Quero compartilhar uma memória de quando minha mulher estava grávida. A gestação era o nosso maior sonho, mas, conforme o ventre dela crescia, um temor comum a muitos homens se instalava em mim: o medo da penetração. Mesmo sabendo que o bebê está protegido, a mente cria bloqueios. Comigo não foi diferente.
Eu tentava escapar com desculpas esfarrapadas, mas Flávia estava em um estado de exitação permanente. Ela dizia que o tesão havia triplicado e partia para cima com um único objetivo: ser saciada. E foi em um desses "ataques" que vivi uma das noites mais intensas da minha vida.
Sou o Giovani: um negão de 1,80m e 100kg de puro vigor. Flávia, minha pequena de 1,50m, estava no sétimo mês. A gravidez a deixou exuberante: as curvas mais acentuadas, os seios fartos e aquela bunda que sempre foi meu ponto fraco, agora ainda mais monumental. Cheguei em casa após um plantão exaustivo e a encontrei nua, calçando apenas sandálias, com o rosto maquiado, perfumada e os cabelos presos em um rabo de cavalo prático. O susto foi acompanhado por uma ordem direta:
— "Quero que você me pegue com força."
Mal tive tempo de me lavar. Ela me aguardava na porta do banheiro, escoltando-me até o quarto onde o ar-condicionado gelava o ambiente e uma música romântica criava um contraste perverso com o que estava por vir. Sentindo-me em um delicioso alçapão, vi Flávia sentar-se na beira da cama. Ainda nu e com o membro despertando, senti a boca dela me envolver. Ela mamava com uma fome ancestral, parando apenas para me encarar com olhos predatórios:
— "Eu quero no cu. Hoje estou, literalmente, com fogo no rabo."
O medo evaporou, dando lugar a uma ereção impiedosa. Ela continuava a felação, sugando-me até o limite, engolindo cada centímetro ao ponto de lacrimejar e engasgar, sem nunca soltar. Era uma boca de veludo, quente e úmida, que me fazia sentir como se já estivesse dentro dela. Quando eu estava prestes a explodir, ela ditou a regra:
— "Sem gozar ainda. Você vai comer meu cu primeiro."
Deitei-a de costas, acomodando suas pernas inchadas, e mergulhei entre suas nádegas. A intimidade de Flávia estava em festa; uma lubrificação natural e espessa que denunciava seu nível de exitação. Alternei línguas entre a buceta e o ânus, ouvindo-a gemer em um solo de luxúria que abafava qualquer música. Com três dedos explorando-a na frente e minha língua trabalhando atrás, eu sabia que não havia mais volta.
Posicionei-me. Ela estava arreganhada na beira da nossa cama Queen, oferecendo-me o portal proibido. Fui empurrando com cautela, mas as ordens dela eram outras:
— "Mete com força, porra! Come meu cu agora!"
Atendi ao comando. A penetração era profunda, rítmica e visceral. Ela queria sentir o peso, queria a ardência, queria ser possuída por inteiro. Não resisti e gozei fundo dentro dela. Ao retirar o membro, ainda pulsante, voltei a descer. Fixei minha língua no clitóris dela, que estava visivelmente inchado pela gestação. Enquanto eu trabalhava ali, ela massageava os seios fartos, os mamilos escuros e sensíveis sob o toque.
O ápice dela veio como um jato. Um esguicho de prazer que me atingiu o rosto, encharcando os lençóis. Ela implorava para que eu não parasse, e eu continuei, lambendo-a de forma cadenciada até que ela relaxasse.
Ajudei-a a levantar — o peso dos sete meses exige cuidado — e fomos ao banheiro. Dei banho nela, um momento de carinho que logo foi interrompido por sua insaciabilidade:
— "Come meu cu de novo."
Honrei minha virilidade. No segundo round, o ânus dela já apresentava aquele tom avermelhado e inchado, a marca da entrega total. Fodi aquele rabo com a devoção de um homem que admira a força da sua mulher. Gozei pela segunda vez naquela flor de carne, selando a noite.
Mais tarde, ao acordar, ela reclamou da dor e da ardência. Apenas sorri e perguntei: "Por que será, né?". Flávia sorriu de volta, com o olhar de quem estava plenamente satisfeita e em paz.
