Papai morreu cedo e minha mãe, uma jovem senhora de cinquenta anos em 2024, amigou-se com um "novinho". Ela adora um garotão. Teve alguns lances enquanto viúva; minha mamãe é muito gostosona, se cuida, é uma morena com uma bela raba. Sempre digo que tenho inveja da bunda dela, e ela diz que a minha é idêntica, mas que eu não observo. Sou a Renata, prestes a completar 18 anos, morena, seios médios, cabelos encaracolados e olhos verdes — herança do papai.
Enfim, mamãe pegou um moreno gostoso de 25 anos: alto, todo tatuado e atraente. Já o homenageei tocando siririca na madrugada várias vezes, olhando suas fotos na rede social. Ele sempre anda sem camisa pela casa, de short e, com certeza, sem cueca. Já ouvi a dona Carla gemendo na madrugada; tenho certeza de que ele estava empurrando no rabo dela. Teve dia que saí do quarto e pude ouvir com clareza ela pedindo para ele maltratar, bater e enforcar. Quase me ofereci para ajudar, sei lá, vai que ela estava precisando (kkkkkk). Nossa, fiquei até com inveja.
Como disse, já me masturbei muito contemplando as fotos dele, mas todo esse pano de fundo é para falar da loucura que cometi no meu aniversário de dezoito anos. Meu padrasto está de férias e a mamãe trabalhando. Resolvi faltar à aula; estava atacada, decidida que ia dar para aquele gostosão na cama da mamãe e que queria gritar como ela. Meu ficante ligou parabenizando e perguntando se íamos sair; disse que à noite, sim. Mamãe mandou parabéns pela rede social e fez um post. Eu coloquei um biquíni; o dia estava hiper quente, sabe aqueles dias em que o sol mal saiu e já faz um calor de 38°C? Levantei cedo, com o fogo no nível máximo. Ouvi minha mãe se despedindo e fui à luta. Vesti o biquíni mais provocativo e saí do quarto. O Paulão me viu, desejou feliz aniversário e me abraçou. Eu já rocei nele propositalmente; como sou baixinha, aproveitei. Ele, como sempre, estava de short e sem camisa. Perguntou se eu tinha caído da cama.
Respondi que ia começar a curtir meu aniversário cedo, porque se ficasse dormindo, o dia passaria e eu não aproveitaria. Paulo perguntou "qual era a boa", e eu disse que seria "assoprar a vela". Obviamente soou com duplo sentido, até porque mirei o short dele quando falei. Esse diálogo rolou na cozinha enquanto eu preparava meu achocolatado e o misto-quente estava na chapa. Ele fingiu não entender e saiu pela tangente, dizendo que torcia para que eu conseguisse.
Comentei que estava completando "dezoitão" e queria marcar o dia com uma loucura inesquecível, já que me tornava maior de idade e dona dos meus próprios atos. Nessa hora, dei uma dentada no misto e bebi o achocolatado lambendo o excesso que ficou no lábio superior — o famoso bigodinho. O Paulo quis me atazanar, mas o pau dele o entregou, o famoso "caguete" dos homens. Ele indagou o que eu tinha em mente. Eu nem titubiei: disse que queria dar para ele na cama da mamãe e queria gritar como ela, "tomando no cu", sem carinho ou pena. Aproveitei para dançar e cantar o funk: "Na hora da ousadia, mete com força que eu não sou mais moça". Dancei com as mãos no joelho, com a raba balançando como um pêndulo hipnotizador.
Nessa hora, o Paulão ficou completamente desconfortável — homens não sabem se comportar quando são xavecados assim. Terminei o café e fui para cima dele. Joguei-o contra a geladeira e já meti a mão na sua piroca, apalpando e olhando para cima, já que ele tem uns 1,95 m. Perguntei se ele ia "enterrar a primeira vela no meu bolo" ou não.
Ele me pegou no colo, beijou minha boca e me levou para o quarto. Antes que entrasse no meu, eu disse que não: queria na cama da mamãe. Ele voltou e entrou no quarto deles, me colocou na cama e eu já fiquei de quatro no automático. Ele pegou a pomada e eu o lembrei: quero maus-tratos, sem pena, é uma loucura de aniversário. Ele arriou o short e... caralho. Que piroca pequena e fina! Completamente desproporcional ao homenzarrão que ele é.
Pensei: "O que ele faz para minha genitora gritar?". Só podia ser piada da mamãe. Bateu um arrependimento na hora, mas já estava ali, então vamos até o fim. O pau cresceu mais alguns centímetros e ele puxou meu biquíni para o lado. Deu uma lambida no meu cuzinho — isso eu amei, até rebolei na cara dele — e depois colocou. Nossa, entrou tão rápido. Eu estava com vontade de gritar como minha mãe, mas queria entender o que ela sente. A mamãe deve estar apaixonada e o prende com gemidos falsos, não tem outra explicação. O que o cara tem de beleza, falta de dote. Antes ele fosse horroroso (kkkkkk).
Não senti nada, apenas um pequeno incômodo com o qual acostumei logo. Ele deu o seu melhor, acredito eu, e minutos depois gozou. Pelo menos o gemido dele foi gostoso de ouvir.
Levantei, ajeitei o biquíni, beijei-o novamente e olhei para o seu pau, que já estava caído e minúsculo. Fui para o meu quarto, troquei de roupa e fui para a academia. Melhor treinar para começar o dia alegre e, à noite, tomar umas "pirocadas" de verdade; meu crush tem uma bem mais grossa e maior. Marquei com ele no caminho da academia e mandei ele me levar para jantar também. Espero ser surpreendida positivamente à noite.
Na próxima eu conto.
