O Manancial e o Medo
...o Pedro entra porta adentro com a camisa na mão, de short tactel sem cueca, de chinelo e óculos escuros. Me olhou, tirou os óculos e eu fui andando na sua direção. Cheguei bem perto dele e, antes que ele abrisse a boca para falar qualquer coisa com aquele olhar que abusa de mim, ele me pegou pelo pescoço, me puxou e beijou a minha boca. Meus seios ficaram enrijecidos.
A camisa caiu de sua mão. Ele me segurava com uma das mãos no pescoço; nossos beijos estavam calientes, envolventes. Ele chupava meu pescoço — esqueci que podia ficar marcado, mas quem ia lembrar dessa porra? Beijou meu colo, chupou meus seios... nossa, eu olhava para cima, viajando. Era tudo o que eu mais queria. Ele beijava meu corpo, eu estava muito quente e toda arrepiada ali, no meio da minha sala. Como desejava aquele fdp!
Ele se abaixou e me pegou no colo. Minhas pernas ficaram esticadas enquanto eu olhava para ele, repousando em seus braços fortes. O infeliz me levou até o meu quarto e me deitou na cama. Tirou o short — que pirocão, estava muito duro! Ele me deitou, e eu estava entregue ao momento. Puxou minha calcinha e voltou me beijando pelos pés, subindo até a minha xaninha. Nossa, ele a abriu com os dedos e lambia os lábios da minha ppk. Minha bucetinha parecia um manancial, de tanto líquido que saía.
Ele chupava, lambia... a língua áspera e quente batia no meu cuzinho também. Eu arreganhava as pernas, queria ser chupada. A língua ficou batendo no meu clitóris por cerca de cinco minutos, ora rápido, ora devagar, e ele ainda sugava. Eu me contorcia na cama, implorando para ser penetrada. Ele enfiou um dedinho na grutinha, alcançou o ponto G e ficou esfregando o dedo enquanto me lambia e me olhava. Eu via ele me olhando; só sabia curtir o momento, apertando meus seios com as mãos e me virando como podia.
Ele me puxou pelas pernas e me virou na cama com um giro só. Fiquei de bruços e pensei: "Agora ele me fode". Eu já tinha gozado horrores na chupada. Ele passou a chupar meu cuzinho rosado. Vou abrir um parênteses: quem já levou lambida no cu sabe o prazer que é essa porra! Ele enfiava a língua no meu ânus. Gosto de dar o botão, e o pai dele nem olha para a minha bucetinha; desde que casei, só tomo no cuzinho. Ele enfiava a língua no meu rabo e eu fiquei de quatro. Aí a situação ficou ainda melhor, porque ele enfiou dois dedos na minha bucetinha e a língua no rabo. Eu gritava:
— Porra, me fode, Pedro!
Ele ficou mais de trinta minutos me chupando. O pau enorme ali... eu queria chupar, sim, mas queria mesmo era ser penetrada por ele. Tive vários squirts, a cama ficou muito molhada. Já não aguentava mais gozar, só queria a penetração.
Ele sentou na beira da cama e eu o chupei. Ele forçava minha cabeça contra a sua piroca; meus olhos lacrimejavam enquanto ele fazia o vai e vem, me segurando pelas orelhas. É uma loucura, porque quando você pensa que vai respirar, o pau já está na garganta novamente. Uma vontade de vomitar misturada com a necessidade de respirar.
Quando pensei que íamos finalmente transar, com o pau dele todo babado, o meu esposo ligou. Levantei tentando sair daquela situação de "respira ou vomita" e atendi. Charles disse que estava no mercado, a duzentos metros de casa, e pensou em fazer uma macarronada para o jantar. Perguntou se eu queria vinho, qual levar, e começou a falar nomes. Pensei: "pqp!". Pedi para ele escolher, dizendo que ele tinha bom gosto.
Ele desligou e voltei para o quarto. Pedro estava cheio de graça, mas informei que o pai dele estava a metros de casa. Arranquei a roupa de cama molhada, pus na máquina de lavar, coloquei lençóis novos e ele saiu desesperado. Vestiu a roupa, pegou a moto e se mandou.
Tive que tomar um banho para baixar o fogo; eu estava muito vermelha. Coloquei a água no fogo para fazer o macarrão, puta da vida. Mais uma vez não senti aquela piroca linda no meu rabo, e mais uma vez o esposo ia ter que sanar meu desejo. Graças a Deus ele sabe me pegar firme, me arrebenta gostoso. As férias estavam acabando e eu ficava imaginando quando teria outra oportunidade dessas; não parava de pensar no Pedro.
Após o jantar, eu já estava na terceira taça de vinho. Em cima da mesa de jantar, afastei os pratos e talheres para a cadeira, me debrucei e disse que eu era a sobremesa. O maridão caiu para dentro. Sem delongas, já estava sendo penetrada com força. E como eu queria que fosse o Pedro, nossa!
No outro dia, ele me ligou e eu nem atendi. Estava muito revoltada, não quis dar papo. O pilantra mandou a foto do pau novamente, desta vez sem ser visualização única, e disse que esperava o retorno; não ia treinar, estava em casa me esperando.
Eu tomei banho, peguei o carro e fui...
