Como o Mateo e eu finalmente selamos nosso acordo, as noites ganharam um novo ritmo. Ele sempre deixa que eu o chupe — é o momento em que ele se entrega totalmente, já que tantas vezes me deixou na mão, literalmente. Mas o destino me deu o Sr. Joaquim como salvaguarda, e hoje sou muito bem comida pelo coroa.
Recentemente, Mateo desabafou sobre o seu caso extraconjugal; parece que o rapaz é jovem e só quer curtição, enquanto meu marido busca algo mais sério. Ouvi suas lamúrias com paciência e sugeri um almoço em nossa casa. Queria mostrar ao rapaz que o Mateo tem uma estrutura, uma esposa que entende perfeitamente suas necessidades e que o apoia.
Mateo adorou a ideia. Já era quase meia-noite quando conversamos. Eu vestia uma camisola vermelha de seda, transparente, sem nada por baixo. Tinha acabado de me depilar; minha bucetinha e meu cuzinho estavam lisinhos, hidratados e extremamente cheirosos. O sogrão ainda não tinha visto o resultado dessa produção, então decidi provocar o que estava ao meu alcance. Deixei a camisola deslizar pelo corpo e fiquei de quatro na cama, sob o olhar do meu marido.
— Mateo... você não tem vontade de comer meu cu? — perguntei, olhando por cima do ombro com o olhar mais devasso que consegui fazer.
Ele levantou da poltrona e caminhou até mim. Suas mãos percorreram minha bunda e eu rebolava a cada toque. Aproveitei o clima e pedi que ele usasse os dedos. Ele penetrou minha buceta com um dedo, sentindo como eu já estava ficando ensopada, e logo pedi o segundo. Então, lancei o desafio:
— Você não gosta que o seu boy chupe seu cu? Faz em mim...
Sem responder, ele baixou a cabeça e começou a lamber meu cuzinho. Na primeira lambida, meu anel piscou, reagindo instantaneamente ao calor da língua dele. Ele riu, sentindo o cheiro do hidratante e o gosto da minha pele. "O cu gostou", ele disse, entre uma investida e outra. Eu estava ficando mole; a combinação da dedada profunda com a língua dele me deixou em transe. Havia tempo que meu esposo não se dedicava assim.
Pedi para ser penetrada. Ele colocou o pau meia-bomba para fora e entrou devagar. Não era a brutalidade do Sr. Joaquim, que me maltrata e me rasga, mas percebi o esforço dele em me agradar. Rebolei até onde pude, mas logo mudei de posição para terminarmos do jeito que ele mais gosta: mamei com vontade, sentindo-o pulsar na minha boca até que ele se aliviasse por completo. Dormimos de conchinha, em uma paz estranha e nova.
No dia seguinte, Mateo foi trabalhar. Enquanto eu tomava o café que ele deixou preparado, a saudade do "macho raiz" apertou. Liguei para o sogrão e dei a ordem: "Vem agora e traz uma garrafa daquela adega".
Ele veio. E não houve preliminares. O Sr. Joaquim me possuiu ali mesmo, em cima da mesa da cozinha, onde eu recém tinha tomado meu desjejum. Foi um choque de virilidade. No meio do ato, ele se mostrou chateado — um ciúme possessivo por saber que o filho o havia "precedido" naquela madrugada, mesmo que meia-bomba. Mandei que ele se calasse e fizesse o trabalho dele. Para selar a paz, dei a ele uma mamada memorável. O pau dele voltou a ficar teso como ferro.
Fiquei de quatro na cadeira e implorei por mais paulada. O ciúme dele evaporou diante do meu desejo. E aquele perfume... o feitiço que ele usa e não me revela o nome. Basta sentir o aroma para minhas pernas tremerem e minha vontade de dar para ele subir a níveis estratosféricos. Ele me pegou de todos os jeitos, me maltratando com a propriedade de quem é dono do terreno. Afinal, como diz minha amiga Nata: "Minha mãe não me fez fraca".
Antes de ir embora, ele transferiu uma grana para minha conta. "Puta, depois que fode, tem que receber", ele soltou. No momento, a comparação me incomodou, mas o dinheiro estava lá. Usei o "presente" para pedir meu prato favorito do restaurante que amo e abri o vinho maravilhoso que ele trouxe. Almocei sozinha, sentindo o corpo moído e a alma lavada.
À noite tem mais... se o meu esposo aguentar o tranco.
Beijos, e até a próxima loucura.
