Sou Cláudia, uma preta carioca de 23 anos, dona de um corpo que cuido com todo zelo. Fui à praia com minha amiga Joana — minha "prima de consideração". Crescemos juntas e ela, também negra, é uma força da natureza; sempre digo que ela é ainda mais gostosa que eu. Estávamos de biquíni fio-dental amarelo, um par de jarros ousado que parava a areia. O detalhe? Estávamos "duras" como coco, sem um centavo no bolso, apenas com o dinheiro da passagem e uma sede de sol que não cabia em nós.
Sabadão de 45° em Copacabana. Esticamos a canga, devoramos nossas maçãs e bebemos a água que trouxemos de casa. Joana, exibicionista nata, não perdia a chance de atrair olhares. Ela baixava para ajeitar a canga sem flexionar os joelhos, exibindo aquela raba monumental para quem quisesse ver. Atraía homens e mulheres com aquele jeito de cadela sedutora.
Perto das 14h, a fome apertou. Jô resolveu usar suas armas. Não demorou para atrair dois estrangeiros: altos, sarados e com cara de quem tinha dólar no bolso. Eles se aproximaram oferecendo bebidas. Eu tentei resistir, mas a Joana, já com o plano traçado, me arrastou compulsoriamente para o quiosque.
Lá, entre investidas e risadas, o tal Smith sugeriu uma suruba a quatro. Eu fugi do assunto, mas quando o John, mais centrado, colocou duas notas de 100 reais no balcão apenas por um "agradecimento oral", a resistência da Joana evaporou. Sob a imposição dela, subimos para o apartamento onde estavam hospedados, na Avenida Atlântica.
O medo batia no meu peito, mas a suíte era luxuosa e o clima esquentou rápido. Joana, já calibrada pela bebida e de estômago vazio, não perdeu tempo: caiu de boca no membro do Smith. Eu fiquei com o John. Quando ele se libertou da calça, vi uma tora impressionante, de cabeça rosada e pulsante. Não nego: sou uma boqueteira de mão cheia. Amo o que faço e representei, sentindo o peso daquela masculinidade na minha boca.
Houve uma troca. Passei para o Smith enquanto o John observava. De repente, John colocou mais 200 reais sobre a mesa: queria um show nosso. Queria ver as duas pretas se pegando. O tesão, alimentado pela adrenalina e pelo dinheiro, explodiu. Joana mergulhou entre minhas pernas. Foi o meu primeiro contato íntimo com ela em anos de amizade.
Enquanto os dois se masturbavam no sofá, hipnotizados, minha amiga me fazia perder os sentidos. Ela chupava minha buceta com uma maestria que homem nenhum jamais teve. O prazer foi tão intenso, tão profundo, que eu tive um squirt violento, banhando os dedos dela e a canga sob nós.
Smith, extasiado, colocou mais 400 reais na mesa. No inglês enrolado dele, a proposta subiu: queriam transar os quatro. Joana, com o rosto brilhando de suor e prazer, apontou para o John e sussurrou:
— Miga, olha o tamanho disso... eu quero dar o cu para ele. Aceita, por favor!
Antes de dizer o "sim" definitivo, precisei ir ao banheiro para recuperar o fôlego, e aí...
