Sempre gostei de ajudar as pessoas; desde pequena tive esse prazer. O conto que quero narrar aconteceu comigo e com a minha prima, Cristina. Eu sou a Suzane — você já deve ter lido meus contos e sabe que sou morena, gostosa e tenho cara de santa. Bem santa mesmo! Já a minha prima é uma "puta incubada" que se diz pura.
Crescemos, casamos e mantivemos contato todo esse tempo. O esposo dela, Edmilson — que chamamos carinhosamente de Milsão —, passou a trabalhar embarcado. Há cerca de um ano, minha prima veio conversar comigo, aflita, sobre um "problema": ele tem pedido e tentado comer o cuzinho dela. Pasmem! Ela não quer dar o fiofó. Eu até entendo a hesitação dela, mas acho que ela me procurou porque sabe que eu adoro. Para registro: amo tomar d4.
Sempre falo sobre sexo quando as mulheres da família se reúnem. Disse a ela que, no início, dói um pouco, mas que depois de relaxar e ceder, a gente tira muito proveito — inclusive já tive orgasmos anais mais intensos que os vaginais. Coloquei pilha dizendo que, se ela não desse, outra daria (kkkk). Ela ouviu tudo e, pelo visto, ignorou completamente. Azar o dela: ai do cara que sai comigo e não penetra o meu cuzinho nem joga leite na minha boca!
Recentemente, encontrei o Milsão no mercado. Ele é um negro alto e forte. Nos abraçamos e ele me ofereceu carona. Aceitei na hora, pois estava cheia de bolsas. No carro, estacionado ainda no mercado, começamos a conversar. Ele contou que estava há cinco dias em terra e que precisava passar na farmácia para comprar absorventes, pois a Cristina estava menstruada.
Brinquei: "Justo quando você está em terra, a esposa está 'naqueles dias'?"
Ele respondeu com um simples: "Pois é...".
Como eu não presto mesmo, emendei: "Ainda bem que existe a segunda opção... a não ser que você tenha nojo, né?".
Ele ficou quieto, mas quando chegamos na porta da minha casa, ressuscitou o assunto. Desabafou que isso era motivo de briga, que ficava 15 dias na plataforma e a mulher não dava o cu para ele. Pediu desculpas pelo desabafo. Eu, fingindo que não sabia de nada, coloquei a mão na perna dele, apertei sutilmente e puxei o vestido para cima, deixando a coxa bem à mostra. Olhei com cara de puta e disse: "Eu posso te ajudar. Afinal, para que servem as primas?".
Milsão já foi cheio de graça para o meu lado no passado. Juntei a fome com a vontade de comer: já estava há um tempo sem dar e queria o pau dele. Se a minha prima não quer, ela que se foda!
Ele pegou minha mão e levou até o pau dele; comecei a "amassar o quibe" e senti o bicho engrossar. Ele tentou me beijar, mas eu cortei: "Sem beijo. Vou te dar o cu aqui mesmo, no banco de trás". Ele ficou louco! Mandou eu ir para trás, tirou a calcinha e mandou ele dirigir até a rua de trás, que era mais deserta, apesar de iluminada. Ele estava com medo de alguém reconhecer o carro, mas eu o desafiei: "Quer desistir?", perguntei balançando a calcinha no dedo.
Ele não resistiu. Pulou para o banco de trás, abriu a bermuda e o pau estava enorme. Dei uma mamada rápida e fiquei de ladinho. Mandei ele colocar "sem cuspe". Caralho, ele colocou na portinha! Que pau grosso! Entrou rasgando. Ele tentava não balançar o carro, mas eu o incentivava:
— Enfia, porra! Me fode, caralho! Come o cu da prima! Você não gosta de cu?
As estocadas eram fortes, as mãos dele apertavam meus seios com força. Ele não parou até gozar fundo, empurrando tudo e enchendo meu cu de leite. Coloquei a calcinha de volta — vazou muita porra no banco — e mandei ele me deixar em casa. Na porta, saí como se estivesse descendo de um Uber e agradeci pela carona.
Ele ainda tentou marcar outra vez. Eu disse que mandaria mensagem e avisei: "Não briga com a prima por causa de cu; quando quiser, é só falar comigo". Tomei um banho em casa. Meu cu estava ardido e dolorido, mas eu estava muito feliz. Ajudei meu "priminho" e minha "priminha"; com certeza, hoje eles não brigam!
Gosto muito de dar o rabo.
Beijos e até a próxima!
