​A Saideira no Banheiro Químico

Um conto erótico de Wallace
Categoria: Gay
Contém 604 palavras
Data: 06/07/2024 08:34:41
Última revisão: 14/03/2026 13:20:31

Final de noite, eu ainda estava atrás da saideira sozinho. Meus amigos já tinham ido embora; era madrugada, a hora não faço ideia. O evento era uma festa caipira de rua e eu não estava a fim de voltar para casa, não tinha compromisso no dia seguinte: estava verdadeiramente "pro crime".

​Sou moreno alto, barrigudo, me chamo Wellington e sou gay. Estava de bermuda, camisa e tênis. O clima estava fresco como eu, e, lamentavelmente, parecia não haver outra saída a não ser voltar para casa. No caminho, porém, encontrei um "deus grego" que me chamou para beber na cara dura. Claro que aceitei! Não queria ir para o berço mesmo, e com um gato convidando, era muita sorte.

​Achamos uma senhora que ainda vendia cerveja no isopor e arrematamos o restante; cada um com três latas na mão, saímos a perambular. Sentamos no banco da praça e o tal amigo de minutos disse que eu era lindo e que estava me paquerando desde o momento em que eu estava na roda de amigos. Não me chamou antes temendo confusão, caso eu estivesse acompanhado. Disse também que não era da cidade, estava de passagem. Retribuí o elogio e disse que queria beijá-lo para compensar o tempo perdido. E assim fizemos: a conversa deu lugar à mão boba e à pegação.

​O frio da noite não diminuiu o fogo, pelo contrário, aumentou. Eu queria dar de qualquer maneira; meu "botão" estava piscando com aquela pegação. Falei isso no ouvido dele e, como estava louco de tesão e com a bebida na mente, só mão boba não iria resolver. Pensamos a mesma coisa. Com o término da festa, a única saída momentânea era usar o banheiro químico. Um lugar nada inusitado, mas era o que tinha na hora. O odor pouco importava. Entramos e fechamos a porta. Alguém gritou do lado de fora: "Vai pro motel, porra!", mas fingi que não ouvi.

​Lá dentro, sem muita delonga, mamei o pau do estranho. Que piroca linda, cabeção roxo! Ele era um negão franzino e baixo, mas tinha uma jeba perfeita. Arriei meu short e ele colocou no meu rabo sem cuspe, sem nada — nem de camisinha lembramos. Comeu meu rabinho com força enquanto eu me masturbava. Ele gozou dentro do meu cuzinho; aquela rapidinha gostosa e marcante.

​Virei ele e o comi também. Eu já estava excitado e a masturbação ajudou. Ele tinha o cu muito fechado. Apesar de meu pau não ser grande, é bem grosso. Ele gemia e eu pedia para não fazer barulho. Ele disse que sempre era ativo, mas que queria dar desta vez porque gostou de mim. Atendi o desejo dele. "Só não contava achar uma piroca tão grossa", ele comentou. Rimos, e eu devolvi a penetrada sem carinho: maltratei aquele cuzinho semivirgem. Enfiei tudo e ainda o masturbei de brinde; empurrava e o fazia chegar mais para trás com o toque no pau dele, sussurrando o quanto ele era lindo e cheiroso.

​Gozei no cu dele, ele virou e nos beijamos na boca. Mantive a punheta até ele gozar novamente. Já não tinha muita porra, e o que caiu na minha mão, eu lambi. Nos vestimos e saímos do banheiro — ele primeiro. Algumas pessoas que passavam na hora zoaram, mas nem liguei para a "encarnação". Na próxima esquina, veio a nossa despedida. Beijei muito aquela boca e ainda mamei mais um pouquinho, agachado na rua deserta; não sou de ferro para recusar um boquete. Ele se foi. Não trocamos números, tampouco soube seu nome.

​Voltei para casa com o cu ardido, e ele, com certeza, também.

​Até a próxima loucura, beijos!

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Comentários

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Perfeito, objetivo e cheio de tesão!!!

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Que delícia. Sem enrolação. Curto e grosso. Sem compromisso nem nomes e muito gozo. Situação perfeita e invejável.

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