Fomos A Praia Dura - Parte 1

Um conto erótico de Claudia
Categoria: Grupal
Contém 501 palavras
Data: 19/06/2024 18:55:18
Última revisão: 14/03/2026 17:31:19
Assuntos: Anal, Grupal, Oral, Siquirt

Sou Cláudia, uma preta carioca de 23 anos, dona de um corpo que cuido com todo zelo. Fui à praia com minha amiga Joana — minha "prima de consideração". Crescemos juntas e ela, também negra, é uma força da natureza; sempre digo que ela é ainda mais gostosa que eu. Estávamos de biquíni fio-dental amarelo, um par de jarros ousado que parava a areia. O detalhe? Estávamos "duras" como coco, sem um centavo no bolso, apenas com o dinheiro da passagem e uma sede de sol que não cabia em nós.

​Sabadão de 45° em Copacabana. Esticamos a canga, devoramos nossas maçãs e bebemos a água que trouxemos de casa. Joana, exibicionista nata, não perdia a chance de atrair olhares. Ela baixava para ajeitar a canga sem flexionar os joelhos, exibindo aquela raba monumental para quem quisesse ver. Atraía homens e mulheres com aquele jeito de cadela sedutora.

​Perto das 14h, a fome apertou. Jô resolveu usar suas armas. Não demorou para atrair dois estrangeiros: altos, sarados e com cara de quem tinha dólar no bolso. Eles se aproximaram oferecendo bebidas. Eu tentei resistir, mas a Joana, já com o plano traçado, me arrastou compulsoriamente para o quiosque.

​Lá, entre investidas e risadas, o tal Smith sugeriu uma suruba a quatro. Eu fugi do assunto, mas quando o John, mais centrado, colocou duas notas de 100 reais no balcão apenas por um "agradecimento oral", a resistência da Joana evaporou. Sob a imposição dela, subimos para o apartamento onde estavam hospedados, na Avenida Atlântica.

​O medo batia no meu peito, mas a suíte era luxuosa e o clima esquentou rápido. Joana, já calibrada pela bebida e de estômago vazio, não perdeu tempo: caiu de boca no membro do Smith. Eu fiquei com o John. Quando ele se libertou da calça, vi uma tora impressionante, de cabeça rosada e pulsante. Não nego: sou uma boqueteira de mão cheia. Amo o que faço e representei, sentindo o peso daquela masculinidade na minha boca.

​Houve uma troca. Passei para o Smith enquanto o John observava. De repente, John colocou mais 200 reais sobre a mesa: queria um show nosso. Queria ver as duas pretas se pegando. O tesão, alimentado pela adrenalina e pelo dinheiro, explodiu. Joana mergulhou entre minhas pernas. Foi o meu primeiro contato íntimo com ela em anos de amizade.

​Enquanto os dois se masturbavam no sofá, hipnotizados, minha amiga me fazia perder os sentidos. Ela chupava minha buceta com uma maestria que homem nenhum jamais teve. O prazer foi tão intenso, tão profundo, que eu tive um squirt violento, banhando os dedos dela e a canga sob nós.

​Smith, extasiado, colocou mais 400 reais na mesa. No inglês enrolado dele, a proposta subiu: queriam transar os quatro. Joana, com o rosto brilhando de suor e prazer, apontou para o John e sussurrou:

— Miga, olha o tamanho disso... eu quero dar o cu para ele. Aceita, por favor!

​Antes de dizer o "sim" definitivo, precisei ir ao banheiro para recuperar o fôlego, e aí...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 12 estrelas.
Incentive Negão_RJ a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Negão_RJNegão_RJContos: 344Seguidores: 125Seguindo: 8Mensagem Gosto de Ler, Gosto de Escrever

Comentários