Nascida e criada na mesma área, sou a Gabi: uma morena jambo linda "mermo". Tenho um bundão, seios com próteses bem durinhas e um corpo escultural — resultado de horas e horas de academia. Não tenho namorado; estou com vinte e dois anos e o que mais tem são os amigos do papai dando em cima de mim. Uma cambada de abutres! Impressiona-me que me viram nascer; chega a ser cômico.
Não quero saber de compromisso, no momento meu foco são os estudos. Quando a carência grita, uso meus brinquedinhos ou apelo para os dedinhos. Garanto que chego ao orgasmo muito melhor que muitos marmanjos que entram em campo e não beijam o gramado. Amo ser chupada, mas é difícil achar um que faça gostoso. Por que os homens não acham o clitóris?
Quero narrar uma história verídica da qual não tenho o menor arrependimento. Na verdade, poderia ter replay com direito a slow motion da cena que mais gostei.
Era feriado de quinta-feira. O sol estava para cada um: às oito da manhã já fazia 39 °C. Coloquei meu biquíni minúsculo — estava a fim de exibir a raba — e fui para a casa da Roberta. Era uma resenha de última hora, estilo "luluzinha", com buffet contratado e piscina o dia todo. Foi o dia em que a dieta tirou folga.
Bebi muito gim. Você começa a beber e, quando se dá conta, já está "para lá de Marrakesh". Óbvio que não paguei mico nem passei mal. Algumas meninas lá fizeram topless, mas eu mantive meu biquíni no lugar. O sol colaborou, pondo-se bem tarde, e tratei de comer algo pesado para não ficar com dor no estômago. Foram várias fotos e vídeos; os marmanjos queriam saber onde estávamos, mas era o nosso dia. Precisávamos disso, o trabalho e os estudos nos fadigam mentalmente.
O dia foi findando e as pessoas começaram a ir embora, inclusive a equipe do buffet. Bebi mais uma taça de gim e meus pés já trocavam; o nível do álcool me fazia rir até de uma cambaleada. Tentei chamar um carro por aplicativo e não conseguia, até que lembrei do Hélio. Pensa em um cara lindo, um pretinho nota dez, mas que não quer nada com nada. Ele é motoboy na redondeza, tem a minha idade e vive me cantando. Como eu estava em um dia em que tudo era permitido, liguei. Ele atendeu no primeiro toque, sem acreditar que era eu.
Pedi para ele me buscar. Ele avisou que demoraria uns quarenta minutos porque estava terminando um serviço. Tomei mais uma taça; eu já tinha bebido horrores. Na casa, só estávamos eu e a Roberta, e o assunto era sexo. Eu queria ser penetrada e era o dia de sorte do Hélio. A Roberta já tinha chamado o carinha dela e eu não queria ficar de "empata foda".
O lindo chegou. Dei tchau para a Roberta, desejei uma "boa foda" e ela riu. Eu já o esperava com a minha saída de banho. O canalha me olhou de baixo para cima e disse que eu era linda — como se eu não soubesse. Beijei a boca dele, peguei o capacete e subi na moto. Falei: "Me leva para onde você quiser". E o idiota ainda perguntou: "Para onde?".
Vá tomar no cu, né? Eu com um fogo no rabo, louca para dar, cheia de álcool na ideia e ainda tive que conduzir o burro. Como diz a minha amiga Pri: "Geralmente é músculo ou cérebro, os dois juntos não funcionam". Lá fui eu ensinar o espertalhão a ser pegador.
Como já estava tarde e a rua deserta, pedi para ele parar a moto em um local escuro, um ponto de ônibus destruído. Fiquei atrás da mureta e mamei o pau dele. Depois, fiquei em pé, mãos na parede, e pedi para ele comer meu cu. Queria no cuzinho; dedo e brinquedo não resolvem a carência de verdade.
Mandei ele meter com força. Pelo menos isso ele sabia fazer. Meu cu é fechadinho e o canalha não teve pena — e eu nem queria que tivesse. Estava anestesiada. Empinei o rabo e tomei gostoso. No vai e vem, sentia o pau dele entrando rasgando e aliviando na saída, para logo voltar rasgando de novo. Minha buceta melou tanto que o lubrificante descia pelas pernas.
Meu cu queimava, ardia, e o fdp metendo com força. Acho que passou um carro na hora, mas que se foda. Ele demorou a gozar e, quando o fez, jogou tudo dentro do meu rabo. Limpei o resto com a saída de banho, subi na moto e ele me deixou em casa. Ganhou mais um beijo na boca de agradecimento, desta vez com pegada.
No dia seguinte, veio a conta: uma puta dor de cabeça e o cu ardido. Mas dei um sorrisinho quando sentei e senti a dor. Adoro dar o rabo. O lindo mandou um "bom dia" idiota escrito "sextou". Nem respondi; deve ter ficado emocionado porque comeu meu butico.
Sábado não farei nada, estou bem machucada. O pau do Hélio é grande e grosso — pelo menos algo positivo — e ele é obediente. Comeu sem pena e eu gozei gostoso. Arrepia só de lembrar. Quero dar para ele novamente; acho que vou chamá-lo para sair no domingo.
Beijos, até a próxima!
