Meu nome é Luciana. Sou o que muitos chamam de obra-prima: loira, olhos verdes penetrantes e um corpo violão que parece ter sido esculpido para o pecado. Tenho um irmão gêmeo, o Luciano, e nossa história é um jogo de aparências. Nossos pais são funcionários de um condomínio de luxo, o Vert et Blanc, e crescemos morando de favor em meio a uma ostentação que nunca foi nossa. Aos 22 anos, eu entendi cedo que, se quisesse roupas de grife, joias e viagens, precisaria usar o capital que a natureza me deu.
Meu irmão, tão ambicioso quanto eu, teve a jogada de mestre. Os "herdeiros" do condomínio viviam perturbando-o, querendo uma chance de me ter. O fdp do Luciano percebeu que podia ser mais que um carteiro; ele se tornou meu agenciador. A negociação foi tensa: afinal, quem aguentaria as estocadas, os boquetes e as marcas seria eu. Fechamos em 80% para mim e 20% para ele. O negócio estava aberto.
Atender aqueles meninos babacas era quase um tédio. Muitos não sabiam a diferença entre uma mulher real e um vídeo pornô. Eu era a primeira experiência deles após a punheta, e cobrava caro por cada minuto de aula prática. Entre ejaculadores precoces e papos de mané, eu via minha conta bancária engordar sem muito esforço. Mas tudo mudou quando o Paulão entrou no circuito.
Paulão era diferente. Estilo alemão, alto, loiro e com um corpo forjado na musculação pesada. Mais velho e muito mais experiente, ele não queria carinho; ele queria descarga. Quando ele marcava, eu já sabia que sairia destruída. Ele era agressivo, me tratava como um objeto de luxo feito apenas para o seu prazer. Havia algo de sombriamente excitante em ser dominada por ele, em sentir a força das suas mãos deixando marcas na minha pele clara enquanto ele descarregava toda a sua testosterona em mim. Ele pagava dobrado, e recusar era impossível.
Mas o meu verdadeiro teste de resistência eram as "festas". Eventos fechados para até seis homens. Ali, o bicho pegava. Três horas de contratação frenética. Alguns eram afoitos e gozavam rápido, mas os que sabiam controlar o tempo me levavam ao limite. Eu ficava dias em stand-by depois dessas maratonas, sentindo cada músculo do corpo reclamar do excesso de prazer e de dor.
Tornei-me a "favorita" do Vert et Blanc. Meus pais faziam vista grossa, afinal, o dinheiro comprava o silêncio e o conforto de todos. Explorei o mercado das meninas também; algumas moradoras ricas buscavam experiências diferentes e eu entregava o que elas pediam com a mesma perícia.
Agora, o plano é escalar. Quero recrutar outras meninas, criar uma agência de elite e dominar o faturamento da região. Já avisei ao Luciano: ele fica com 18%, eu com 72% e o restante para a operação. No mercado do prazer, qualidade e exclusividade são as únicas garantias contra a concorrência. Temos que pensar grande para manter o topo.
