Estudo com o Marcelo há cerca de um ano e meio e sempre o desejei. Nunca tive coragem de falar, mas a amizade foi se estreitando; já fui seu conselheiro e ouvinte sobre seus relacionamentos, até que tive a oportunidade de dormir na casa dele após uma "resenha". Aproveitei o momento e confessei meu desejo de ficar com ele. Disse que não o estava obrigando a nada, apenas queria externar o que sentia; não buscava um relacionamento sério, mas queria uma chance.
Meu amigo riu no primeiro momento, achou que era brincadeira ou que eu tivesse bebido além da conta. No entanto, o diálogo foi mostrando que eu falava sério. Ele disse que precisava pensar, mas sugeriu que um boquete poderia ser o "start". Aceitei na hora.
Ele colocou o pau para fora. Estávamos um pouco altos devido à bebida daquela sexta-feira, mas eu não ia perder a chance de chupar o membro que tanto quis e com o qual cheguei a sonhar, acordado e dormindo. Que pau lindo: cabeça grossa, todo roliço. Meu amigo é bem viril; negão é sempre diferente. Já mamei alguns, mas o dele era até cheiroso.
O Cello é alto, um coroa de uns 50 anos. Eu sou o Gleydson, tenho 30 anos, sou moreno, franzino e ainda moro com a minha mãe. Já o meu "sonho de consumo" mora sozinho. Naquela noite, mamei, tentei aproveitar para dar, mas não tive sorte. No entanto, tomei o leite dele todo, deixei a bolsa escrotal vazia. Ele chamou um carro de aplicativo e voltei para casa muito feliz e esperançoso.
Na segunda-feira, Marcelo sentou ao meu lado na aula e disse que aceitaria a proposta. O encontro seria na casa dele, às 21h, e avisou que poderia haver uma surpresa. Ignorei qualquer receio e aceitei sem questionar.
Às 21h, eu estava lá. Entrei muito ansioso. Marcelo estava só de cueca e me ofereceu bebida, mas recusei; queria estar sóbrio. Ele disse que iria me comer, mas que eu teria que aceitar a tal surpresa. Soltei um "sim" sonoro. Nem reparei na quantidade de camisinhas em cima da mesa — era a dica do que estava por vir, mas eu estava cego pelo desejo.
Marcelo disse: "Pode vir a surpresa". De repente, apareceram oito negões saindo do quarto dele, todos já de pau na mão. Marcelo tirou a cueca e eles começaram a colocar as camisinhas. Quem já estava pronto veio para cima de mim. Arrancaram minha roupa, bateram no meu rosto, me chamaram de puta, de vagabunda e me apelidaram de Samyra. Puxaram uma cadeira, me colocaram de quatro nela com uma almofada sob os joelhos e, um a um, revezavam no meu cu.
Enquanto isso, Marcelo mantinha a piroca enfiada na minha boca. Não houve filmagem a pedido dele, e eu nem conseguia saber quem estava me enrabando, pois ficava com as mãos no assento da cadeira o tempo todo mamando o Marcelo. Com certeza me comeram mais de uma vez cada um. O ritmo era frenético: saía um, entrava outro. Fiquei uns quarenta minutos naquela sequência, até que Marcelo, no vai e vem, gozou na minha boca de novo — um jato direto na garganta. Depois, ele colocou a camisinha e terminou de esfolar meu cuzinho, que já estava muito machucado. Os outros gozaram no meu rosto e tive que limpar a cadeira. Engoli bastante esperma.
Se eu disser que não gostei, estaria mentindo, mas jamais imaginaria que a surpresa seria aquela: nove machos me devorando.
Os convidados foram embora e Marcelo perguntou se eu queria dormir lá. Não aceitei. Voltei para casa tarde e minha mãe me esperava acordada na sala. Como foi difícil tomar banho! Eu não aguentava lavar o cu; tinha até sangue. Dormi sem cueca. Na manhã seguinte, a dor era ainda pior. Quando sentei para tomar café, soltei um "ai" involuntário. Minha mãe perguntou o que houve, eu menti, claro, e fui para o trabalho andando com muita dificuldade.
Marcelo me ligou. Contei para o cretino como eu estava — intensamente destruído. O canalha deu uma gargalhada e disse que a turma já queria repeteco. Desliguei para não perder a oportunidade de um próximo encontro. Passei três dias acabado, mas não perdi a vontade de dar para o meu amigo.
Se acontecer de novo, eu conto.
Beijos, até a próxima.
