Quatro Amigas e um Segredo de Despedida de Solteira - Parte 2

Um conto erótico de Silvia
Categoria: Heterossexual
Contém 978 palavras
Data: 09/07/2024 08:43:17
Última revisão: 14/03/2026 10:31:56

A Noiva, o Dançarino e o Gift de Milhões

Meu celular vibra e entra uma mensagem de um número desconhecido. Vou ler e o texto se resume em: "Olá, bom dia". Dei corda, respondi, e a pessoa escreveu que não esqueceu a "rebolada e a mamada". Na hora, soube que falava com o dançarino. Respondi que ele não esqueceu, mas levou quinze dias para entrar em contato; continuei indagando se ele tinha perdido o meu número na agenda com tantos outros.

​Ele respondeu com um áudio. Deu gargalhada e disse que ficou sem jeito, que era tímido, mas criou coragem. Disse que não queria atrapalhar um eventual relacionamento, caso eu tivesse. Pqp, que voz o pilantra tinha! Voz de locutor. A ppk já pulou dentro da calcinha só de ouvir aquele tom grave.

​Joguei limpo: disse que era casada, mas que queria, sim, sentar no colo dele novamente. Aproveitei o contato para pedir o número do "negão" que entrou antes dele, o do trio, no dia em que estivemos no clube. Ele demorou a responder e disse que o cara que eu procurava era o Norton, que era "gente boa". Perguntou se eu queria um ménage; dei uma risada e comentei que seria uma bela proposta, mas que a amiga noiva é quem estava querendo ele.

​Passados uns cinco minutos, ele mandou o contato do rapaz — provavelmente pediu autorização no "delay" da conversa. Na hora, encaminhei para ela com a mensagem: "Curta seu gift!". Ela demorou a responder e, quando o fez, disse que já tinha marcado um encontro para aquela mesma noite, pois a data do casamento estava próxima e ela ainda era solteira. Que miga assanhada! Desejei que o Norton a "entortasse".

​No nosso diálogo, o canalha mandou a foto da piroca em visualização única e disse que ela estava com saudades de mim. Respondi que a minha boca também estava e marcamos para o dia seguinte, na hora do almoço.

​Pela manhã, coloquei meu vestidinho curtíssimo na bolsa e fui trabalhar. No escritório, comentei que ia a uma consulta médica. Saí com uma daquelas sacolas de shopping, entrei em uma loja de fast food e fiz a "transformação" no banheiro. Hoje entendo o Superman! Saí em um microvestido verde-oliva, sem sutiã (meus seios pareciam faróis acesos, kkkkk), sem calcinha, só de salto e com a bolsa com o uniforme. Chamei o carro de aplicativo de dentro da loja e fui para o encontro.

​Com o número da suíte em mãos, entrei pela garagem. O dito-cujo já estava pelado, se masturbando. Entrei, coloquei a bolsa no chão e fui em sua direção, fixada naquela piroca. Sem cerimônia, abaixei e chupei olhando para ele. O canalha deu dois tapas no meu rosto com força, bateu com o pau na minha cara, me xingou e me pegou pelo braço. Fomos arrastados de volta para a garagem; ele segurou meu pescoço e me comeu ali mesmo, no capô do carro. O motor estava tão quente quanto eu. Chupou meu cuzinho e penetrou nele também. Era possível ver pessoas transitando pelo espaço entre o chão e o portão da garagem; aí é que eu gemia alto e pedia para ele comer com mais força. Dizia que ele era fraco, que a piroca era fina e que eu não sentia nem cócegas — queria incitar os funcionários que passavam na área externa. Alguns até paravam em frente à garagem. E eu "sofrendo" horrores; o cara parece um jumento, de tão grande e grossa que é a rola. Meu marido, com certeza, tem menos da metade.

​Quando estava para gozar, ele jogou tudo na minha cara; caiu no cabelo e um pouco na boca. Entramos na suíte, joguei-o na cama e subi. Como o vestido já tinha virado um cinto, cavalguei, porque não sou de ferro, e só saí de cima quando gozei. Expliquei que não podia demorar por conta do trabalho. Voltei à garagem, peguei a bolsa, troquei de roupa ali mesmo e ele me levou até o trabalho. Fui "passando a marcha" no trajeto. No celular, havia cinco ligações do maridão; retornei por mensagem dizendo que ainda estava na consulta.

​No dia seguinte, eu não conseguia sentar na cadeira. Muita dificuldade para trabalhar, a bunda doía toda — sabe aquela dor pós-treino? Exatamente. Não conseguia andar normal e a ppk estava ardida. Em casa, o maridão queria me comer, mas fiquei só no boquete. Disse que a médica tinha passado uma medicação e não poderia haver penetração. Fiquei uns três dias aliviando o marido só no oral e na masturbação. Mal comparando ao filme As Branquelas, eu quase precisei de uma cadeira de rodas.

​Carla me ligou dizendo que saiu com o dançarino dela e que agora, sim, teve uma despedida de solteira que prestasse. Mandei ela tomar no cu, porque as amigas dela são sempre a melhor companhia. Ela riu, disse que a am amizade era indiscutível e completou: "Sim, miga, tomei no cu também!", kkkkk. Rimos juntas.

​Contamos parte das peripécias e marcamos de nos ver na prova do vestido da noiva; lá eu contaria os detalhes. Na prova, Carla disse que estava tudo doendo, fora as manchas roxas na costela. O tal do Norton deu uns socos nela, e ela disse que só goza assim ou sendo enforcada, porque dá muito tesão. Só tenho amiga louca, pqp!

​No lanche, porque a fome nos consumia, encontrei meu esposo e a Carlota com o noivo dela. Entramos na noite "assustando" o casal que casaria em alguns dias. Afinal, casamento faz bem.

​Meu negão eu encontro sempre que posso — e ainda perco uma gorjeta para ele. Estou pensando em dormir com ele assim que meu esposo viajar. Quem sabe não rola um ménage? Já que ele é GP (garoto de programa) mesmo, eu poderia contratá-lo. Acho que mereço. Vou sugerir ao meu marido como presente de aniversário.

​Bjs, até a próxima loucura!

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