Visita Inesperada: O Preço do Vinho

Um conto erótico de Hanna
Categoria: Heterossexual
Contém 877 palavras
Data: 01/07/2024 10:27:39
Última revisão: 14/03/2026 15:04:35

Com a desculpa esfarrapada de que estava passando perto de sua casa, aproveitei para visitar meu sogro. "Ele nos visita tanto, amor, não custa nada retribuir a gentileza", foram os argumentos que apresentei ao meu mozão para justificar a parada estratégica.

​Claro que meu objetivo real era surrupiar uma garrafa de vinho daquela adega maravilhosa, mas eu sabia que teria que pagar por ela — e pagar bem pago. O que o meu marido não precisava saber era a natureza dessa "quitação", embora ele quase tenha atrapalhado o fechamento do negócio bem na hora H.

​Cheguei à casa do Sr. Joaquim por volta das 10h de uma quinta-feira. Quando toquei o interfone, o coroa não escondeu a surpresa. Ele estava no meio do treino na sala: fazia abdominais, o corpo maduro brilhando de suor, sem camisa e vestindo apenas uma sunga de praia que deixava muito pouco à imaginação. Segundo ele, cairia na piscina logo após os exercícios. Perguntei pelo meu cunhado, Manoel, e a resposta me animou: ele tinha acabado de sair para o curso.

​Estávamos sozinhos.

​O olhar dele me percorreu com um brilho assanhado. Perguntou pelo filho, meu marido, e eu expliquei que ele estava trabalhando enquanto eu resolvia coisas na rua. "Passei para ver se o senhor precisava de algo...", soltei, deixando o convite no ar.

​Ele riu, uma risada rouca e premonitória. Aproximou-se, as mãos firmes espalmando minha cintura enquanto ele me puxava para o calor do seu corpo. Minha bolsa foi jogada no sofá sem cerimônia. Colada a ele, senti a pele úmida das suas costas sob minhas mãos enquanto ele sussurrava no meu ouvido, com uma voz carregada de intenção, que sim: ele queria me chupar, me beijar e me ver delirar de prazer. Suas mãos desceram pesadas, apertando minha bunda com posse, e eu senti o volume dele ganhar vida contra mim, a piroca pulsando sob o tecido fino da sunga.

​Querendo demonstrar toda a sua virilidade revigorada pelo treino, ele me ergueu com facilidade, girando meu corpo e me colocando de cabeça para baixo. Meu vestido cedeu à gravidade, deslizando e revelando que eu já tinha saído de casa pronta para o crime: estava sem calcinha. "Você não existe...", ele rosnou. Para mim, o acesso estava fácil; desatei o nó da sunga e a baixei, liberando aquele membro imponente. Ali mesmo, fizemos um 69 em pé, uma posição arriscada, excitante e deliciosamente suada.

​Minutos depois, ele me pôs no chão, livrou-se da sunga e me carregou nos braços até o quarto. Deitada na cama, ele sentou e me puxou para o seu colo, de frente para ele. O vestido tomara-que-caia foi baixado, expondo meus seios que ele começou a abocanhar com vontade. Eu cavalgava devagar, sentindo cada centímetro dele dentro de mim, alternando entre movimentos lentos e quicadas intensas. Naquele momento, ele estava carinhoso, sem tapas ou xingamentos, apenas o ritmo perfeito que me fez gozar profundamente, apertando seus ombros.

​Ao sair do seu colo, o clima mudou. Ele pegou um par de algemas e prendeu meus pulsos, me deixando de barriga para cima. "Agora você só assiste", ordenou. Ele me possuiu no papai e mamãe, minhas pernas jogadas sobre seu tronco, mas dessa vez não houve carinho. Foi bruto, seco, sem pomada ou saliva. Senti cada estocada profunda no meu anel, uma dor deliciosa que preenchia tudo enquanto ele me tomava com a força de um animal.

​O sogrão é uma força da natureza: viril, cheiroso e absurdamente sexy. Ele sabe exatamente como me levar ao limite.

​Quando me libertou das algemas, ajoelhei-me entre suas pernas para o segundo turno. Eu encarava seus olhos, assistindo sua reação enquanto minha boca trabalhava naquela piroca magnífica. Foi então que meu celular tocou na sala. Fui buscar, atendi: era meu marido. Voltei para o quarto, mantendo a voz firme ao telefone enquanto retomava minha "árdua tarefa".

​"Oi amor, estou aqui no seu pai... passei para tomar um café e estou levando aquele vinho para a gente beber mais tarde. Atrapalhei o treino dele, coitado", eu dizia, enquanto o Sr. Joaquim se desmanchava em prazer com a mamada que eu intercalava com as frases. O Mateo pediu para mandar um abraço; eu transmiti em tempo real. Perguntei se ele queria falar com o pai, mas ele recusou. Teria sido a cena perfeita: o pai negando com o dedo enquanto eu o devorava com a boca.

​A adrenalina de falar com o filho enquanto chupava o pai me deixou elétrica. Desligamos e, segundos depois, o sogro explodiu, gozando na minha cara e batendo com a piroca no meu rosto, marcando seu território.

​Limpei tudo com a língua, deliciando-me com o sabor dele. Fomos até a adega e, como eu já tinha avisado, escolhi a garrafa mais cara da coleção. Ele riu da minha audácia, mas não contestou. Coloquei o troféu na bolsa e ainda fiz ele pagar meu táxi, enquanto dava um último beijo roubado e uma apertada firme no seu pau.

​Já em casa, mandei a mensagem de "cheguei bem" para os dois. Para o sogrão, anexei uma foto minha nua, ainda úmida do banho, deitada na cama. A resposta veio rápida e curta, como ele: "Você é uma puta gostosa".

​Adorei a visita. Mal posso esperar pela próxima entrega de vinho.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 21 estrelas.
Incentive Negão_RJ a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Negão_RJNegão_RJContos: 345Seguidores: 126Seguindo: 8Mensagem Gosto de Ler, Gosto de Escrever

Comentários