​O Segredo na Ponta da Língua

Um conto erótico de Hanna
Categoria: Heterossexual
Contém 828 palavras
Data: 03/07/2024 20:17:35
Última revisão: 14/03/2026 15:06:36

Já compartilhei aqui algumas das minhas aventuras com meu sogro e meu cunhado, mas desta vez confesso que pisei na bola feio. O nível de preocupação foi ao ápice.

​Sou casada com o Mateo e, desde que ele retornou da sua viagem de trabalho — que foi promissora para a carreira, mas um desastre para a nossa cama —, não tivemos uma foda sequer. Quando finalmente achei que o clima ia esquentar, o irmão dele passou mal e ele, claro, correu para o hospital para acudir o caçula. Entre o cansaço do "labor" e a ansiedade, meu marido simplesmente não tem dado conta do recado.

​Desde que voltou, o cara só broxa. E no fundo, por mais que ele esteja falhando, eu sinto falta de ter meu marido me preenchendo. Só que siririca na madrugada não resolve o fogo que eu sinto, e o Sr. Joaquim, meu sogro, tem sido minha válvula de escape constante. Ele me come direto, sem hesitar.

​Depois daquela visita em que surrupiei o vinho, saímos novamente. Desta vez, o destino foi um motel. Com ele, sou sempre submissa, entregue às suas ordens. Ele adora o meu rabo, e a gente se entende naquela intensidade deliciosa. Mas, dessa vez, algo mudou no protocolo. Ele sempre goza na minha boca, mas eu estava tão elétrica, rebolando com tanta vontade sobre aquele pau viril, que o clima fugiu do controle. Em um momento de êxtase acima da média, ele não aguentou e gozou fundo, direto na minha buceta.

​Ao ouvir os gemidos dele — aquele som rouco de um homem dominador perdendo os sentidos —, eu rebolava ainda mais. Qual mulher não se sente poderosa ao arrancar um orgasmo desses de um homem como ele? Só que, depois que o calor passou, veio o choque: acho que ele se descuidou, e eu também.

​Uma semana se passou e nada da minha regra descer. O pânico se instalou. Nesse meio tempo, tentei dar para o meu marido por duas vezes, mas a ansiedade dele é tanta que ele está à base de medicação e brochou ambas as vezes. Eu estava em frangalhos, com medo de fazer o exame e confirmar o que eu mais temia.

​Fui até a casa do sogro para dar a notícia. Mas, antes que eu pudesse abrir a boca, dei mole. Fui de vestido — adoro como o tecido desliza na pele — e ele não resistiu. E quem resistiria a um coroa desses? Sarado, gostoso e com aquele perfume que impregna na gente. Ele me virou, jogou a calcinha de lado e me comeu novamente.

​Dessa vez ele focou apenas no meu butico e, no final, despejou o leite morno na minha boca. Na pausa, enquanto eu ainda sentia o gosto dele, comentei sobre o atraso. Ele, com a calma de quem já viveu de tudo, apenas disse: "Que legal". Ficou tranquilo, enquanto eu estava em frangalhos.

​Abri uma garrafa de vinho para acalmar os nervos, mas ele logo me puxou para o seu pau novamente. Eu estava tensa, mas acabei me entregando. Foi mais leite na boca, dessa vez misturado com o sabor do vinho. Almocei com ele e, na volta, passei no trabalho do maridão. Voltei para casa com o Mateo, decidida a resolver minha situação ali mesmo.

​No caminho de volta, já comecei a provocação, alisando o pau dele por cima da calça. Na garagem, antes mesmo dele desligar o carro, abaixei o zíper e o mamei ali mesmo, com a urgência de quem precisava daquele sêmen para "limpar" a consciência. O pau dele se manteve em pé, firme. Corri para o banho, precisava me sentir limpa, e me preparei: calcinha fio dental mínima, sem sutiã, cabelo preso, batom marcante e um perfume matador.

​Fui atrás dele na sala. Ele estava vidrado no celular. Tirei o aparelho da mão dele, abri sua calça e sentei no seu colo, oferecendo meus seios. A iniciativa dele era zero, um contraste gritante com a fome do Sr. Joaquim. Mas o pau subiu. Comecei a rebolar gostoso, sentindo-o dentro de mim, quando de repente o Mateo dá um grito:

​— Mozão, você está sangrando!

​Não parei. Continuei o movimento, sentindo o sangue quente lubrificar ainda mais a foda, e disparei:

— Todo guerreiro suja sua espada com sangue, amor.

​Mas ele não é um guerreiro. Ele saiu debaixo de mim dizendo que tinha nojo. Puta que pariu, mil vezes! Voltei para o banheiro, tomei outro banho ouvindo ele reclamar que o cheiro da menstruação o incomodava. Que cara babaca! Tentei oferecer o cu para ele no chuveiro, para não perder o clima, mas ele também recusou.

​Saí do banheiro e mandei mensagem imediata para o sogrão. Ele ficou radiante ao saber que a regra tinha descido e já me intimou: "Vem amanhã aqui em casa para comemorarmos".

​É óbvio que eu irei. Enquanto o filho tem nojo de tudo e se afoga em remédios, o pai é raiz, é homem, e sabe valorizar cada fluido de uma mulher. Até amanhã, sogrão.

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Comentários

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Vagaba, pq não se separa e casa com o velho vagabundo

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