Entre Conflitos e Desejos: A Enteada e o Negão- Parte 3

Um conto erótico de Monique
Categoria: Heterossexual
Contém 784 palavras
Data: 28/07/2024 15:10:12
Última revisão: 14/03/2026 09:22:13

Aula Prática no Banheiro da Faculdade

​...No carro, ele disse que não parava de pensar em mim nua na sua frente, agachada, passando a língua na ponta do seu pau. Continuou dizendo que, só de pensar, conseguia visualizar a cena; nisso, o short foi avolumando. O tecido parecia uma cabana sendo erguida. Minha boca salivava enquanto eu "interpretava uma estátua" no banco do carona.

​Ele contou que, no dia em que o peguei se masturbando, minha mãe tinha negado sexo e ele não conseguia dormir. Jamais imaginou que eu passaria por ali naquela hora. Ele falava e o pau dele ficava enorme no short — de fato, ele estava sem cueca. Com certeza esperava e almejava receber no carro o boquete que eu não dei na cozinha. Agora entendo a razão de ele me esperar na saída do trabalho. Eu, com certeza, queria muito. No meio do trajeto para a faculdade, ele saiu do itinerário; perguntei para onde ele estava indo e ele disse: "Para um local para relaxar e conversar melhor".

​Eu disse:

— Não.

​Pedi para me deixar na faculdade. Ele pegou o retorno e chegamos; eu estava completamente atrasada. Ele pediu para eu esperar um pouco no carro até o volume baixar. Eu disse que, perto dele, com certeza não baixaria. Eu também estava muito vulnerável; a vontade era chupá-lo ali mesmo no estacionamento. Quantas vezes falei para mim mesma: "Se controla, Monique!".

​Peguei minhas coisas, agradeci a carona e saí. Estava prestes a cometer uma loucura, e o sexto sentido estava bem longe de mim. No corredor que vai para a sala de aula, ouço alguém gritando meu nome. Olho para trás e era o Léo correndo, com o "badalo" balançando no short e o meu notebook na mão. Pqp! Fui até ele e o puxei para dentro do banheiro. Quem pensa na hora da merda? Você quer viver a loucura e depois pedir livramento a Deus em oração, implorando para que nada de ruim ocorra.

​Puxei-o para dentro do banheiro feminino. Não tinha ninguém; era sexta-feira após um feriado. Entrei em uma cabine e ele se permitiu totalmente, não fez nenhuma objeção. Coloquei minhas coisas na tampa do vaso, baixei o short dele e caí de boca naquele pau lindo e enorme. Foi fácil deixá-lo em pé; o negócio era babá-lo todo. Mal cabia na minha boca; lambi, cuspi, chupei, fiz tudo o que podia.

​Depois, fiquei em pé. Porra! Estava há uns três meses sem foder. Arriei minha calça. Ouvimos ruídos de pessoas entrando no banheiro, mas continuei firme na posição: mãos na porta, ele atrás de mim, eu empinada. Ele colocou na entradinha da minha ppk, que já estava melada desde o carro. Ele empurrou sem pena. Como eu iria gritar ou socar a porta? Infeliz, fdp, calculista! Mantive a pose e ele dando só estocadas, penetrando com força. Uma lágrima caiu do meu rosto.

​Entraram mais pessoas no banheiro. Além dos passos, percebi que a torneira da pia tinha sido aberta e alguém atendeu o telefone dizendo que ia embora, porque o professor da aula que eu deveria estar assistindo tinha faltado. E o padrasto ali, macetando sem pena a minha bucetinha. Ele tirou da ppk e gozou na minha bunda, com a mão na boca para não gemer.

​Levantei minha calça e limpei o pau dele — porque não sou burra. Que porra gostosa! Não tinha gosto de cloro, era docinha. Mandei ele ficar quieto e saí do box. Não tinha mais ninguém. Fui lá fora, olhei o corredor e estava vazio. Pedi para ele sair e entrei em outro box; esperei alguns minutos, tremendo, mas com um sorriso no rosto.

​Entrou uma mensagem dele avisando que estava me esperando para me levar para casa. No carro, pedi para ele me levar onde minha mãe estava, para não levantar suspeitas. Pedi para ele apagar da memória o que aconteceu. Ele foi bem irônico: "Vou seguir seus conselhos, já que com você funciona". Minha mãe ficou surpresa com a minha chegada; as amigas dela eram bem extrovertidas. E a minha buceta lá, pegando fogo e esfolada.

​Voltamos para casa de Uber. Tomei banho; minha ppk estava assada. Debaixo do chuveiro, eu queria mais. Não conseguia esquecer, era muito recente, e o Leandro é o tipo de macho que eu sempre desejei. Já no meu quarto, o "Luluzinho" trabalhou novamente. Após gozar, apaguei; estava relaxada. No dia seguinte, ele apareceu com pão, queijo, suco e café da manhã. Após comerem, eles saíram para curtir o final de semana.

​Eu já estou aqui imaginando se vai ter masturbação na madrugada novamente. Já deu até sede só de pensar na cena. Eu conto se tiver mais loucura, prometo.

​Beijos, até a próxima!

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