Marquei o encontro com a mulher mais sexy e atraente que já cruzou o meu caminho. Ela é o pacote completo: alta, curvas generosas, uma pele clara que parece brilhar e uma personalidade que oscila entre a doçura e a luxúria mais desenfreada. A fantasia dela era audaciosa: queria ser possuída no meu ambiente de trabalho. Sempre que a pegava de quatro em nossa intimidade, ela olhava por cima do ombro e sussurrava que desejava sentir aquela mesma pressão exatamente ali, no meu "labor".
Aceitei o desafio. Escolhi um dia favorável e ela apareceu de vestido, estrategicamente pensado para facilitar o acesso. Tentei manter a postura profissional, mas trabalhar em um local público e movimentado exige nervos de aço. Quando ela entrou no meu setor, o nervosismo me atingiu em cheio. Apesar do nosso histórico de loucuras em banheiros, portões e quintais, a pressão daquele ambiente específico foi diferente.
Nos beijamos com urgência. O vestido de alças finas facilitou o acesso aos seus seios, que logo estavam sob o domínio da minha boca e das minhas mãos. Ela estava em brasas, a pele queimando de antecipação.
— Me come logo, porra! — ela sibilou, entregue ao tesão.
Eu a debrucei sobre a minha mesa de trabalho, afastei a calcinha e me preparei para a invasão. Mas, naquele momento, a biologia pregou uma peça: o comando central enviou adrenalina demais e o "soldado" resolveu não se apresentar para o combate. Parecia algo extracorpóreo; o desejo estava na mente, mas o corpo não correspondia.
Nessas horas, a versatilidade é o que separa os amadores dos veteranos. Sem hesitar, baixei e mergulhei minha língua em seu "cuzinho" — uma zona que ela adora ver explorada. Saboreei sua intimidade por trás, sentindo o aroma da sua excitação. Ela estava ansiosa pela penetração anal que havíamos combinado, mas como o plano principal falhou, foquei no plano B com maestria.
Ouvia-se o som de passos no corredor, pessoas passando a centímetros da porta, o que me deixava ainda mais tenso. Ela tentou uma última manobra, usando sua boca maravilhosa para tentar ressuscitar o caído. Minha sorte é que eu tinha muito crédito com ela; meu histórico de "maltratá-la" com vigor era positivo e ela sabia do que eu era capaz. Mesmo assim, naquele dia, nem a melhor das chupadas resolveu.
Apelei para a técnica pura: abri suas pernas sobre a mesa e fiz um trabalho oral exaustivo e profundo. Ela gozou. Realmente gozou, molhando o tampo da mesa com um squirt generoso, fruto de um tesão acumulado. Eu me senti realizado com o ditado: "Melhor que gozar, é fazer gozar".
Ela estava vermelha, ofegante. Olhou para mim, beijou meu pescoço e disse:
— Você tem muito crédito, seu FDP... e ainda me fez ver estrelas com essa língua.
Ela foi embora de Uber, enviando mensagens no caminho dizendo que amou a gozada, mas que o "caminho de trás" ainda estava carente. No dia seguinte, após o meu plantão, fui buscá-la em casa para recuperar minha autoestima. Em solo seguro, sem a pressão do trabalho, o "soldado" despertou com uma fúria renovada. O que o nervoso travou no dia anterior, a segurança compensou com juros e correção monetária.
Se você ainda não passou por isso, não se preocupe: sua hora chegará. O segredo é saber que o prazer não reside apenas entre as pernas, mas na habilidade de satisfazer sua parceira, não importa o imprevisto.
