Moro em uma área onde a insegurança dita as regras. Como trabalho em turnos noturnos, a preocupação com meu marido, Vitor, me fez instalar câmeras pela casa. Hoje é fácil: tudo na palma da mão, pelo celular. Confesso, porém, que fui malicioso; não contei ao meu "bebezão" sobre os novos olhos que vigiam nosso lar.
Estamos juntos há cinco anos. Nos conhecemos na empresa onde ambos trabalhamos, mas ele fica no plantão diurno. O evento que mudou minha percepção aconteceu há cerca de três anos, em um sábado de plantão, por volta das 22h.
Pelo aplicativo, vi o interfone tocar. Vitor abriu o portão para um motoboy. O rapaz entrou com a bag de entregas e a apoiou na mesa da varanda. O clima parecia amistoso. Vitor entrou, trouxe um copo d’água para o rapaz e, após ele entregar a pizza, os dois ficaram ali, encostados no portão, em uma conversa que minha câmera sem áudio não podia decifrar, mas que transbordava intimidade. O entregador, um jovem negro, alto como um armário — devia ter uns dois metros de puro músculo —, sentou-se, demonstrando que a pressa para a próxima entrega havia evaporado.
Após cinco minutos de flerte visual, Vitor o puxou pelo braço direito e o prensou contra o portão. Sem hesitar, ele baixou a bermuda do rapaz, revelando uma rola imensa que parecia pulsar sob a luz da varanda. Meu marido se ajoelhou e começou a mamar com uma fome que eu desconhecia. O entregador segurava a cabeça do meu bebezão, ditando o ritmo de um "vai e vem" profundo. Vi o Vitor engasgar, virar o rosto para retomar o fôlego e voltar ao ataque, lambendo a cabeça do pau antes de descer para as bolas, sugando-as com vontade. O rapaz relaxou o corpo, entregue ao prazer, até que, visivelmente gozado, subiu as calças, atendeu o celular e partiu na moto. Vitor voltou para dentro limpando os lábios e chupando os dedos.
Dez minutos depois, liguei para ele. Com uma voz cínica, ele disse que estava ocupado arrumando o guarda-roupa. Mentiu que estava sem fome e que tinha bebido apenas um copo de leite para satisfazer o estômago. Eu, indignado mas excitadíssimo, decidi manter o segredo para ver até onde aquela ficção iria.
Cinquenta minutos depois, o entregador voltou. Dessa vez, não houve conversa. Vitor abriu o portão e se posicionou de costas. Vi o rapaz tirar algo do bolso — o brilho da embalagem de uma camisinha que ele rasgou com os dentes. Eu assistia a tudo do meu descanso no plantão. Fui ao banheiro e comecei a me masturbar furiosamente enquanto via o "negão" maltratar meu marido contra o portão de ferro. Era uma cena bruta, carnal. O contraste entre a submissão do Vitor e o vigor do entregador era o combustível perfeito.
Quando terminaram, Vitor ainda limpou o rapaz com a boca mais uma vez antes da partida final. Ao telefone, ele disse que ia dormir, "cansado de tanta roupa espalhada". Mal sabia ele que eu tinha visto cada estocada.
Ao chegar em casa pós-plantão, tentei namorar. Ele recusou, alegando insônia e exaustão, mas ofereceu uma mamada "para eu relaxar". Aceitei. Enquanto ele me chupava com aquela boca que eu sabia onde estivera, gozei fundo. Dormimos de conchinha, o segredo queimando entre nós.
Vou continuar espiando meu maridinho na surdina. E, sinceramente? Já estou cogitando pedir uma pizza na ausência dele também.
