Meu nome é Rebeca. Estou no terceiro período de Contabilidade, trabalho e moro sozinha no Rio, longe da minha família que ficou no interior. Vivo aquela rotina exaustiva que todo jovem focado em crescer conhece bem: o equilíbrio tenso entre o emprego e os estudos. Ultimamente, o estresse no trabalho e a distância dos meus familiares estavam sabotando minha concentração. Para piorar, o isolamento emocional me deixava impotente; eu sabia que uma noite de entrega e alguns orgasmos aliviariam aquela tensão, mas nem isso eu tinha.
Nilber era o CDF da turma. O estereótipo perfeito do nerd: óculos de lentes grossas, magricelo, retraído e morando com os pais. Eu tinha quase certeza de que ele não tinha experiência com ninguém, mas ele era sempre solícito, o primeiro a ajudar e a montar grupos de estudo. Como eu estava desesperada com a matéria, aceitei sua ajuda. Cheguei a oferecer dinheiro pelas explicações, mas ele recusou.
Nas quarenta e oito horas que antecederam a prova, a ansiedade me tirou o sono. Eu precisava de, no mínimo, nota oito para não ser reprovada, o que seria um desastre financeiro. Na véspera, Nilber foi à minha casa. Desabafei sobre minha fragilidade e ele, com um olhar que eu nunca tinha notado antes, fez uma proposta que aceitei no ato.
O plano era sentarmos juntos; no momento em que o professor se afastasse, trocaríamos as provas. Ele faria a minha com a precisão de um mestre. Ensaiamos a troca, fingindo que as folhas caíram no chão. Quando aceitei, perguntei o que ele queria em troca de tanta benevolência. Nilber revelou-se um estrategista: aproveitou minha necessidade e sugeriu, com uma voz firme, um momento de intimidade — especificamente sexo oral e anal.
Eu estava há oito meses em jejum. A ideia de me envolver com aquele garoto mais novo e sem atrativos parecia estranha, mas a reprovação era um medo maior. Obriguei-o a tomar um banho e fiz o mesmo. Diante do espelho, usei o prestobarba para aparar a "floresta" que crescia sem uso; deixei tudo liso e pronto. Voltei para o quarto apenas de toalha e ditei as regras: tempo limitado, sem luz e sem comentários posteriores.
Apaguei as luzes e deitei. Quando me livrei da toalha e abri as pernas, o silêncio foi preenchido pelos primeiros toques dele. Começou com beijos lentos nos meus pés, subindo pelos tornozelos e panturrilhas. Um calor inesperado começou a tomar conta do meu corpo. Meus seios enrijeceram e uma pulsação involuntária surgiu entre minhas pernas. Quando ele chegou à minha intimidade, afastou os lábios com os dedos e foi direto ao clitóris.
Imagine o impacto: oito meses de seca sendo encerrados por alguém que sabia exatamente onde e como tocar. A língua dele alternava entre pressões lentas e movimentos frenéticos. Eu já não conseguia segurar os gemidos. Minha "larissinha" estava completamente úmida, pedindo por mais. Nilber introduziu um dedo em sincronia com as lambidas, enquanto explorava a parte interna das minhas coxas com beijos vorazes. Eu já pressionava a cabeça dele contra meu corpo, elevando o quadril em busca de mais contato.
Ele elevou minhas pernas e, para minha surpresa, explorou meu "cuzinho" com a língua. O arrepio foi transcendental. Eu, branca e de curvas fartas, sentia meu corpo arder. Ele traçava o caminho da entrada do meu rabo até o clitóris, e no segundo trajeto, eu entrei em órbita. O orgasmo foi transcendental, levando embora qualquer resquício de compostura.
A partir dali, as regras foram esquecidas. Eu implorei para ser possuída. Nilber revelou-se um amante dominante e dono de um membro surpreendente. Ele controlava o ritmo, me fazendo cavalgar até o ápice. Quando ele me colocou de quatro e segurou meu cabelo, entreguei-me por completo. O "leite" dele era espesso e farto, denunciando que ele também guardava muita energia acumulada.
Naquela noite, ele dormiu em minha casa, abraçado a mim. No dia seguinte, a estratégia na faculdade foi um sucesso absoluto: tirei 9,5 e fui parabenizada pelo professor. Ele manteve a discrição, mas eu não. Preparei um jantar com vinho e música. Ajudei-o a renovar o visual, trocando os óculos por lentes e as roupas largas por algo que valorizasse seu novo porte.
Hoje, sou namorada — e quase noiva — desse "ex-nerd". O estresse sumiu, durmo como um anjo e, o melhor de tudo, sou muito bem cuidada entre quatro paredes. Nunca subestime um nerd; ele pode ser a solução exata para todos os seus problemas.
