo e saímos. Para nossa surpresa (e leve desespero), três passageiros esperavam na fila. Patrícia, mestre na arte do improviso, disparou:
— Obrigada, Cristiane! Se não fosse sua ajuda, eu ainda estaria engasgada. Não posso comer amendoim, eu amo, mas preciso respeitar os limites do meu corpo.
Entrei no teatro na hora:
— De nada! Nossa função é ajudar tanto os passageiros quanto a tripulação no que for necessário. Conte comigo sempre.
O primeiro da fila estava tão apertado que nem notou a peça, mas o segundo e o terceiro nos olharam com uma cara de quem não comprou a história por um segundo sequer. Nossa "cara de safada" e o meu cabelo levemente desalinhado eram provas vivas do que realmente aconteceu ali dentro.
Voltamos aos nossos postos, mas a provocação continuou. Ela me olhava e levava os dedos à boca, enquanto eu sentia minha calcinha molhada esfriar contra a pele. No hotel, durante o intervalo, não teve teatro. Parti para cima dela para mostrar que, na horizontal, tamanho não é documento. Fiz minha gata gozar três vezes seguidas. Depois, detonamos uma garrafa de vinho e dormimos abraçadas.
Pela manhã, o ritual de sempre: café reforçado, treino na academia do hotel e mais sexo. Afinal, o cardio tem que estar em dia para aguentar a próxima decolagem!
Beijos e até a próxima!
