Madrasta e Enteado: O Jogo de Sedução - Parte 4

Um conto erótico de Carol
Categoria: Heterossexual
Contém 1040 palavras
Data: 22/07/2024 07:48:08
Última revisão: 14/03/2026 10:07:59

Entre o Marido e o Enteado: O Café da Manhã do Medo

...no carro, pensando na merda que iria fazer, mas eu estava muito envolvida. O Pedro é uma espécie de feitiço; eu o quero e não quero me justificar. Eu estava na minha, e todos que leram meus relatos sabem: fui seduzida dentro da minha própria casa. O cara ia lá me provocar, andava pelado e tomava banho na minha frente. Agora eu o quero, foda-se! Estive por um triz de ser penetrada por ele; ele me chupou divinamente, gozei e tive squirt. Dizem que a transa só acaba quando a mulher goza, e ele já me fez gozar várias vezes só com a língua e o dedo. Mas aquela piroca... é linda, grande, grossa, uma "cabeça de pêssego". Só de pensar, minha boca enche d'água. Quero rebolar no colo dele, quero que ele a soque no meu rabo. Meu marido é maravilhoso, mas com o Pedro — não sei se é pela idade que temos — é envolvente. Meu esposo é fixado no meu rabo, ele me beija e já me vira. Eu gosto de dar o cu, mas quero novidade, e fui provocada pelo meu enteado.

​Eu estava de vestido soltinho florido, calcinha e sandália, óculos escuros e cabelo preso. Pela manhã, o trânsito não ajudava. Um infeliz quase colidiu no meu carro — quando estamos fazendo merda, ficamos sempre vulneráveis. A distância da minha casa para a do meu enteado é de vinte quilômetros, mas, pela manhã, o tempo dobrava; chegava a triplicar fora do horário de rush. Mas a vontade de dar era maior.

​Vários ruídos de mensagens entraram, mas não peguei no celular. Se fosse o Charles, como eu iria responder onde estava? Ele sabe que levanto tarde, fora que, no trânsito, as buzinas atrapalham e eu precisava estar concentrada. Passados cinco minutos, alguém ligou e consegui atender. A porra do engarrafamento não ajudava em nada. Era o canalha do Pedro perguntando se eu tinha desistido. Muito puta, respondi que ele deveria ter ido de moto, que é muito mais fácil para fugir do trânsito. Eu estava presa no engarrafamento e realmente deveria desistir, mas não ia ficar sem dar para ele. O cafajeste disse que estava se masturbando, deixando a piroca em ponto de bala para, quando eu chegasse, já cair de boca. Falei que ele não prestava, que era uma tentação em pessoa. Ele retrucou perguntando se eu prestava.

​Desliguei. O trânsito estava parado e os motoqueiros buzinavam pelos corredores. Eram 8h30 e já fazia um calor infernal. Com o ar-condicionado ligado, eu ainda sentia calor; estava muito tensa, sem tomar café da manhã e com a adrenalina a mil. Jamais imaginaria trair meu esposo, sendo recém-casada. Tudo isso é culpa do Pedro... na verdade, sou uma santa.

​Estacionei o carro na rua dele, mas distante da calçada, exatamente em uma padaria. Não queria deixar meu carro próximo ao "matadouro" do Pedro. Ele mora sozinho e deve levar várias piriguetes para lá; eu era apenas mais uma. De dentro do carro, mandei uma mensagem dizendo que tinha conseguido chegar e para ele deixar o portão aberto. Ele respondeu que deixaria. Saí do carro e fui andando, preocupada se alguém iria me ver. Empurrei o portão, entrei de cabeça baixa e abri a porta da sala. Um cheiro de sexo reinava no ar. O pilantra estava nu, de pau duro — deveria estar se masturbando realmente, como disse na ligação. Entrei já mamando, caí de boca na sua piroca. Ele só dizia: "Tá gostando, puta? Piranha? Vadia?". Eu olhava para ele e balançava a cabeça, e ele não parava de falar; disse que ia me maltratar, comer minha bucetinha e meu rabo. Eu estava lambendo suas bolas, engolindo seu pau, quando, de repente, ouço alguém gritando:

— Pedro, meu filho! Você está em casa?

​O ruído do portão abrindo me deixou desesperada. Levantei do chão com os olhos arregalados, sem saber o que fazer. Ele me empurrou para o quarto e fechou a porta. Eu desliguei o celular — não sei como pensei nisso na hora — e ouvi o diálogo:

— Oi, pai! Saudades do seu filho?

​Meu marido disse que tinha ido fazer um trabalho externo e, como estava próximo à casa dele, resolveu visitá-lo. Questionou por que a casa estava fechada e se não tinha café. Eu, aflita no quarto, estava completamente assustada e trêmula. Pedro disse que não tinha nada em casa, pois detesta supermercado e compra tudo pronto. Ofereceu um ovo, o pai recusou, e meu enteado disse que iria vestir uma roupa e que podiam ir à padaria da rua de trás, que tinha um excelente breakfast.

​Ele entrou no quarto e fez sinal de que deixaria a porta da sala aberta e que era para eu sair quando ele enviasse a mensagem no WhatsApp. O canalha ainda me beijou antes de sair. Charles gritava do lado de fora perguntando se ele "ia passar maquiagem". Os dois saíram. Depois de alguns minutos, a mensagem chegou. Saí do quarto e a porta realmente estava aberta.

​Fui embora muito puta. Já na rua, fui abordada por uma garota, aparentemente da minha idade, com cara de puta. Perguntou se ali não era a casa do Pedro. Olhei para ela e nem respondi. A garota passou a gritar, perguntando se eu "estava dando para ele". Continuou esbravejando que ele era um cafajeste. Concordei com um sinal de positivo com o dedo, e ela dizia que iria ligar para ele. Apertei o passo, com medo de ser agredida. Ia para o carro sem responder, mas a menina veio atrás de mim gritando. Entrei no carro e só ouvi ela dizendo no telefone que "viu a puta que ele tinha comido" e começou a me descrever.

​Liguei o carro, saí dali e voltei para casa. No meu telefone, havia várias ligações e mensagens do Pedro com explicações. Na cozinha, sem trocar de roupa, tomei meu café da manhã com muita fome. Restou baixar o fogo se masturbando e relaxar na piscina, já que o dia seguinte seria sexta-feira e eu voltaria das férias — um "sextou" de luxo (kkkkk).

​Tem coisas que não encaixam, não adianta forçar. Será que eu vou conseguir dar para o meu enteado? Até a próxima loucura.

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Comentários

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Ansiosa por essa penetração!!!!

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