Quatro Amigas e um Segredo de Despedida de Solteira.

Um conto erótico de Silvia
Categoria: Heterossexual
Contém 1023 palavras
Data: 09/07/2024 06:23:29
Última revisão: 14/03/2026 10:29:18

Crescemos juntas, como um quarteto inseparável. Onde estava uma, lá estavam as outras três: Márcia, Carla, Roberta e eu, Silvia. Sou a mais despudorada: 1,50 m, morena, peituda e amante de um bom sexo oral — gosto muito. Sou a mais depravada do grupo; as outras são safadas, mas enrustidas.

​A Carla vai casar e seremos suas madrinhas. Não podíamos ignorar a mais tradicional das comemorações: passar sem a famosa despedida de solteira, nem pensar! Eu já sou casada, e meu marido é um cara que respeito e amo muito, mas nesse relato ele tomou uma "bola nas costas" lindamente. E quer saber? Não me arrependo do que fiz.

​As "imaculadas" marcaram o evento em uma casa de strip-tease, em uma sexta-feira à noite, após o trabalho. Avisei ao maridão que iria à despedida com as amigas. Ele brincou dizendo que teria crédito em um "vale-night alone". Soltei um "porra nenhuma!" e fui para o evento. Encontrei as três "purezas" lá, que chegaram primeiro. A casa estava cheia, mas elas deram sorte: pegaram uma mesa estratégica onde o rapaz, ao descer do palco, era obrigado a passar por nós.

​E lá estava eu — que meu marido não me veja, kkkkk — de vestido curtíssimo, sem calcinha e de salto alto. Levei apenas uma bolsa de mão para o batom e o celular. Maquiagem forte e cabelo preso: eu estava pronta para aprontar. Quando cheguei à mesa, até minhas amigas disseram que me "pegariam". A puta da Carla perguntou se eu ia dançar; Márcia apertou minha bunda e Roberta, meus seios.

​Pedi uma taça de gim, depois outro, e no terceiro eu já tinha dançado de tudo e aprontado no ambiente. Estávamos muito animadas. O show atrasou, mas isso não tirou o ânimo das espectadoras. Meu celular estava desligado; eu queria curtir.

​Apareceu o primeiro dançarino. A gritaria e a histeria tomaram conta do local, com palmas adornando a dança. Sinceramente, não gostei. Achei ele feio, não fazia meu tipo e a sunga parecia "vazia", sem volume.

​A segunda entrada foi interessante: um trio. Ui, que delícia! A noiva ficou com "fogo no rabo" pelo negão — e que negão! Márcia, a mais pura, passou a mão no pau do moreno. O branco rebolou perto de mim, mas eu acreditei que viria algo melhor. A noiva "patolou" o negão com vontade: levantou, dançou e roçou nele, dizendo que o pegaria: "Afinal, ainda estou solteira!", kkkk. Ela ficou tão eufórica que pediu mais uma rodada de gim. Caralho, eu estava ficando louca!

​A quinta entrada era um deus. O cara era alto, forte, negro. Olhei para a noiva e disse: "Nem olha!". Fiquei em pé na escada esperando ele descer. Apontei e balbuciei: "Eu te quero". O gostoso estava na minha. Ele desceu, eu passei a mão nele todo e disse no ouvido dele que queria chupá-lo. Porra, que pirocão! Ou a cueca era pequena demais, kkkk. Dancei com ele, sentei no seu colo e apalpei: era grossa e estava dura.

​Quando ele foi para outra mesa, as meninas pediram para eu me conter. Mas como, diante de um cara daqueles? Anotei meu número e coloquei na sunga dele. Márcia, a fingida, também passou a mão no meu "deus negro". Que cara lindo e perturbador.

​Fui ao banheiro esvaziar a bexiga. Tinham duas mulheres se pegando em um box; elas me chamaram, mas agradeci e saí antes de ser seduzida. Estavam loucas! Na mesa, comentei o fato e Márcia foi conferir. Acho que ela participou, pois demorou muito para voltar. No palco, duas loucas dançavam animadas. Meu Deus, quase fui também, mas me seguraram na mesa.

​Consegui falar novamente com o "deus grego" e marquei com ele lá fora em quarenta minutos, quando terminasse o show. Já era quase uma da manhã. Comentei que ia ao banheiro e saí. Encostei em um carro, comprei um cigarro avulso com um ambulante e comecei a fumar. Nem fumo, mas deu vontade. De repente, sai o monumento: bermuda, camiseta e tênis. Fiz sinal, ele abriu o carro que estava parado na esquina. Joguei o cigarro fora e entrei.

​Ele já entrou colocando o "brinquedo" para fora. O carro tinha insulfilm, então caí de boca sem cerimônia. Mamei muito. Que coisa grossa e gostosa! Ele alisava minha bunda, dava palmadas... Antes que ele gozasse, sentei no colo dele. De vestido curto e sem calcinha, quiquei, reboluei e coloquei meus seios na boca dele. O vestido já tinha virado um cinto. Cheia de álcool na mente e muito tesão, eu queria foder. Saí de cima dele, voltei para o banco do carona e continuei a mamá-lo até ele gozar na minha boca. Como ele urrava! É muito gostoso ouvir homem gemendo. Deixei tudo limpinho.

​Saí do carro, ajeitei o vestido e voltei para a mesa. As meninas estavam preocupadas. Pagamos a conta e fomos para o motel às quatro da manhã, porque a noite era nossa. Lá, as quatro nuas na hidromassagem bebendo espumante, a Márcia confessou: as moças do banheiro ainda estavam lá. Ela ficou assistindo e rolou beijo triplo e mão boba. Ninguém acreditou que ficou só no beijo. Roberta falou que apalpou cinco dançarinos, mas não tinha coragem de mamar ninguém, apenas masturbar.

​A Carla só falava do negão em cujo colo sentou. Disse que ia se tocar pensando nele e que deu mole de não ter pedido o telefone. Foi aí que eu contei: quando sumi, estava mamando e galopando no "deus grego" dentro do carro dele. As meninas não acreditaram; mãos na boca e susto no rosto das três "puritanas".

​"Mamei, galopei e tomei o leite todo!", eu disse. Foi uma gritaria só na suíte. Falei para a noiva que, se ele entrasse em contato, eu tentaria o número do ídolo dela. Carla me abraçou e me beijou na hora, dizendo que me amava.

​Já estava muito tarde. Deitamos as quatro na cama e acordamos com o despertador da Roberta — a piranha esqueceu de desligar. Pedimos café da manhã e voltamos para casa. Foi maravilhosa a despedida de solteira da minha amiga. Acho que quero encontrar o negão novamente. Vou torcer para ele ligar.

​Até a próxima!

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