Já há algum tempo sem "aprontar" e com o nosso aniversário de casamento chegando, decidi que era hora de dar tarefas ao meu marido — aquele corno obediente e maravilhoso. Ele já tinha o presente dele desde o dia em que me aceitou como esposa, mas eu ainda não tinha nada. Precisava que ele trouxesse algo especial para celebrar nossa boda. Quicando em seu colo, fui direta: disse que queria um macho, que ele deveria escolher e que, por favor, não me decepcionasse.
Faltavam cerca de noventa dias para a data. Quando ele perguntou como eu queria que fosse, apenas respondi:
— Se vira nos trinta! Você já deveria saber do que eu gosto.
Ordenei que ele não esquecesse dos quitutes e das bebidas, garantindo que atendesse ao gosto do convidado, pois ele seria, novamente, o garçom e anfitrião. Mandei que lavasse e passasse o uniforme e que fizesse a barba, pois andava muito desleixado.
Os dias que antecederam o evento foram de grande ansiedade. Ele não dizia uma palavra, mas percebi que o uniforme de garçom já estava limpo e impecável. Ele fez a barba, cortou o cabelo e foi até à manicure — fez até as unhas! Na geladeira, já havia cerveja, vinho e espumante; os quitutes pareciam preparados para uma farta mesa de frios.
O dia da boda caiu em um sábado. Depois do café da manhã, passei o dia me cuidando: massagem, cabeleireiro e a casa entregue aos cuidados dele. Quando retornei, apenas a lâmpada do meu quarto estava acesa. Entrei em silêncio para não estragar o clima; o cachorro latiu, mas estava preso. Sobre a cama, encontrei uma camisola preta transparente. Eu estava depilada e relaxada após um banho de banheira com óleos perfumados que deixaram minha pele como seda — tudo pago pelo corno do meu marido. Sob a camisola, um bilhete: "Após se vestir, vá para a sala."
Na sala, sentei-me no sofá de costas para a porta da cozinha. Vi uma sombra e, sem uma palavra, colocaram uma venda em mim. Eu estava no clima, era exatamente o que eu queria. Ao fundo, tocava um lounge suave e o aroma no ambiente era delicioso. Duas mãos me ergueram. Tiraram minha camisola e passaram a alisar meus seios. O homem atrás de mim estava com o membro duro, roçando na minha bunda. Outra pessoa na minha frente começou a chupar meus seios. Eu não quis descobrir quem era; queria apenas viver o momento.
Fui possuída de várias formas: dedadas, chupadas e penetrações repetidas. Sentei no colo de um, chupei o pau de outro... acho que não havia apenas um macho ali.
Hoje, sinto meu corpo marcado: um chupão no pescoço, meus seios ainda sensíveis e minha bunda dolorida pelas palmadas e mordidas. Houve momentos de dominação intensa, com braços envoltos no meu pescoço e pernas elevadas enquanto me chupavam com precisão. Gozei horrores quando senti três dedos explorando meu rabo.
Acredito que fiquei uma hora vendada. Fui conduzida a outro cômodo, colocada de bruços na cama com os braços presos. Comeram meu cuzinho com uma violência sem pena — por ali, deduzi ser meu marido. Quando ele finalmente me soltou, a casa já estava limpa. Na sala, uma garrafa de espumante no gelo e duas taças nos esperavam. Ele estava de cueca e eu nua; ele mesmo me vestiu com a camisola. Brindamos. Eu não aguentava mais nada, apenas o mamo até ele gozar na minha boca. Espumante com porra: um mix gostoso.
Isso aconteceu há cerca de cinco anos. No domingo seguinte, eu estava cheia de hematomas, mas a memória do que senti, sem ver, era excitante demais. Agradeci pelo presente e disse que ele me surpreendeu. Não perguntei quem estava lá e pedi que ele nunca contasse; seria o nosso segredo. Fui usada e adoraria repetir. Só de pensar, tudo arrepia.
