O Preço do Prazer - Job Com A Amiga - Fomos a Praia Dura - Parte 3

Um conto erótico de Claudia
Categoria: Grupal
Contém 571 palavras
Data: 20/06/2024 18:28:32
Última revisão: 14/03/2026 17:22:39

​— Joana, onde você está com a cabeça?

​Eu me sentia perdida. Nunca imaginei que sairia com um homem por dinheiro, mas aquela proposta da minha melhor amiga mexeu com todas as minhas certezas. Ela já tinha me feito gozar como ninguém nunca fez, e agora vinha com esse negócio de "atuar"? A vagabunda apenas riu e disse:

— Viu? Vivendo o novo rapidinho. Com o seu corpo e o meu, a gente já podia estar ganhando o mundo.

​Tentei negar, saí de perto, mas o dinheiro caiu na conta e eu, num impulso, gastei tudo em roupas e sapatos. Uma semana depois, a piranha entrou no meu quarto já passando a mão em mim, perguntando se eu queria sentir aquele prazer de novo. Eu resisti, pedi para parar, mas a Joana tinha um plano: um cliente em Copacabana pagaria R$ 1.500,00 apenas para nos ver juntas. Duas horas. Sem toque dele. Só assistência.

​— Você é louca, Joana? Eu sou hétero! — gritei. — Gosto de pau, de piroca! Aquilo com você foi ocasional!

​Mas ela sabia o meu ponto fraco. Deixou o dinheiro na conta, deixou o convite no ar e saiu. No dia seguinte, quando ela perguntou no WhatsApp se podia confirmar, eu apenas aceitei o inevitável.

​Às 19h, o Uber parou na porta. Ela estava radiante em um vestido florido; eu, de saia e blusa, sentia o coração na boca. No apartamento em Copacabana, o cliente nos recebeu com um copo de whisky na mão. Começamos a beber e, quando a Joana começou a me alisar, o mundo exterior desapareceu. Senti um arrepio que não era de medo, era puro tesão.

​Ela me despiu com uma habilidade que me deixava tonta. Quando tirei o vestido dela e a vi nua, não resisti. Comecei a beijar seus seios, e ela, mestre na arte da sedução, ia conduzindo meu corpo, colocando cada parte dela na direção da minha boca. Levei minha mão até a intimidade dela, que já estava completamente úmida. Pela primeira vez, ouvi minha amiga gemer por causa dos meus dedos. Eu encontrei o ponto exato. Enquanto minha boca devorava seus mamilos, meus dedos trabalhavam naquela gruta depilada.

​Quando tirei a mão, meus dedos estavam cobertos por uma essência viscosa e quente. Eu os chupei com luxúria e mergulhei de cabeça entre as pernas dela. Joana se jogou no sofá, pernas abertas, entregue. Eu lambia e sugava o clitóris dela com uma fome que eu nem sabia que tinha. Ela gritava para eu não parar, esfregava a cabeça contra a minha face e elevava a pelve, esfregando o sexo no meu rosto em um êxtase total.

​Invertemos as posições. Ela sabe exatamente onde tocar. Deitei no chão e deixei que ela me explorasse. Quando a língua dela encontrou meu ponto de prazer, meu corpo travou. Tive um squirt violento, molhando o chão do apartamento. Eu tremia inteira. Era uma sensação repetida, mas com uma carga emocional nova: era a minha amiga ali, me fazendo perder o juízo.

​O orgasmo mal tinha passado quando o telefone do rapaz tocou. Uma emergência o fez sair às pressas. Nos vestimos em silêncio, fomos comer um fast-food para saciar a fome que o sexo abre, e voltei para casa com aquele turbilhão na mente: "Quem é você, Cláudia? Por que você goza tanto com ela?".

​Meu celular acaba de vibrar. Mensagem da Joana. Lá vem mais um convite para o abismo.

​Até a próxima.

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