O Cuckold e o Negão
...três dias depois, meu telefone tocou. Era a secretária do Sr. Marcus informando que eu deveria estar no estúdio na quinta-feira, às 10 h, pronta para a gravação. Faltavam apenas dois dias. Comentei sobre o convite com a Suzane e a alegria foi contagiante. Não nego que estava muito ansiosa; chegava a me masturbar umas três vezes por dia para relaxar, assistindo a filmes e tentando colher dicas, já que poderia ter que encarar a cena de gang bang que ele havia mencionado.
O dia chegou. Lá estava eu, com meia hora de antecedência. A recepcionista me levou até a produção: maquiagem, cabelo... enfim, tudo ok. Eu já estava depilada e a roupa para a filmagem também estava pronta. No celular, havia uma mensagem da Suzane desejando sucesso. Nem respondi; não comentei com ninguém, além dela, que iria gravar. Quando a produção estiver disponível, quem consome vídeos adultos me verá atuando.
O contrarregra me buscou na produção e me levou até o Sr. Marcus. O estúdio era uma sala ampla, bem iluminada, com várias pessoas circulando. Eu ainda não estava acostumada com aquela aglomeração, mas eram todos profissionais; havia fotógrafos fazendo cliques de outros atores ao fundo.
Minha cena seria em uma sala de estar. O roteiro: meu "marido" (um ator branco, franzino e sem sal) chegaria em casa com um bolo para comemorarmos meu aniversário e traria uma surpresa. Após um ensaio rápido, a gravação começou. Eu estava na sala, simulando responder mensagens de felicitações, quando meu colega de cena entra com o bolo e diz:
— Jéssica Lion, meu amor, feliz aniversário! Espero que goste do bolo... e te trouxe outra surpresa.
Agradeci com um beijo e uma expressão de curiosidade. Ele abriu a porta e trouxe o "presente" pela mão: um homem negro, alto, vestido apenas com uma cueca branca e um laço no pescoço. Com as mãos na boca e olhos arregalados de espanto, abracei meu esposo e agradeci pelo presente. Após beijá-lo e alisar seu membro por cima da cueca, ele se sentou no sofá para observar.
Fui até o meu presente — um homem de 1,80m com o volume já marcando na cueca. Passei a mão pelo seu corpo, apalpei seu membro e o beijei. Enquanto o "marido" se levantava para pegar um uísque, ordenei que o convidado tirasse minha roupa. Os câmeras buscavam o melhor ângulo. Ele, sempre obediente, tirou minha blusa; meus seios estavam lindos, com os mamilos bem evidentes. Depois, ele baixou minha saia e o "esposo" retirou minha calcinha.
Eu estava genuinamente excitada. O homem se aproximou e começou a sugar meus seios. Retirei o laço do pescoço dele e baixei sua cueca. Agachada, comecei a fazer sexo oral nele, alternando o olhar entre o membro e o meu "marido" corno. O câmera se aproximava para captar cada detalhe.
Ele me pegou no colo e me levou até o sofá. Enquanto ele me lambia, eu olhava para as câmeras, pressionando a cabeça dele contra mim. Os refletores iluminavam meu sorriso; o prazer era tanto que gozei duas vezes seguidas, sem fingimento. O fato de haver pessoas trabalhando ao redor já não era um impedimento para o meu tesão. Com um sinal do Sr. Marcus, fui erguida novamente e transamos em pé. Eu estava abraçada ao pescoço dele, sentindo as mãos firmes em minha bunda e a estocada profunda invadindo minha intimidade ensopada.
Na cena seguinte, ele me colocou no colo do ator franzino. Fui penetrada por trás enquanto me apoiava no "marido" voyeur. Eu estava ardendo de tesão, muito quente; minha primeira vez profissional e eu estava sendo possuída exatamente como gosto. O Sr. Marcus pedia mais força e intensidade, elogiando a estética da cena. Após alguns minutos, o clímax: fui marcada nas costas e coube ao cuckold me limpar com a língua. Finalizamos a cena com um beijo entre "marido e mulher". Passei o dedo no bolo e o chupei, fazendo caras e bocas para a câmera.
— Corta! — anunciou Marcus.
O ator me ajudou a levantar e fui para o banheiro tomar banho. No caminho, algumas pessoas me parabenizaram. Vi a japonesa do teste ao longe em outro set, mas acredito que ela não me notou. No escritório, o diretor foi só elogios: disse que fui muito bem e que já pretendia agendar o gang bang com seis homens. Aceitei na hora. Ele me parabenizou, perguntou se eu havia gostado e eu apenas respondi que foi maravilhoso. Pediu que eu aguardasse o contato em dois dias e avisou para eu vir preparada, pois a próxima cena seria hard.
Voltei para casa radiante. A Suzane passou lá, bebemos um vinho e dormimos juntas, ambas animadas para o que vem por aí.
Até a próxima cena!
