Sede de Perigo: O Jogo de Água na Cozinha
...Depois do inconteste flagrante que dei no Léo se masturbando na sala de madrugada, assistindo a algo no celular — que presumo ser um vídeo adulto —, minha mãe perguntou se eu tinha algum problema em receber o seu "boy magia" na nossa casa. Indaguei se estava tudo bem, já que isso acontecia há cerca de seis meses; lembrei a ela que já havia roupas e até escova de dentes dele por aqui. Tranquilizei-a dizendo que não tinha problema, que não me sentia incomodada, e aproveitei para devolver a pergunta: "A não ser que você esteja com ciúme da sua filha, porque ciúme você tem bastante. Conheceu o cara no pagode e não quer que ele sambe, tampouco curta quando você não vai".
Ela saiu e me deixou falando sozinha. O clima entre eles não era dos melhores. O Leandro já tinha me pedido um help e sugeri que ele desse tempo ao tempo, que as coisas iriam se encaixar. De fato, encaixaram à noite: mais uma madrugada de sexo. É excitante ouvir frases como: "Me bate na cara, me fode, come meu rabo, porra, meu tigrão!". Tento não ouvir, coloco fones, mas sou tentada e só imagino a piroca do Léo. O negão deve socar com raiva. Porra, bastava fechar os olhos para visualizar a imagem dele se masturbando.
Cerca de quatro horas após o último grito da mamãe — acho que já sou uma voyeur auditiva, e acredito que até os vizinhos tenham ouvido —, o silêncio finalmente reinava (kkkkkk). Novamente, na madrugada, fui pegar água para beber e lá estava o padrasto. Estava sem camisa, só de cueca — uma amarela — na cozinha, bebendo água também. Eu, novamente, estava nua. Ele me olhou de baixo para cima e perguntou se eu tinha caído da cama. Sem qualquer cerimônia e com muita calma, disse que estava com sede, mas que não caí da cama. Ele me ofereceu a água que estava bebendo; peguei o copo, bebi e deixei cair propositalmente uma parte da água pelo meu corpo. Ela escorria pelo pescoço e descia pelos meus seios e barriga. Ele olhava bestificado. Disse que estava muito calor e ele perguntou se podia me secar. Fiquei parada e calada, em pé na sua frente, apenas olhando para ele.
A cada passo que ele dava em minha direção, meu corpo se arrepiava; era um misto de tesão e medo de minha mãe aparecer. Ele chegou perto, passou a mão no meu peito e o excesso de água das mãos ele passava no próprio corpo. Fez isso no lado esquerdo; meus seios já estavam mais duros que pedra e eu fiquei fixada naquela piroca volumosa dentro da cueca. Levei o braço esquerdo até lá e apalpei, apertei, coloquei para o lado, masturbei-o e disse que a minha mãe estava bem servida.
O Léo disse que tinha "para mim" também. Cheguei a agachar e passei a língua na cabeça — estava muito quente e grossa. Levantei e voltei para o meu quarto. Ele me chamou, mas não voltei; deve ter sido um sexto sentido. Já no meu quarto, a lâmpada da cozinha foi acesa e ouvi minha mãe falando com ele. O padrasto disse que entornou o copo de água sem querer e a Dona Joana reclamou, dizendo que ele parece um morcego querendo andar no escuro pela casa.
Meu tesão pelo Léo aumentou. Agora eu tinha a imagem dele se masturbando na mente, a sensação das suas mãos enormes e pesadas nos meus "bicudinhos" e a lembrança de eu apertando sua piroca. Caralho, cheguei a lamber! Tive que ressuscitar o meu brinquedinho, o "Luluzinho" — nome que dei ao meu vibrador preto de 18 cm. Sentei nele gostoso, mão nos seios, chupando o dedo e o vibrador lá dentro da minha buceta encharcada. Gozei muito, de olhos fechados e curtindo.
No dia seguinte, não vi ninguém; o povo já tinha saído para trabalhar. Tomei meu café, fui para o serviço e recebi uma mensagem do Léo no WhatsApp. Dizia que queria me secar com a língua; que a mão não era tão eficiente e que a língua dele ganhava de qualquer toalha. Minha ppk saltou, o cu piscou e eu virei os olhos. Não respondi à tentação. "Vou acabar dando para esse cafajeste", foi o que pensei. Tanto tempo sem sexo e uma praga dessas infernizando minha mente! Que homem... ele é o meu número, mas não quero magoar minha mãe. Por pouco ela não flagrou eu mamando ele.
Preciso resolver isso. Só pensava em sanar essa situação — esse era o meu lado racional. Mas o outro lado, o do capetinha, queria o inverso. Na saída do trabalho, já à noite e atrasada para a faculdade, minha mãe enviou uma mensagem dizendo que iria a uma festa de aniversário com amigas do trabalho. Desejei boa diversão. Quando abri o portão de saída da empresa, lá estava o Léo, encostado na porta do carro. Olhou para mim e disse:
— Está atrasada. Eu te levo, entra aí.
Porra, ele estava de short, chinelo e camiseta. Quando entrei no carro, era visível: ele estava sem cueca e a piroca marcava o short branco de tactel. A distância para a faculdade era de quinze quilômetros. Já entrei no carro e...
