Entre o Marido e o Enteado: O Café da Manhã do Medo
...no carro, pensando na merda que iria fazer, mas eu estava muito envolvida. O Pedro é uma espécie de feitiço; eu o quero e não quero me justificar. Eu estava na minha, e todos que leram meus relatos sabem: fui seduzida dentro da minha própria casa. O cara ia lá me provocar, andava pelado e tomava banho na minha frente. Agora eu o quero, foda-se! Estive por um triz de ser penetrada por ele; ele me chupou divinamente, gozei e tive squirt. Dizem que a transa só acaba quando a mulher goza, e ele já me fez gozar várias vezes só com a língua e o dedo. Mas aquela piroca... é linda, grande, grossa, uma "cabeça de pêssego". Só de pensar, minha boca enche d'água. Quero rebolar no colo dele, quero que ele a soque no meu rabo. Meu marido é maravilhoso, mas com o Pedro — não sei se é pela idade que temos — é envolvente. Meu esposo é fixado no meu rabo, ele me beija e já me vira. Eu gosto de dar o cu, mas quero novidade, e fui provocada pelo meu enteado.
Eu estava de vestido soltinho florido, calcinha e sandália, óculos escuros e cabelo preso. Pela manhã, o trânsito não ajudava. Um infeliz quase colidiu no meu carro — quando estamos fazendo merda, ficamos sempre vulneráveis. A distância da minha casa para a do meu enteado é de vinte quilômetros, mas, pela manhã, o tempo dobrava; chegava a triplicar fora do horário de rush. Mas a vontade de dar era maior.
Vários ruídos de mensagens entraram, mas não peguei no celular. Se fosse o Charles, como eu iria responder onde estava? Ele sabe que levanto tarde, fora que, no trânsito, as buzinas atrapalham e eu precisava estar concentrada. Passados cinco minutos, alguém ligou e consegui atender. A porra do engarrafamento não ajudava em nada. Era o canalha do Pedro perguntando se eu tinha desistido. Muito puta, respondi que ele deveria ter ido de moto, que é muito mais fácil para fugir do trânsito. Eu estava presa no engarrafamento e realmente deveria desistir, mas não ia ficar sem dar para ele. O cafajeste disse que estava se masturbando, deixando a piroca em ponto de bala para, quando eu chegasse, já cair de boca. Falei que ele não prestava, que era uma tentação em pessoa. Ele retrucou perguntando se eu prestava.
Desliguei. O trânsito estava parado e os motoqueiros buzinavam pelos corredores. Eram 8h30 e já fazia um calor infernal. Com o ar-condicionado ligado, eu ainda sentia calor; estava muito tensa, sem tomar café da manhã e com a adrenalina a mil. Jamais imaginaria trair meu esposo, sendo recém-casada. Tudo isso é culpa do Pedro... na verdade, sou uma santa.
Estacionei o carro na rua dele, mas distante da calçada, exatamente em uma padaria. Não queria deixar meu carro próximo ao "matadouro" do Pedro. Ele mora sozinho e deve levar várias piriguetes para lá; eu era apenas mais uma. De dentro do carro, mandei uma mensagem dizendo que tinha conseguido chegar e para ele deixar o portão aberto. Ele respondeu que deixaria. Saí do carro e fui andando, preocupada se alguém iria me ver. Empurrei o portão, entrei de cabeça baixa e abri a porta da sala. Um cheiro de sexo reinava no ar. O pilantra estava nu, de pau duro — deveria estar se masturbando realmente, como disse na ligação. Entrei já mamando, caí de boca na sua piroca. Ele só dizia: "Tá gostando, puta? Piranha? Vadia?". Eu olhava para ele e balançava a cabeça, e ele não parava de falar; disse que ia me maltratar, comer minha bucetinha e meu rabo. Eu estava lambendo suas bolas, engolindo seu pau, quando, de repente, ouço alguém gritando:
— Pedro, meu filho! Você está em casa?
O ruído do portão abrindo me deixou desesperada. Levantei do chão com os olhos arregalados, sem saber o que fazer. Ele me empurrou para o quarto e fechou a porta. Eu desliguei o celular — não sei como pensei nisso na hora — e ouvi o diálogo:
— Oi, pai! Saudades do seu filho?
Meu marido disse que tinha ido fazer um trabalho externo e, como estava próximo à casa dele, resolveu visitá-lo. Questionou por que a casa estava fechada e se não tinha café. Eu, aflita no quarto, estava completamente assustada e trêmula. Pedro disse que não tinha nada em casa, pois detesta supermercado e compra tudo pronto. Ofereceu um ovo, o pai recusou, e meu enteado disse que iria vestir uma roupa e que podiam ir à padaria da rua de trás, que tinha um excelente breakfast.
Ele entrou no quarto e fez sinal de que deixaria a porta da sala aberta e que era para eu sair quando ele enviasse a mensagem no WhatsApp. O canalha ainda me beijou antes de sair. Charles gritava do lado de fora perguntando se ele "ia passar maquiagem". Os dois saíram. Depois de alguns minutos, a mensagem chegou. Saí do quarto e a porta realmente estava aberta.
Fui embora muito puta. Já na rua, fui abordada por uma garota, aparentemente da minha idade, com cara de puta. Perguntou se ali não era a casa do Pedro. Olhei para ela e nem respondi. A garota passou a gritar, perguntando se eu "estava dando para ele". Continuou esbravejando que ele era um cafajeste. Concordei com um sinal de positivo com o dedo, e ela dizia que iria ligar para ele. Apertei o passo, com medo de ser agredida. Ia para o carro sem responder, mas a menina veio atrás de mim gritando. Entrei no carro e só ouvi ela dizendo no telefone que "viu a puta que ele tinha comido" e começou a me descrever.
Liguei o carro, saí dali e voltei para casa. No meu telefone, havia várias ligações e mensagens do Pedro com explicações. Na cozinha, sem trocar de roupa, tomei meu café da manhã com muita fome. Restou baixar o fogo se masturbando e relaxar na piscina, já que o dia seguinte seria sexta-feira e eu voltaria das férias — um "sextou" de luxo (kkkkk).
Tem coisas que não encaixam, não adianta forçar. Será que eu vou conseguir dar para o meu enteado? Até a próxima loucura.
