Fui buscar meus parabéns com uma semana de atraso. Pra variar, nos atrasamos quarenta minutos para o nosso momento — e esse tempo é uma eternidade, é muita coisa perdida. Ao abrir a porta da suíte, dei de cara com um negão de 1,80 m, pelado, com uma cerveja na mão e o pau já em pé. Ele já partiu para cima de mim, beijando minha boca e arrancando minha roupa. Quando consegui me desvencilhar, sobrava a cama na minha frente e ele atrás de mim, pronto para me comer.
Ele colocou na minha bucetinha por trás, como uma espécie de aquecimento, e logo já mandou no meu cu. Eu reclamava horrores porque queria começar de ladinho, mas mais uma vez tomei no cu. INICIALMENTE de ladinho, depois de bruços. Após várias penetradas e gemidas, eu gostei e gozei. Foi então que ele começou a contar de um a quarenta e três, tudo porque completei 43 anos. Meu aniversário!
Era cadência na penetrada e contagem no ouvido, voz grave... você ali embaixo, dominada por um macho forte. E seguia a contagem: um, dois, três, quatro... e eu gemendo, o que com certeza dava mais tesão nele. O pilantra disse: "Já foram as primeiras 43 vezes, vamos logo fazer a de ladinho nessa posição". E ele ainda estava penetrando! Foram mais 43 vezes narradas no meu ouvido, eu me contorcendo. Ele disse que podia fazer a de pé, ou seja, mais 43 vezes. Aguentei mais 20, e ele me virou.
Foi até a pia, lavou o pau, voltou e começou a me chupar. Molhei a cama toda por conta do squirt. No papai e mamãe teve tapa na cara e beijos na boca — que delícia foder beijando na boca! O pilantra colocou mais sei lá quantas no meu cu nesta mesma posição. Desta vez ele burlou a contagem; foram muito mais de 43 vezes, me segurando à força. Óbvio que gostei de ser dominada, mas se tratando desse cafajeste, não se pode dar muita moral.
Depois de me arrebentar toda, me chupar e me fazer delirar, achei que viria a pausa. Porra nenhuma! Me fez chupar seu pau, que não abaixa, me filmou mamando sua piroca e gozou na minha boca. Tomei seu leite e levantei do chão com uma garrafa de cerveja na mão, completamente desorientada. Minhas pernas tremiam mais do que antes, tive vários espasmos. Eu com a mão na parede, parecia o Kiko do Chaves chorando, e ele me penetrou novamente — desta vez em pé e, no cu, é claro. Mais uma vez a contagem foi burlada.
Ele pegou a cerveja para beber, sentou e eu, de boba, sentei no colo dele. Mais 43 vezes de quicada; desta vez tenho certeza de que foi a quantidade certa, pois eu que contei. Ele lavou o pau novamente e aí pude sentar e rebolar na ppk. Delícia! O único momento em que consegui fazer o que eu queria.
Vários tapas na cara, mais chupada na buceta... Ele me pôs de bruços e aí é que eu chamo a atenção: gozei, e foi a gozada mais gostosa! Caralho! Meu cu já estava combalido e acostumado; o pau dele, grosso e enorme, já saía e entrava sem problema no meu botãozinho. Eu gozei... minha ppk parecia que tinha três ovos quebrados, só a clara. Ele me virou, caiu de boca e me chupou divinamente. Gozei como nunca antes. Aí eu pedi: "Come meu cu cantando parabéns".
Foi na posição de quatro e de bruços. Já era promessa dele, mas a segunda vez de bruços eu fiz questão. Após vários maus-tratos, mordidas, tapas e dedadas — sim, dedadas também —, chamamos o carro de aplicativo. Na saída, o pilantra ainda dançou funk na frente do veículo, com o sinal fechado e geral olhando. Eu rindo horrores!
Nunca tomei tanto no cu. Receber felicitação com a música de parabéns enquanto tomava no rabo foi ímpar. Já estou esperando o parabéns do próximo ano. Relato verídico da sua amiga Nata. Beijos!
