Traição em Alta Definição : Pizza com Cobertura de Pecado

Um conto erótico de Esposo do Vitor
Categoria: Gay
Contém 565 palavras
Data: 01/07/2024 13:50:49
Última revisão: 14/03/2026 23:12:24

Moro em uma área onde a insegurança dita as regras. Como trabalho em turnos noturnos, a preocupação com meu marido, Vitor, me fez instalar câmeras pela casa. Hoje é fácil: tudo na palma da mão, pelo celular. Confesso, porém, que fui malicioso; não contei ao meu "bebezão" sobre os novos olhos que vigiam nosso lar.

​Estamos juntos há cinco anos. Nos conhecemos na empresa onde ambos trabalhamos, mas ele fica no plantão diurno. O evento que mudou minha percepção aconteceu há cerca de três anos, em um sábado de plantão, por volta das 22h.

​Pelo aplicativo, vi o interfone tocar. Vitor abriu o portão para um motoboy. O rapaz entrou com a bag de entregas e a apoiou na mesa da varanda. O clima parecia amistoso. Vitor entrou, trouxe um copo d’água para o rapaz e, após ele entregar a pizza, os dois ficaram ali, encostados no portão, em uma conversa que minha câmera sem áudio não podia decifrar, mas que transbordava intimidade. O entregador, um jovem negro, alto como um armário — devia ter uns dois metros de puro músculo —, sentou-se, demonstrando que a pressa para a próxima entrega havia evaporado.

​Após cinco minutos de flerte visual, Vitor o puxou pelo braço direito e o prensou contra o portão. Sem hesitar, ele baixou a bermuda do rapaz, revelando uma rola imensa que parecia pulsar sob a luz da varanda. Meu marido se ajoelhou e começou a mamar com uma fome que eu desconhecia. O entregador segurava a cabeça do meu bebezão, ditando o ritmo de um "vai e vem" profundo. Vi o Vitor engasgar, virar o rosto para retomar o fôlego e voltar ao ataque, lambendo a cabeça do pau antes de descer para as bolas, sugando-as com vontade. O rapaz relaxou o corpo, entregue ao prazer, até que, visivelmente gozado, subiu as calças, atendeu o celular e partiu na moto. Vitor voltou para dentro limpando os lábios e chupando os dedos.

​Dez minutos depois, liguei para ele. Com uma voz cínica, ele disse que estava ocupado arrumando o guarda-roupa. Mentiu que estava sem fome e que tinha bebido apenas um copo de leite para satisfazer o estômago. Eu, indignado mas excitadíssimo, decidi manter o segredo para ver até onde aquela ficção iria.

​Cinquenta minutos depois, o entregador voltou. Dessa vez, não houve conversa. Vitor abriu o portão e se posicionou de costas. Vi o rapaz tirar algo do bolso — o brilho da embalagem de uma camisinha que ele rasgou com os dentes. Eu assistia a tudo do meu descanso no plantão. Fui ao banheiro e comecei a me masturbar furiosamente enquanto via o "negão" maltratar meu marido contra o portão de ferro. Era uma cena bruta, carnal. O contraste entre a submissão do Vitor e o vigor do entregador era o combustível perfeito.

​Quando terminaram, Vitor ainda limpou o rapaz com a boca mais uma vez antes da partida final. Ao telefone, ele disse que ia dormir, "cansado de tanta roupa espalhada". Mal sabia ele que eu tinha visto cada estocada.

​Ao chegar em casa pós-plantão, tentei namorar. Ele recusou, alegando insônia e exaustão, mas ofereceu uma mamada "para eu relaxar". Aceitei. Enquanto ele me chupava com aquela boca que eu sabia onde estivera, gozei fundo. Dormimos de conchinha, o segredo queimando entre nós.

​Vou continuar espiando meu maridinho na surdina. E, sinceramente? Já estou cogitando pedir uma pizza na ausência dele também.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 24 estrelas.
Incentive Negão_RJ a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Negão_RJNegão_RJContos: 343Seguidores: 125Seguindo: 8Mensagem Gosto de Ler, Gosto de Escrever

Comentários

Listas em que este conto está presente