Sou a Eleny. Morena, dona de curvas generosas e um busto que atrai olhares, tenho trinta anos e atuo na área administrativa.
Há alguns meses, fui surpreendida pela confissão de um colega de trabalho. Eu já havia notado seus olhares "pecaminosos" — afinal, que homem não olha para uma mulher gostosa com segundas intenções? Mas, em um "jogo da verdade" franco, ele confirmou o que eu suspeitava e foi além: prometeu que ainda me teria nua em sua cama. Segundo ele, foi tesão à primeira vista, um encantamento que já dura sete anos. Ele aproveitou a brecha para dizer, com todas as letras, que me faria gozar apenas com a boca, que exploraria cada centímetro do meu corpo e que me colocaria naquela posição de "flagrante" que ele tanto menciona — eu com as mãos na parede enquanto ele me revista por inteiro. As mensagens são de um verdadeiro cafajeste: negro, alto, com cara de pilantra e absurdamente gostoso.
Enfatizo o "gostoso" porque já fizemos um test sexy — um test drive rápido e voraz dentro do meu carro. Ele abusou do meu juízo: puxou meu cabelo pela nuca, me beijou com uma fome selvagem e percorreu meu corpo com as mãos firmes. Só não fomos além porque os vidros não eram escuros e o movimento de pessoas me preocupava. Foi um "se vira nos trinta" que superou todas as expectativas. Cheguei em casa febril, com a calcinha completamente encharcada.
Ultimamente, meu dia não começa sem os nudes dele. Às 4h30 da manhã, recebo fotos frontais, "vizu única", exibindo aquela trozoba enorme ao lado de uma xícara de café ou um prato de ovos. Os ângulos dos vídeos são de enlouquecer; eu nem tomo café, mas confesso que já sinto vontade de provar essa "bebida". Quando ele não manda, eu cobro com raiva. Na academia, a marca no short — mesmo com o bicho mole — é de tirar o fôlego. E ainda tem os vídeos pornôs que ele envia com a legenda: "Será assim que vou te pegar".
Mas o pior — ou melhor — são os áudios. A voz grave dele é minha perdição. Ele sabe ser sujo: me xinga, diz que vai bater com aquela piroca na minha cara... são minutos de uma putaria sonora que eu jamais aceitaria de outro, mas dele eu ADORO. Já perdi as contas de quantas vezes me masturbei ouvindo suas promessas logo cedo.
Eu? Ah, eu sou santa, pura e imaculada... ou quase isso. A convivência ensina, e aprendi a provocá-lo à altura. Mando fotos de calcinha que o deixam louco; ele diz que a boca enche de saliva só de imaginar puxar o tecido para o lado. Quando mando foto da minha bunda em uma calcinha amarela, ele retribui com a imagem do estrago que fiz nas calças dele. Teve o dia em que ele precisou sair do ônibus da empresa com a mochila na frente, porque eu decidi atazanar a mente dele com um vídeo da minha intimidade molhada após ouvir seus áudios.
Ele que lute para se controlar na academia ou no trabalho, enquanto eu, com meu jeito angelical, busco ângulos inéditos para testar os limites dele. Estou ansiosa pelo dia em que ele vai cumprir o que promete. O medo passou; agora só quero gozar as três vezes que ele me garantiu, só na chupada.
Quando acontecer, eu conto. E acreditem: cada detalhe aqui é verídico.
