Crescemos juntas, como um quarteto inseparável. Onde estava uma, lá estavam as outras três: Márcia, Carla, Roberta e eu, Silvia. Sou a mais despudorada: 1,50 m, morena, peituda e amante de um bom sexo oral — gosto muito. Sou a mais depravada do grupo; as outras são safadas, mas enrustidas.
A Carla vai casar e seremos suas madrinhas. Não podíamos ignorar a mais tradicional das comemorações: passar sem a famosa despedida de solteira, nem pensar! Eu já sou casada, e meu marido é um cara que respeito e amo muito, mas nesse relato ele tomou uma "bola nas costas" lindamente. E quer saber? Não me arrependo do que fiz.
As "imaculadas" marcaram o evento em uma casa de strip-tease, em uma sexta-feira à noite, após o trabalho. Avisei ao maridão que iria à despedida com as amigas. Ele brincou dizendo que teria crédito em um "vale-night alone". Soltei um "porra nenhuma!" e fui para o evento. Encontrei as três "purezas" lá, que chegaram primeiro. A casa estava cheia, mas elas deram sorte: pegaram uma mesa estratégica onde o rapaz, ao descer do palco, era obrigado a passar por nós.
E lá estava eu — que meu marido não me veja, kkkkk — de vestido curtíssimo, sem calcinha e de salto alto. Levei apenas uma bolsa de mão para o batom e o celular. Maquiagem forte e cabelo preso: eu estava pronta para aprontar. Quando cheguei à mesa, até minhas amigas disseram que me "pegariam". A puta da Carla perguntou se eu ia dançar; Márcia apertou minha bunda e Roberta, meus seios.
Pedi uma taça de gim, depois outro, e no terceiro eu já tinha dançado de tudo e aprontado no ambiente. Estávamos muito animadas. O show atrasou, mas isso não tirou o ânimo das espectadoras. Meu celular estava desligado; eu queria curtir.
Apareceu o primeiro dançarino. A gritaria e a histeria tomaram conta do local, com palmas adornando a dança. Sinceramente, não gostei. Achei ele feio, não fazia meu tipo e a sunga parecia "vazia", sem volume.
A segunda entrada foi interessante: um trio. Ui, que delícia! A noiva ficou com "fogo no rabo" pelo negão — e que negão! Márcia, a mais pura, passou a mão no pau do moreno. O branco rebolou perto de mim, mas eu acreditei que viria algo melhor. A noiva "patolou" o negão com vontade: levantou, dançou e roçou nele, dizendo que o pegaria: "Afinal, ainda estou solteira!", kkkk. Ela ficou tão eufórica que pediu mais uma rodada de gim. Caralho, eu estava ficando louca!
A quinta entrada era um deus. O cara era alto, forte, negro. Olhei para a noiva e disse: "Nem olha!". Fiquei em pé na escada esperando ele descer. Apontei e balbuciei: "Eu te quero". O gostoso estava na minha. Ele desceu, eu passei a mão nele todo e disse no ouvido dele que queria chupá-lo. Porra, que pirocão! Ou a cueca era pequena demais, kkkk. Dancei com ele, sentei no seu colo e apalpei: era grossa e estava dura.
Quando ele foi para outra mesa, as meninas pediram para eu me conter. Mas como, diante de um cara daqueles? Anotei meu número e coloquei na sunga dele. Márcia, a fingida, também passou a mão no meu "deus negro". Que cara lindo e perturbador.
Fui ao banheiro esvaziar a bexiga. Tinham duas mulheres se pegando em um box; elas me chamaram, mas agradeci e saí antes de ser seduzida. Estavam loucas! Na mesa, comentei o fato e Márcia foi conferir. Acho que ela participou, pois demorou muito para voltar. No palco, duas loucas dançavam animadas. Meu Deus, quase fui também, mas me seguraram na mesa.
Consegui falar novamente com o "deus grego" e marquei com ele lá fora em quarenta minutos, quando terminasse o show. Já era quase uma da manhã. Comentei que ia ao banheiro e saí. Encostei em um carro, comprei um cigarro avulso com um ambulante e comecei a fumar. Nem fumo, mas deu vontade. De repente, sai o monumento: bermuda, camiseta e tênis. Fiz sinal, ele abriu o carro que estava parado na esquina. Joguei o cigarro fora e entrei.
Ele já entrou colocando o "brinquedo" para fora. O carro tinha insulfilm, então caí de boca sem cerimônia. Mamei muito. Que coisa grossa e gostosa! Ele alisava minha bunda, dava palmadas... Antes que ele gozasse, sentei no colo dele. De vestido curto e sem calcinha, quiquei, reboluei e coloquei meus seios na boca dele. O vestido já tinha virado um cinto. Cheia de álcool na mente e muito tesão, eu queria foder. Saí de cima dele, voltei para o banco do carona e continuei a mamá-lo até ele gozar na minha boca. Como ele urrava! É muito gostoso ouvir homem gemendo. Deixei tudo limpinho.
Saí do carro, ajeitei o vestido e voltei para a mesa. As meninas estavam preocupadas. Pagamos a conta e fomos para o motel às quatro da manhã, porque a noite era nossa. Lá, as quatro nuas na hidromassagem bebendo espumante, a Márcia confessou: as moças do banheiro ainda estavam lá. Ela ficou assistindo e rolou beijo triplo e mão boba. Ninguém acreditou que ficou só no beijo. Roberta falou que apalpou cinco dançarinos, mas não tinha coragem de mamar ninguém, apenas masturbar.
A Carla só falava do negão em cujo colo sentou. Disse que ia se tocar pensando nele e que deu mole de não ter pedido o telefone. Foi aí que eu contei: quando sumi, estava mamando e galopando no "deus grego" dentro do carro dele. As meninas não acreditaram; mãos na boca e susto no rosto das três "puritanas".
"Mamei, galopei e tomei o leite todo!", eu disse. Foi uma gritaria só na suíte. Falei para a noiva que, se ele entrasse em contato, eu tentaria o número do ídolo dela. Carla me abraçou e me beijou na hora, dizendo que me amava.
Já estava muito tarde. Deitamos as quatro na cama e acordamos com o despertador da Roberta — a piranha esqueceu de desligar. Pedimos café da manhã e voltamos para casa. Foi maravilhosa a despedida de solteira da minha amiga. Acho que quero encontrar o negão novamente. Vou torcer para ele ligar.
Até a próxima!
