O Passado à Porta :Entre o Lar e o Pecado - Parte 2

Um conto erótico de Kelly
Categoria: Grupal
Contém 696 palavras
Data: 13/06/2024 19:05:26
Última revisão: 14/03/2026 22:28:44
Assuntos: Anal, Fetiches, Grupal, Oral

Invasão de Domicílio: O Retorno do Trisal Proibido

Reinaldo fez a festa dele, radiante como sempre. Mas, para mim, o ambiente estava carregado. Jair e Zico moviam-se como sombras estratégicas; onde eu estava, um deles aparecia. Eram sinais com os dedos, olhares pecaminosos e promessas silenciosas que diziam muito mais do que qualquer palavra. Como esposa do anfitrião, eu não tinha para onde fugir.

​Eles não foram para celebrar o Rei; foram para me caçar. Me observavam, atazanando minha paz e perturbando minha mente com a mera presença. Na hora do parabéns, enquanto todos cantavam, Zico posicionou-se atrás de mim. Senti o dorso da mão dele roçar minha bunda com uma pressão deliberada. Quando olhei para trás, pronta para pedir desculpas por um "esbarrão", encontrei aquele sorriso cínico que eu conhecia tão bem.

​A festa acabou, os vizinhos se retiraram e a "dupla do terror" insistiu em ficar para ajudar na limpeza. Zico, com um tom de voz que só eu decifrava, comentou que dormiria na casa do primo Jair. Era o aviso: o passado estava batendo à porta.

​Na sexta-feira seguinte, o silêncio da casa foi quebrado pelo interfone às 15h. Meus filhos estavam na escola e Reinaldo no trabalho. Quando olhei para o monitor da câmera, meu sangue gelou: eram eles. Fui até o portão, tentei manter a postura e pedi que respeitassem a casa do colega, que deixassem o que vivemos para trás. Inútil.

​Eles entraram como se fossem donos do lugar. Jair veio por trás; eu estava de short e sem sutiã, completamente vulnerável. Com uma agilidade predatória, ele levantou minha blusa, expondo meus seios volumosos enquanto Zico, na minha frente, já os apertava e os tomava com a boca. Tentei protestar, mas o Jair já arriava meu short, deixando-me nua no meio da entrada.

​Zico me ergueu como se eu não pesasse nada, jogando meu corpo sobre seu ombro forte. Fui carregada para dentro exatamente como faziam no passado: eu era o objeto deles. Entramos pela cozinha sob meus avisos inúteis sobre a chegada do Rei. Eles apenas riam. Na sala, me jogaram no sofá.

​Jair foi à geladeira, abriu uma das cervejas do meu marido e, entre um gole e outro, baixou as calças e ordenou que eu o servisse. Zico fez o mesmo. Pensei que, se os satisfizesse rápido, eles iriam embora. Comecei a felação, alternando entre os dois. A ausência de contato nesses anos todos me deu a impressão de que aquelas pirocas estavam ainda maiores, mais impiedosas.

​Zico me virou de quatro no sofá. Senti a penetração bruta na minha bucetinha, que já estava encharcada de adrenalina e luxúria. Enquanto ele me possuía por trás, eu continuava ocupada com o Jair. As cervejas acabavam e eles buscavam mais, agindo como se estivessem em um camarote privado. Implorei para que não deixassem marcas, pois o pau do Jair é de uma grossura que me dilata inteira. Mas era impossível não gozar; meu corpo lembrava perfeitamente de cada ângulo deles. Eu não tinha resistência.

​Antes de partirem, a humilhação final: gozaram na minha boca e me obrigaram a deixá-los limpos. Recebi tapas no rosto e a promessa de que a próxima vez seria na cama do "corno". Eles ainda tiveram o desplante de usar o banheiro da minha suíte, elogiando o design do quarto onde eu durmo com meu marido, antes de saírem levando mais algumas garrafas de "brinde".

​Corri, me vesti e limpei os vestígios. Três horas depois, Reinaldo chegou com as crianças. Quando ele notou o desfalque na geladeira, usei minha cartada: disse que tinha doado as cervejas para os coletores de lixo por causa do calor excessivo. Ele me beijou, achando que tinha se casado com um anjo de caridade.

​— "Vou te pegar mais tarde, porque sextou," ele prometeu.

​Tentei dormir cedo, sentindo o corpo ardido e a alma em conflito. Por volta da meia-noite, ele começou as carícias. Para evitar que ele sentisse qualquer alteração lá embaixo ou que eu tivesse que encarar uma penetração longa estando tão sensível, recorri a um boquete caprichado. Resolvi a "fome" dele e me tirei da sinuca de bico. Mas o aviso do Zico ainda ecoa na minha mente.

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