Éramos apenas mamãe e eu. Maria Joana tem 50 anos, é morena, peituda, tem 1,65 m, bunda média, cabelos pretos e olhos castanhos. Assim é minha mãe: adora exibir as tetas e, quando eu dou uma apertada, ela fica uma "arara", dizendo sempre que o que é bonito é para se mostrar. Então tá, que exiba! Já eu sou a Monique: tenho 22 anos, também sou morena, tenho seios médios e bicudinhos, bunda "criada" na academia, coxas grossas e sou gostosa. Com a morte do papai, passamos a ter total liberdade dentro de casa; andávamos o dia todo de calcinha. Como o apartamento é pequeno, não víamos necessidade de roupa. Eu amo andar nua e acho que contagiei ela com meu espírito naturista; antes ela me chamava de "índia", mas aos poucos foi aderindo e virou a "Índia Cacique" (kkkk).
Eu estudo e trabalho, fugindo de relacionamentos. Mamãe trabalha de segunda a sexta e, nos finais de semana, curte os pagodes da vida. Foi assim que conheceu um cara que, vira e mexe, está na nossa casa. Na verdade, já tem até escova de dentes aqui, o que tira um pouco da nossa privacidade. Sou obrigada a vestir algo e coloco um camisão quando ele está por lá, mas minha mãe está feliz com o relacionamento e eu assino embaixo.
Às vezes ouço, na madrugada, eles transando. Minha mãe é safada, geme alto e pede para ele comer o rabo dela com força. Já ouvi mamãe pedindo para ele bater na cara dela. No dia seguinte, mando mensagem para ela dizendo: "Tu é muito safada!". Ela responde que foi bom, mas que, se estiver incomodando, ela vai para um motel. Eu sempre respondo que, se está bom para ela, eu estou feliz.
O boy dela é um negro alto e bonito, de 49 anos. É militar e tem uma "pancinha" de cerveja. Mamãe disse que ele tem um fôlego de leão e confessou que ele tem uma piroca enorme. Peço para mamãe poupar os detalhes, e ela sempre ri quando digo isso, mas, pelo que ouço, o Leandro — seu nome — maceta a dona Maria Joana como ela gosta.
Reconheço o ciúme da mamãe depois que iniciou esse relacionamento; às vezes ela sufoca o rapaz. Não opino, mas acredito que ela imaginava que ninguém mais iria querê-la. O negócio é que eles se conheceram num pagode e a "bonita" não quer que ele sambe, muito menos que vá sozinho. Eles tiveram um entrevero, discutiram, e eu ouvi o bate-boca lá do quarto. Ele ri mais do que briga; a que atiça tudo é minha mãe. Eu dou boas gargalhadas e "eles que lutem".
Nesse dia que quero relatar, era madrugada de domingo. Eu estava com muita sede e não tinha levado minha garrafa de água para o quarto. Levantei-me e estava sem roupa; estava muito calor — como pode ser tão quente na madrugada? Levantei e saí. Confesso que nem lembrei dele. Deparei-me com o Léo se masturbando na sala enquanto assistia a um vídeo no celular. Ele estava tão compenetrado que não me viu. Eu parei na frente dele, peladinha. Caralhoooooooo, que piroca enorme! Mamãe está bem servida. O negão estava ali "descabelando o palhaço" e eu fiquei de bobeira: a cabeça é grossa! Depois de alguns segundos parada, eu passei. Ele me viu, ficou sem graça e não falou nada; tentou se ajeitar, mas como guardar aquela ferramenta toda em um short?
Minha mãe está dando mole, brigando quando poderia estar sendo maltratada e enrabada. Só pensava nisso. Peguei minha garrafa de água e voltei andando normalmente, olhando para ele. Fico imaginando o que passou na cabeça dele: o cara se masturbando, assistindo a um pornozinho e, de repente, surge a enteada peladinha na frente dele. Deve ter achado que era miragem.
No quarto, bebi a água. Já estava há algum tempo sem sexo, focada nos estudos, mas porra... não parava de pensar na piroca do namorado da minha mãe. Toquei uma siririca, esfreguei meu clitóris e apalpei meus seios só com a visão que tive. Fechava os olhos e via a imagem do negão olhando para a tela do celular e aquela mão enorme no "vai e vem". Que pirocona grande e grossa! Chegava a brilhar na penumbra da luminosidade que vinha de fora.
Assim que gozei, voltei à cozinha, ainda pelada. Ele já não estava mais na sala. Voltei na maldade mesmo; pelo menos a mão eu iria tentar passar.
No dia seguinte, no café da manhã, eles estavam no maior "só love"; provavelmente se acertaram na madrugada. Eu já tinha dado minha corridinha matinal. Ele estava completamente sem graça à mesa quando me viu. Eu estava só de camisão, sem nada por baixo. Minha buceta piscava quando eu olhava para ele. Acredito que ele não falou nada com a minha mãe, nem serei eu a falar, porque ela morre de ciúme e eu o que quero é ver a piroca de novo.
Acho que vou "esquecer" a garrafa de água novamente na cozinha. Quem sabe nesta madrugada tenho mais sorte? Eu juro que contarei aqui se acontecer algo. Que negão gostoso!
Beijos, até a próxima!
