Me chamo Márcia. Sou loira, mãe de dois filhos e profissional da área operacional. Apesar de já ter passado dos quarenta, ostento um corpo que ainda atrai muitos olhares — e eu sei muito bem como usá-lo. Meu namoro, porém, é um deserto: o cara é "fraco", soca fofo, não soma em nada financeiramente e ainda vive preso aos dramas do relacionamento antigo. Um verdadeiro "bocó" que quer se encostar na minha casa.
Para relaxar dos plantões, meu refúgio é o bar próximo ao meu condomínio, na Zona Norte do RJ. O dono, Ricardo, é um homem atraente, educado e mestre na arte da malícia. Ele joga indiretas que me deixam nua apenas com o olhar. Quando meu namorado não está por perto, ganho bebidas, elogios picantes e aquela "mão boba" estratégica que alisa meus braços e costas. Eu, claro, dou corda. Gosto do jogo, mesmo sabendo que o canalha é casado.
A loucura aconteceu em um sábado de dezembro de 2023, no aniversário da minha amiga Rosana. O bar estava lotado: pagode alto, caixa de som no talo e o povo sambando na rua. Eu fui "dura como um coco", mas com crédito na praça. Estava irresistível: saltinho, cropped vermelho, saia jeans curta e minha caneca de alumínio sempre cheia.
Depois de muitas rodadas e muito samba, a cerveja pediu passagem. Fui ao banheiro e, enquanto me aliviava, ouvi batidas na porta. Gritei que estava ocupado, mas a voz do Ricardo pediu para eu abrir. O impulso falou mais alto. Abri a porta e o vi ali, com aquele olhar de quem já tinha planejado tudo.
Ele me prensou contra a parede e nos beijamos com a urgência de quem estava engasgado de desejo. Me sentei no vaso e, sem cerimônia, ele libertou o membro que já pulsava de prontidão. Mamei com vontade, incorporando uma verdadeira estrela de filme adulto, alimentada pelo álcool e pelo fogo que queimava no meu rabo.
Com o pau dele enorme e latejando, me debrucei sobre a tampa do vaso. O cafajeste levantou minha saia, afastou a calcinha para o lado e começou o ataque. Foi no ritmo do "Créu velocidade três": uma rapidinha frenética, regada ao perigo delicioso de alguém abrir a porta a qualquer momento. Senti cada estocada profunda, um contraste gritante com a monotonia que tenho em casa.
Quando sentiu que ia explodir, ele virou para a parede e gozou fora. Lavei minha intimidade na pia, sequei com papel toalha e saí primeiro, tentando recompor a postura de quem estava apenas curtindo o samba. Voltei para a mesa e ele, minutos depois, trouxe duas cervejas geladas como "cortesia".
Logo depois, o "bocó" do meu namorado chegou de táxi, pagou as contas e ficamos até o fim da festa. Em casa, fingi cansaço e bebedeira. "Que ele bata punheta", pensei, enquanto me perdia na lembrança do que tinha acabado de viver no banheiro.
No domingo, o Ricardo tentou uma gracinha, perguntando que horas eu iria ao banheiro de novo. Cortei logo:
— Ontem foi ontem, Ricardo. Guarde na memória. Curtiu, eu também curti, mas sem repeteco hoje.
Ele entendeu o recado. Mantivemos a amizade e o respeito, mas meu corpo ainda vibra quando lembro daquela tarde de dezembro.
Bjs e até a próxima loucura!
