No sábado, o Marcos levantou com o sol, tomou café e foi correr na praia. Quando ele voltou, uma hora depois, o clima na casa já estava começando a aquecer. Eu estava à beira da piscina com a minha esposa e o Wellington; Renata e Wanderson ainda aproveitavam o sono dos justos.
O Marcão entrou suado, exalando virilidade, e avisou que ia direto para o banho. Pouco depois, o Wanderson desceu sonolento e, para nossa surpresa, completamente nu. Mandei que ele fosse tomar café e vestisse uma sunga; só então ele percebeu a própria nudez, arrancando risos de todos. Às 11h, o sol já pedia água. Marcela e eu já estávamos de traje de banho na piscina quando a Renata apareceu — e resolveu que o dia seria de liberdade total: tirou a parte de cima do biquíni e anunciou o topless. Foi o gatilho. Marcela, para não ficar atrás, libertou seus seios fartos também.
A Renata vestia um biquíni verde-limão minúsculo, daqueles que na frente mostram quase tudo e atrás simplesmente desaparecem naquele rabo monumental. Ela se acomodou na espreguiçadeira, alegando um leve enjoo para recusar o café. Logo, Wellington e Wanderson surgiram com a primeira rodada de cervejas. Questionei se não estava cedo, mas fui solenemente ignorado. O Marcos desceu usando uma sunga branca que deixava pouco para a imaginação; Wellington e Wanderson não resistiram e soltaram aquele "fiu-fiu" provocante. O negão riu e mergulhou.
Enquanto eu observava de dentro da água, Marcela e Renata começaram a se alisar na borda da piscina. Minha esposa beijava o pescoço da Renata com uma fome que eu já sabia onde ia dar: o incêndio estava declarado.
Enquanto Wellington acendia a churrasqueira, o Wanderson entrou na piscina e começou a se roçar em mim e no Marcos. Aproveitando que as meninas tinham sumido de vista, ele encostou o corpo no meu, puxou a sunga para o lado e sussurrou: "Come meu rabo, Xande". Peguei-o ali mesmo, em pé, sentindo aquele rabo rebolar com vontade. Foi uma rapidinha matinal deliciosa, coroada com um gozo profundo dentro do cu dele.
Fui procurar a Marcela e a encontrei no quarto da Renata. A cena era de cinema: minha esposa estava entre as pernas dela, chupando aquele grelo com uma dedicação absoluta, enquanto Renata tomava a cerveja da Marcela. Fui expulso do quarto sem cerimônias. Voltei para a área externa e arrastei o Wanderson para o banheiro da piscina. Lá, coloquei-o para mamar, alternando entre tapas na cara e chamando-o de "minha puta". Ele ficou louco, entregue à dominação.
Quando saímos, ninguém parecia ter notado nossa ausência. Renata e Marcela reapareceram de braços dados, radiantes. Minha esposa soprou no meu ouvido: "Chupei ela gostoso... se quiser meu cu, te espero no banheiro agora". Ela nem precisou pedir duas vezes. O rabo dela é um convite que eu jamais recusaria.
O dia seguiu entre rodadas de carne e muita cerveja. Por volta das 15h, o Marcão assumiu o comando da piscina. Marcela, sem filtro, encostou nele e disparou: "Quero tomar no cu de novo hoje. Já chupei sua mulher todinha!". Marcos riu e a pegou ali mesmo, na minha frente, dentro d'água. Wanderson, insaciável, entrou no meio e o negão acabou possuindo os dois sob os nossos olhares e os de Wellington e Renata.
A noite caiu e o cansaço finalmente começou a cobrar a conta. Após o churrasco limpo, todos foram se recolhendo. Ao passar pelo corredor, ouvi o Wellington e o Wanderson ainda em plena atividade — aquele casal não tem fim! Ao entrar no meu quarto, a surpresa: Marcela e Renata estavam deitadas juntas e me expulsaram pela segunda vez.
Pensei em ir para o quarto do Marcos, mas desisti: "Se eu dormir com o negão, acordo de cadeira de rodas, tô fora!". Fui para o sofá da sala e, para fechar o final de semana com chave de ouro, acordei de madrugada com o Wanderson me mamando com uma vontade absurda.
Fomos embora no domingo, já com o corpo moído, mas a mente focada na próxima resenha em Nárnia.
