​A Decepção dos Dezoito

Um conto erótico de Renata
Categoria: Heterossexual
Contém 927 palavras
Data: 28/08/2024 08:32:45
Última revisão: 14/03/2026 09:03:39

Papai morreu cedo e minha mãe, uma jovem senhora de cinquenta anos em 2024, amigou-se com um "novinho". Ela adora um garotão. Teve alguns lances enquanto viúva; minha mamãe é muito gostosona, se cuida, é uma morena com uma bela raba. Sempre digo que tenho inveja da bunda dela, e ela diz que a minha é idêntica, mas que eu não observo. Sou a Renata, prestes a completar 18 anos, morena, seios médios, cabelos encaracolados e olhos verdes — herança do papai.

​Enfim, mamãe pegou um moreno gostoso de 25 anos: alto, todo tatuado e atraente. Já o homenageei tocando siririca na madrugada várias vezes, olhando suas fotos na rede social. Ele sempre anda sem camisa pela casa, de short e, com certeza, sem cueca. Já ouvi a dona Carla gemendo na madrugada; tenho certeza de que ele estava empurrando no rabo dela. Teve dia que saí do quarto e pude ouvir com clareza ela pedindo para ele maltratar, bater e enforcar. Quase me ofereci para ajudar, sei lá, vai que ela estava precisando (kkkkkk). Nossa, fiquei até com inveja.

​Como disse, já me masturbei muito contemplando as fotos dele, mas todo esse pano de fundo é para falar da loucura que cometi no meu aniversário de dezoito anos. Meu padrasto está de férias e a mamãe trabalhando. Resolvi faltar à aula; estava atacada, decidida que ia dar para aquele gostosão na cama da mamãe e que queria gritar como ela. Meu ficante ligou parabenizando e perguntando se íamos sair; disse que à noite, sim. Mamãe mandou parabéns pela rede social e fez um post. Eu coloquei um biquíni; o dia estava hiper quente, sabe aqueles dias em que o sol mal saiu e já faz um calor de 38°C? Levantei cedo, com o fogo no nível máximo. Ouvi minha mãe se despedindo e fui à luta. Vesti o biquíni mais provocativo e saí do quarto. O Paulão me viu, desejou feliz aniversário e me abraçou. Eu já rocei nele propositalmente; como sou baixinha, aproveitei. Ele, como sempre, estava de short e sem camisa. Perguntou se eu tinha caído da cama.

​Respondi que ia começar a curtir meu aniversário cedo, porque se ficasse dormindo, o dia passaria e eu não aproveitaria. Paulo perguntou "qual era a boa", e eu disse que seria "assoprar a vela". Obviamente soou com duplo sentido, até porque mirei o short dele quando falei. Esse diálogo rolou na cozinha enquanto eu preparava meu achocolatado e o misto-quente estava na chapa. Ele fingiu não entender e saiu pela tangente, dizendo que torcia para que eu conseguisse.

​Comentei que estava completando "dezoitão" e queria marcar o dia com uma loucura inesquecível, já que me tornava maior de idade e dona dos meus próprios atos. Nessa hora, dei uma dentada no misto e bebi o achocolatado lambendo o excesso que ficou no lábio superior — o famoso bigodinho. O Paulo quis me atazanar, mas o pau dele o entregou, o famoso "caguete" dos homens. Ele indagou o que eu tinha em mente. Eu nem titubiei: disse que queria dar para ele na cama da mamãe e queria gritar como ela, "tomando no cu", sem carinho ou pena. Aproveitei para dançar e cantar o funk: "Na hora da ousadia, mete com força que eu não sou mais moça". Dancei com as mãos no joelho, com a raba balançando como um pêndulo hipnotizador.

​Nessa hora, o Paulão ficou completamente desconfortável — homens não sabem se comportar quando são xavecados assim. Terminei o café e fui para cima dele. Joguei-o contra a geladeira e já meti a mão na sua piroca, apalpando e olhando para cima, já que ele tem uns 1,95 m. Perguntei se ele ia "enterrar a primeira vela no meu bolo" ou não.

​Ele me pegou no colo, beijou minha boca e me levou para o quarto. Antes que entrasse no meu, eu disse que não: queria na cama da mamãe. Ele voltou e entrou no quarto deles, me colocou na cama e eu já fiquei de quatro no automático. Ele pegou a pomada e eu o lembrei: quero maus-tratos, sem pena, é uma loucura de aniversário. Ele arriou o short e... caralho. Que piroca pequena e fina! Completamente desproporcional ao homenzarrão que ele é.

​Pensei: "O que ele faz para minha genitora gritar?". Só podia ser piada da mamãe. Bateu um arrependimento na hora, mas já estava ali, então vamos até o fim. O pau cresceu mais alguns centímetros e ele puxou meu biquíni para o lado. Deu uma lambida no meu cuzinho — isso eu amei, até rebolei na cara dele — e depois colocou. Nossa, entrou tão rápido. Eu estava com vontade de gritar como minha mãe, mas queria entender o que ela sente. A mamãe deve estar apaixonada e o prende com gemidos falsos, não tem outra explicação. O que o cara tem de beleza, falta de dote. Antes ele fosse horroroso (kkkkkk).

​Não senti nada, apenas um pequeno incômodo com o qual acostumei logo. Ele deu o seu melhor, acredito eu, e minutos depois gozou. Pelo menos o gemido dele foi gostoso de ouvir.

​Levantei, ajeitei o biquíni, beijei-o novamente e olhei para o seu pau, que já estava caído e minúsculo. Fui para o meu quarto, troquei de roupa e fui para a academia. Melhor treinar para começar o dia alegre e, à noite, tomar umas "pirocadas" de verdade; meu crush tem uma bem mais grossa e maior. Marquei com ele no caminho da academia e mandei ele me levar para jantar também. Espero ser surpreendida positivamente à noite.

​Na próxima eu conto.

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