Eu era a Nane, uma jovem de 18 anos atravessando o luto pela perda da minha mãe. Tinha o corpo em flor: seios pequenos e firmes, mas uma bunda tão grande e abusada que era impossível passar despercebida. Nas ruas, eu era alvo constante de gracinhas; os homens não podiam ver aquele balanço que já começavam as piadinhas. Meu namorado na época — hoje meu marido — era o André, um rapaz da minha idade que ajudava o pai em alguns bicos.
Vivíamos eu e meu pai, um motorista federal que trabalhava em regime de escala. O flagrante que mudou tudo aconteceu em uma de suas folgas. Papai não parava em casa; saía cedo para jogar cartas com os amigos e só voltava para o almoço. Sabendo disso, André sempre passava por lá para me ver, aproveitando a nossa rara privacidade.
Naquele dia fatídico, eu usava um vestido vermelho leve. Por baixo, nada. Costumava andar sem sutiã e sem calcinha em casa, sentindo o tecido roçar na pele. André chegou de short, camiseta e chinelos. Meu pai o cumprimentou e saiu para suas andanças, deixando o caminho livre.
Enquanto eu preparava o almoço por volta das 11h, André começou a sussurrar baixarias no meu ouvido. Eu estava no auge do meu período fértil, prestes a menstruar, e quem é mulher sabe: o tesão triplica. Eu estava com um fogo no rabo incontrolável. Ele começou a me acariciar, erguendo o vestido, apalpando minha bunda e apertando meus seios por cima do pano. Quando olhei para baixo, o volume no short dele era obsceno. André tem o pau fino, mas é longo, imenso... Minha boca encheu de água na hora.
Tentei resistir, sentindo um pressentimento estranho, mas o desejo foi maior. Baixei o fogo das panelas, puxei-o pelo braço e o joguei no sofá da sala. Fechei a janela que dava para o corredor, sentindo minha bucetinha pulsar e meu cuzinho "piscar" de ansiedade.
Abaixei o short dele e afastei a cueca. O cheiro do pau dele me embriagava, um perfume de homem que aguçava meus hormônios. Sentei de costas no colo dele, roçando minha intimidade babada naquela cabeça quente. Esfreguei minha fenda e a entrada do meu cu naquele mastro, sentindo uma sensação divina.
— "Quero tomar o teu leite rápido," sussurrei, "depois você vai embora antes que meu pai volte."
Eu estava no cio. Debrucei-me sobre as pernas dele e abocanhei aquela joia. Lambi, chupei as bolas e mamei com uma vontade que vinha das entranhas. Eu só queria sentir o jato quente na garganta. Enquanto eu me perdia no prazer, o safado colocou dois dedos no meu cuzinho, cutucando de leve, me levando ao delírio. Foi nesse ápice que o mundo desabou.
— "O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI, PORRA?! RESPEITEM A MINHA CASA!"
O grito do meu pai ecoou como um trovão. Meu tesão evaporou no mesmo instante. Gelei. Corri para o quarto aos prantos, sentindo a maior vergonha da minha vida. André, num reflexo desesperado, ajeitou o pau na cueca e subiu o short enquanto o velho esbravejava no quintal.
Passei pela cozinha de cabeça baixa, desliguei o fogão e me tranquei. Ouvi o esculacho que meu pai deu nele. Mas André foi homem: enfrentou a fúria do sogro e disse que me amava, que suas intenções eram de casamento e não de "bagunça".
E ele cumpriu a promessa. Casamos, tivemos filhos e hoje temos netos. Mas a lembrança daquele dia ainda queima. O susto foi grande, e o pior de tudo foi ficar no desejo: eu só queria aquele leite e nada mais.
