​A Gorjeta Especial

Um conto erótico de Cristina
Categoria: Heterossexual
Contém 624 palavras
Data: 11/07/2024 18:39:27
Última revisão: 14/03/2026 10:25:26

Estou muito chateada com o Silvio. Já tínhamos combinado de ir àquele restaurante que desejo conhecer há algum tempo e, na última hora, ele decide que não tem como ir porque precisa ajudar um amigo. Porra, sou a mulher dele! Eu me chamo Cristina, me programei, comprei roupa e calçados novos, estava superanimada... Fiquei irritadíssima quando ele desmarcou.

​Não quis mais papo com ele. No final da noite, a fome apertou e, como eu não ia para a cozinha enquanto o "bonitão" ajudava o amigo, pedi um lanche por aplicativo. Com a previsão de quarenta minutos para a entrega, abri uma garrafa de vinho. Bebi a primeira taça de uma vez, comecei a segunda e, ao conferir que o motoboy ainda ia sair da loja, resolvi tomar uma ducha. Saí do banho enrolada na toalha, terminei a segunda taça e já emendei na terceira.

​O infeliz do meu marido ligou, mas não atendi. Ele mandou mensagem dizendo que chegaria após as 23h. O aplicativo sinalizou que o entregador estava a caminho; acompanhei a rota e, quando ele tocou a campainha, fui de toalha mesmo buscar a encomenda. Ao abrir o portão, dei de cara com um "deus negro": maravilhoso, lindo e muito educado.

​Ele me olhou de baixo para cima e a toalha chegou a balançar; com certeza ele me despiu com o olhar. Ele já ia saindo, mas pedi para esperar enquanto eu conferia se o lanche estava certo — claro que eu queria assunto. Abri o pacote, estava tudo ok, mas eu já estava com três taças de vinho na cabeça e puta da vida com o meu esposo. Perguntei o nome do motoboy; ele disse "Pedro Henrique". Eu me apresentei e perguntei se podia dar uma gorjeta.

​Com certeza o Pedro já percebia a maldade em mim, pelas vezes que dei aquela ajeitada na toalha no meu corpo. O rapaz, bem ousado, disse que eu era linda e que qualquer oferta seria bem-vinda — até um sorriso seria perfeito. Eu me aproximei, passei a mão nos braços dele (ele estava de camisa, bermuda, tênis e o capacete na mão) e perguntei se podia chupá-lo.

​Pedro riu e perguntou se era brincadeira. "Claro que não", respondi. Estiquei a mão em direção à bermuda dele, apalpei os bagos e ele se aproximou mais. A essa altura, as outras entregas ficariam atrasadas e meu lanche esfriaria, mas eu só queria o pau daquele negão; meu corpo já queimava de tesão.

​Ele deixou. Tirei a toalha, fiquei nua e encostei o portão. O Pedrão colocou o pau para fora, visivelmente surpreso — os homens ficam perplexos quando são xavecados assim. Passei a mão e tive a honra de ver o pau crescendo. Coloquei na boca, chupei e lambi das bolas até a ponta, olhando fixo para ele. Eu ali, pelada na sua frente, comecei a me tocar, enquanto o Pedro fazia o vai e vem na minha boca. Segurei aquela piroca grossa com os lábios até que, de forma inesperada, ele ejaculou na minha cara. Eu gozei junto, só de me masturbar.

​Limpei o rosto e chupei o dedo — esperma doce. Agradeci a entrega e o Pedro agradeceu a "gorjeta". Coloquei a toalha de volta, ele foi embora e eu entrei para comer meu lanche, agora frio, bebendo o resto do vinho. Meu marido chegou cinco minutos depois.

​Silvio chegou me abraçando, beijando meu pescoço e a minha boca. Fiquei inerte aos carinhos dele. Ele perguntou se eu continuaria chateada. Terminei o lanche, escovei os dentes e deitei nua. Ele ficou louco querendo me comer. Como não sou de ferro, as pazes foram reatadas com direito a mais uma gozada. No fim das contas, a "gorjeta" ajudou muito no clima das pazes, kkkk.

​Beijos e até a próxima!

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