Sodomizada sob o Olhar do Filho

Um conto erótico de Hanna
Categoria: Heterossexual
Contém 738 palavras
Data: 06/07/2024 11:04:43
Última revisão: 14/03/2026 15:08:49

​"Estou chegando. Esteja me esperando de vestido. Hoje eu quero te chupar na sua própria cama."

​A mensagem do meu sogro já estava no WhatsApp há vinte minutos. Eu dormia profundamente em uma manhã chuvosa de segunda-feira, por volta das 10h, quando o som da campainha me arrancou do sono. Era ele. Não tive tempo de colocar o vestido tomara-que-caia florido que ele tanto ama; abri a porta de baby doll e fui recebida por um furacão.

​O Sr. Joaquim entrou como um animal. Suas mãos grandes apertaram meu pescoço enquanto ele me prensava contra a parede. Com uma violência que me fez perder o fôlego, ele rasgou a seda do meu baby doll, reduzindo-o a trapos. "Piranha... vadia...", ele rosnava no meu ouvido. Sem qualquer carinho, ele me virou de costas, arriou minha calcinha e me possuiu ali mesmo, na entrada. Minhas mãos buscavam apoio na parede fria enquanto ele destruía meu cuzinho com estocadas brutais. Não houve beijo, apenas o som da carne batendo e suas mãos enormes esmagando meus seios.

​Meu celular tocava sem parar em algum lugar da casa. Eu não podia — e nem queria — atender. Estava sendo sodomizada com uma força que me tirava a razão; pouco importava quem estava do outro lado da linha. Eu estava entregue ao tesão doentio daquele homem.

​O telefone insistia, um som irritante que cortava o silêncio da casa. Fomos para o quarto. Fiquei de quatro na beira da cama, recebendo aquela penetração profunda que parecia tocar minha alma. Para provocá-lo, sussurrei que ele estava fraco, que não tinha o mesmo vigor da primeira vez. Foi o combustível que faltava. O velho enlouqueceu: puxou meu cabelo com força, desferiu xingamentos pesados e a pirocada passou a ser cadenciada, cada vez mais funda, me fazendo gemer alto.

​Em um movimento ágil, sentei no colo dele, de frente, rebolando com toda a minha sede. Eu já tinha gozado duas vezes, sentindo aquela piroca latejar contra o meu útero, quando o mundo desabou. A porta do quarto se abriu.

​Era o Mateo.

​Eu estava ali, nua, cavalgando no meu sogro enquanto ele chupava meus seios com voracidade. Fomos interrompidos pelo grito desesperado do meu marido. Ele levou as mãos à cabeça, os olhos arregalados, tentando processar a imagem da esposa no colo do próprio pai.

​No susto, eu levantei. O Sr. Joaquim, no ápice do clímax, não conseguiu segurar: o gozo jorrou com força, sujando a colcha da nossa cama diante dos olhos do filho. O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor. Meu sogro vestiu a roupa em silêncio; eu caminhei até o guarda-roupa para cobrir minha nudez exposta. Mateo, em prantos, trancou-se no banheiro. Fiz um sinal para Joaquim ir embora; eu precisava lidar com os destroços.

​Quando ele saiu do banheiro, com o rosto inchado e vermelho de tanto chorar, eu o esperava na sala com uma xícara de café, tentando manter uma calma que eu não tinha. Ele exigiu explicações. Fui direta, sem filtros: "Não há o que explicar, Mateo. Eu transo com seu pai há tempos. Ele sabe como me comer, como me satisfazer... eu só não queria te ofender contando a verdade". Assumi toda a culpa, disse que eu o havia seduzido.

​Ele desabou. Disse que me amava, que nunca imaginou que o próprio pai fosse seu rival. Ele tinha voltado para casa mais cedo porque passou mal no trabalho — pressão alta — e acabou flagrando a cena que mudaria nossas vidas.

​Perguntei se ele queria a separação. Naquele momento, minhas pernas ainda tinham espasmos e meu cu ardia intensamente pelo vigor do sogrão. Ele não viu meu tremor. Disse que ligaria para o pai e que não conseguia decidir nada agora. Fui para o banho, o corpo ainda cheirando ao suor do Sr. Joaquim.

​Lavei-me e mandei uma mensagem rápida para o sogro: "Ele vai te ligar. Assumi tudo, disse que eu te seduzi. Apenas confirme."

​Eles conversaram, mas não sei os detalhes. A noite chegou carregada de tensão. Deitei nua na cama, e ele não me mandou embora. Durante toda a semana seguinte, passei a andar nua pela casa, um fantasma de desejo e culpa. Ele não me tocou. Vivi de masturbação e silêncio. Não procurei o Mateo, nem o meu sogrinho.

​Dez dias após o flagrante, ele finalmente tomou uma decisão. Chamou-me para conversar e fomos ao restaurante que eu mais amo em Rio de Janeiro. E lá, para minha surpresa, estava ele...

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Comentários

Foto de perfil de Samas

Embora baseado supondo que acabou o sogro voltando a transar com a nora( Acho que seria interessante a conversa entre eles ) ,devia ter sido relato essa parte

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Foto de perfil de Samas

Não entendi essa parte final ? Devia ter colocado como acabou pois da maneira que esta fica para cada um imaginar como terminou.

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Foto de perfil de GTFreire

Da série "Mais uma puta esposa que vira uma esposa puta". Cabe ao corno se ele vai ser manso ou seguir em frente e buscar uma esposa decente.

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