Flagrante do Sobrinho Se Masturbando - Parte 2

Um conto erótico de Carlinha
Categoria: Heterossexual
Contém 593 palavras
Data: 21/06/2024 09:24:31
Última revisão: 14/03/2026 16:33:22

O interfone toca. O porteiro informa que um rapaz chamado Betinho está à minha procura. Pleno sábado, 23h. Peço ao Sr. Antônio que autorize a subida, já sabendo que a noite seria longa. Como vocês sabem, o flagrante dele se masturbando na casa da minha irmã selou o nosso destino.

​Abro a porta e lá está ele: encostado no corredor, vestindo o mesmo short daquele dia, uma camisa de time e tênis. O garoto é tão canalha que foi sem cueca; o volume por baixo do tecido não deixava dúvidas sobre suas intenções. Ele entrou com um sorriso de canto, soltando um "boa noite, titia", carregado de ironia. O abusado tem apenas um ano a menos que eu e me chama de "senhora" só para me provocar. Fui curta e objetiva:

​— Betinho, sem formalidades. Você está aqui porque eu quero que você me possua. Depois daquele aperitivo na sala da sua mãe, não consegui pensar em outra coisa.

​Ele não disse uma palavra. Caminhou até mim com a autoridade de quem manda na situação. Pousou a mão direita no meu pescoço, apertando levemente enquanto a outra mão mergulhava por baixo da minha camisola. Quando seus dedos começaram a dedilhar meu clitóris, senti o mundo girar. Ele alternava a pressão no meu pescoço com movimentos circulares lá embaixo, e minha intimidade, já faminta, ficou completamente ensopada. No meu ouvido, ele sussurrou promessas pecaminosas: ia me chupar até eu perder os sentidos e, depois, tomaria meu corpo por caminhos que eu mal ousava imaginar.

​Ele se ajoelhou, elevou minha perna direita sobre o ombro dele e me prensou contra a parede. O cretino começou a devorar minha bucetinha lisinha com uma vontade voraz. Eram lambidas profundas, lentas, seguidas de uma sucção que me fazia arquear as costas. Dois dedos entraram na minha gruta úmida enquanto a língua dele trabalhava sem descanso no meu clitóris. Meus mamilos estavam rígidos, eu mesma os apertava com força enquanto gemia seu nome. Gozei de forma violenta. Um líquido quente escorreu pela minha perna e eu tive espasmos involuntários, mas ele não parou. Continuou ali, me explorando, até que eu atingisse o segundo orgasmo, gritando de prazer.

​Fui conduzida até a mesa da sala — eu ainda estava mobiliando o apartamento, mas aquela madeira serviu perfeitamente. Sentei-me e o fiz provar do próprio veneno, saboreando cada centímetro daquela arte divina que ele carrega entre as pernas. Depois, ele me colocou de quatro na cadeira, debruçada sobre o encosto. Senti sua língua quente explorar meu "botãozinho" com uma maestria que poucas vezes vi. A sensação era de um choque elétrico.

​Então, veio a invasão. Ele me tomou por trás sem piedade, destruindo qualquer resistência que eu pudesse ter. O impacto de seu corpo contra o meu era seco, ruidoso, delicioso. Ele me puxava pelo cabelo, sussurrando ofensas e elogios enquanto me sodomizava com força. Eu mal sabia se aguentaria até o final, entregue àquela luxúria absoluta. Quando estava no ápice, ele me puxou pelo cabelo, me fez ajoelhar e derramou todo o estoque de esperma que eu pedi para ele guardar. O líquido espesso cobriu meu rosto e meus seios.

​Levei um tapa estalado no rosto que me deixou zonja, mas o beijo que se seguiu foi o mais intenso da vida. Trocamos fluídos, desejos e promessas silenciosas. Tomamos um banho, pedimos comida e ele dormiu comigo, nu. Pela manhã, ainda ganhei um "bis" delicioso de ladinho.

​Bendita hora em que aquela porta do banheiro ficou aberta. Se ele quiser voltar, sabe que o caminho está livre e totalmente à disposição dele

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