Vertical e Proibido: Vale a Pena Correr o Perigo de Ser Flagrado no Elevador

Um conto erótico de Marcos
Categoria: Heterossexual
Contém 878 palavras
Data: 19/06/2024 07:18:30
Última revisão: 14/03/2026 21:58:33

Moro em um condomínio de dois blocos. O meu é o primeiro, e eu sempre alimentei um desejo visceral de transar no elevador. Queria o risco, o perigo de esquecer o circuito interno de câmeras e jogar com a sorte. Queria ser observado, imaginando se a equipe de segurança estaria assistindo ao nosso espetáculo ou simplesmente ignorando o que acontecia entre os andares.

​Combinei tudo com a Suzane. Ela é uma mulher intensa, safada, dessas que topam qualquer loucura. A regra era clara: ela viria de vestido, sem calcinha, montada em um salto alto para compensar nossa diferença de altura. Fizemos até um "ensaio" na minha casa para garantir que o encaixe da penetração fosse cirúrgico, sem perda de tempo.

​Suzane é uma morena de curvas perigosas, dona de uma bunda que parece ter sido esculpida à mão. Embora não fosse a fantasia dela, o brilho no olhar entregava que ela estava sedenta pela adrenalina. Escolhemos uma madrugada de terça-feira, quando o prédio silencia e o movimento de moradores é quase nulo. A estratégia era levar o carro até a cobertura e começar o ato ali mesmo. Se o elevador se movesse, ficaríamos em pé, prontos para qualquer interrupção, mas com o tesão transbordando.

​O dia chegou sob uma chuva persistente. Suzane entrou no meu apartamento por volta das 23h. O clima já estava elétrico. Abrimos a primeira garrafa de vinho e as preliminares foram brutais. Muito oral de ambas as partes, línguas explorando cada centímetro, mas com uma regra de ferro: a penetração estava reservada para o metal do elevador.

​Para inflamar o ambiente, assistimos a vídeos de flagrantes reais em elevadores. Aquilo foi combustível puro. Ver a audácia de casais sendo quase pegos fez nosso sangue ferver. Na segunda garrafa de vinho, meu pau já estava mais duro que pedra. Suzane, mestre na provocação, sentou no meu colo e começou a roçar sua buceta depilada e já encharcada na cabeça do meu pau. Ela não sentava por completo; apenas deslizava a glande na entrada, sussurrando com aquela voz rouca de desejo que queria sentir tudo no rabo, ali mesmo, no cubículo de metal.

​Saímos. Eu de bermuda jeans (sem cueca, óbvio) e ela com aquele vestido fatal. No corredor, percebi o detalhe: ela havia feito um pequeno rasgo estratégico na parte de trás da saia, para facilitar o acesso sem precisar levantar o pano. Com uma taça de vinho na mão e o olhar nublado pela bebida e pelo tesão, ela estava divina.

​Chamamos o elevador. Enquanto esperávamos ele descer do 13º andar, ela encostou a bunda em mim e murmurou:

— "Come meu cu... você vai comer meu rabo com força, não vai?"

​As portas se abriram. Entramos e apertei o botão da cobertura. O elevador começou a subir, mas parou no térreo — alguém tinha apertado o botão, mas não havia ninguém lá. As portas fecharam novamente e Suzane não perdeu um segundo: agachou-se, abriu minha bermuda e começou a mamar meu pau com uma voracidade absurda, equilibrando a taça de vinho em uma mão enquanto a outra guiava minha ereção para o fundo da garganta. Eu olhava fixamente para a câmera, desafiando quem estivesse do outro lado.

​Chegamos à cobertura. As portas se abriram para o vazio do andar, mas ela não parou. O flagrante já não importava mais; o botão do "foda-se" tinha sido apertado com força. As portas fecharam e ela se posicionou: mãos espalmadas na parede, pernas levemente abertas, o rabo empinado em minha direção.

— "Realiza tua fantasia, seu fdp! Me come com força, para eu nunca mais esquecer!"

​Posicionei meu pau teso na entrada do rabo dela, através da fenda do vestido. Estava seco, o que exigia uma entrega maior.

— "Não passa cuspe," ela ordenou, os dentes cerrados. "Empurra assim mesmo, deixa entrar rasgando. Quero sentir o grosso de verdade."

​E eu empurrei. A taça de vinho na mão dela parecia infinita enquanto ela bebia e eu a preenchia. O pau entrou metade, depois tudo. Ela soltou um gemido que ecoou pelo fosso do elevador:

— "Ai caralho, me fode... me fode!"

​O som ecoava no silêncio da madrugada. O vai e vem tornou-se frenético. O rabo dela logo cedeu à circunferência, e o ritmo ficou perfeito. Suzane estava em transe, os braços arrepiados, os olhos virando enquanto gritava para eu não parar. No ápice do prazer, a taça escapou de sua mão e estraçalhou-se no chão. O barulho do vidro quebrando só aumentou a luxúria. Não aguentei. Gozei fundo, sentindo o rabo dela pulsar enquanto eu despejava tudo dentro dela.

​Tirei o pau ainda em semicoma, limpei-o no pano do vestido dela e, rapidamente, descemos ao meu andar para pegar vassoura e pá. Limpamos os vestígios da nossa batalha antes que o dia amanhecesse.

​De volta ao apartamento, o ritual final: ela se jogou no sofá, pernas abertas, o vestido lá no alto.

— "Agora limpa o que você fez."

A buceta dela estava ensopada, uma mistura de desejo e excitação que eu devorei com a língua até não sobrar nada. Tomamos um banho demorado e dormimos de conchinha quando o relógio já marcava 4h da manhã.

​Foi a foda da vida. Até agora, nenhuma notificação do condomínio. Se viram, espero que tenham aproveitado o show, porque eu certamente aproveitei cada segundo.

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