Estou todo machucado e moído — exatamente como gosto de estar. E quero contar para vocês o motivo.
Para quem ainda não conhece meus contos verídicos, prazer: sou o Binho. Negro, modelo, ator e, atualmente, exercendo a nobre função de técnico de enfermagem. Sou comprometido com o Quinho, um boy também negro, mas do tipo mais recatado, "belo e do lar", com aquele jeito sisudo que me enlouquece. O Dia dos Namorados é para celebrar, e eu levei isso a sério no último dia 12 de junho.
Estava na casa dele, apenas de cueca — o melhor presente que eu poderia oferecer. E quando falo em "dar", não estou brincando; eu estava com um fogo insuportável. Ele estava sentado na sala e eu me joguei no sofá, beijando, tocando e me insinuando. Se tem gente que toma cachaça para abrir o apetite antes do almoço, eu prefiro o sexo. É impressionante como o mastro dele responde rápido. Com a boca próxima, iniciei uma felação nível hard. Em milésimos de segundos, estávamos ambos nus, e eu já estava de quatro, implorando pela língua dele no meu anel.
Gente, ser penetrado é ótimo, mas uma linguada bem dada é divina. Se eu deixar, o Quinho passa horas ali, me explorando. Mas nem só de carinho vive um passivo como eu. Logo passamos para a segunda parte da alegria. Ele entrou com força — porque, vou dizer para vocês, eu gosto de lembrar fisicamente, no dia seguinte, que entreguei tudo.
Gosto de ficar machucado "mermo"!
Em pé, com a cara colada na parede, senti o peso da dominação. Ser enrabado assim, sentindo-me uma verdadeira puta, é a melhor coisa do mundo. Adoro o vai e vem de lado, com ele apertando meu pescoço, tirando meu fôlego. Também não dispenso a posição de "frango assado", porque adoro encarar as expressões dele enquanto ele me possui. Não sou muito fã de quicar, mas se o boy pedir, eu me esforço nessa árdua tarefa, desde que ele me maltrate em troca. É um negócio justo.
Amo o estalo do tapa na cara enquanto estou mamando e, claro, os tapas na bunda durante a penetração. É excitante acordar e ver as marcas roxas no espelho no dia seguinte.
Voltando ao nosso dia: já era hora de ir embora. Apesar do convite para dormir com meu crush, a rotina de técnico de enfermagem não perdoa. Mas ninguém sai de lá sem a saideira. A foda foi tão bruta que o problema foi subir na garupa do Moto Uber depois!
Meu rabo já estava combalido quando o Quinho me pegou firme pela anca e gozou fundo, despejando tudo dentro do meu cuzinho. Hoje, dois dias depois, ainda sinto o "bumbum dodói". Não reclamo; eu prefiro assim. Tenho certeza de que todo passivo de verdade ama sentir essa sensação de estar destruído, ardido e devidamente maltratado.
E o seu Dia dos Namorados, como foi? Me conte os detalhes.
Beijos e até a próxima história — porque, com certeza, eu voltarei para contar.
